Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Eu não sou formada em opiniões!
Portanto, guarde a sua.
😎

Sonho doce só na padaria....ᥫ᭡.

Eu sou um tipo de pessoa que sonha muito
Mas não corro atrás do sonho.
Aprendi a ser realista, gosto da minha simplicidade e cultivo aquilo que me faz bem.
Não vou para muito longe, já fui e voltei correndo, não por medo, mas por ter me deparado com a realidade.
Sonhar é muito bom.
Doce só na padaria
Idealista é quem faz as coisas consciente de que as consequências são às vezes o contrário daquilo que você pensava.
Tenha paciência para entender aquilo que realmente vale a pena e principalmente o que é melhor para você.𐙚⋆

Eu não sou digna de dó.
Nem do ré mi sou.
Esse cansaço que me domina hoje vem de fora.
Não é de mim!
A minha mente pragueja entre os percevejos.
Que eu não vejo!
Lutei! Lutei! Pela perseverança.
Hoje tive uma conquista!
Após muita perseguição.
Veio um fio de esperança.
Consegui uma vitória.
Embora as falcatruas continuem.
Do lado de fora.
Para enganar outrem.
Nesse faroeste cabloco.
Onde Deus é o meu guia.
Dia após dia....
Contra toda essa hipocrisia.
ܔܢܜܔ.𖥔 ݁ ˖ܔܢܜܔ.𖥔 ݁ ˖




【┘】

Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
​O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
​Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
​Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
​Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.

Eu não sou perfeito, mas o amor que sinto por você é a coisa mais real que já vivi. Me deixa provar que posso ser melhor e que o nosso 'nós' é muito maior do que qualquer desentendimento. Volta para o meu abraço?

Não existe lugar melhor no mundo do que dentro do seu abraço. O nosso amor é lindo e eu só sou feliz se você ficar aqui, pertinho de mim.

Sou Tua Menina, Senhor ...
Preciso da tua atenção, cada dia mais. Eu sei que mesmo que eu não entenda, mesmo quando o coração aperta, sei que Tu estás no controle de tudo. Cuida de mim, Senhor... estou crescida, mas não deixo de ser Tua Menina.


Wanessa Guimarães Z96

EU NÃO SOU DIFERENTE DE VOCÊ

Eu não sou diferente de você,
Também quero ser feliz, amar e viver.
Acordar bem cedinho sentindo o cheiro da grama,
Ter alegria na vida, receber amor e carinho na alma.

Mas eu creio em um Deus que fez a terra e os céus,
Poderoso em glória, soberano e fiel.
Eu creio na eternidade, na vida que ainda virá,
Quando tudo aqui na terra um dia se findar.

Eu estarei com o Rei,
Que me fez pra com Ele reinar.
Mesmo que o mundo passe,
Sua promessa vai permanecer.
Minha esperança está no céu,
No Deus eterno e fiel.
Eu viverei pra sempre com o Rei,
Que escolheu me amar.

E quando as lágrimas cessarem,
E a dor não existir mais,
Verei a face do meu Rei
Na glória eterna e celestial.
Então cantarei pra sempre:
Santo, digno e fiel.
O Deus que me sustentou na terra
Me receberá no céu.

Cícero Marcos

" Eu Não Incômodo... Eu Transbordo "


Sou rio que não se detém porque alguém fechou a represa.
Sou mar que não cabe em copo.
E aprendi que quando alguém não manda nem uma palavra, já disse tudo.


Eu sigo.
Não por desistência, mas por amor próprio.
Não por fraqueza, mas por força.
Porque flores não imploram por jardim: elas nascem onde sabem que podem florescer

Fechar a carteira emocional


Não é o outro que me deve,
sou eu que insisto em pagar parcelas
de um contrato nunca assinado.


Chamo de amor,
mas é vício de apostar no cavalo errado,
mesmo sabendo que não vai cruzar a linha de chegada.


Um dia, o estalo:
o banco não é deles,
a moeda sempre foi minha.


Fecho a carteira.
Corto o crédito.
O débito evapora.


E descubro, enfim,
que liberdade não é conquistar amores distantes,
é escolher e não financiar ilusões.

Sou casa agora,
mas não serei teto para sempre.
Meu lugar me chama de longe,
e quando eu for,
levarei comigo
a certeza de que amei inteiro.

Sou a que atravessa o fogo,
não para provar que aguento..
mas porque sei que do incêndio
eu renasço em movimento.
Sou a que pisa na dor
sem fazer dela prisão;
eu atravesso o abismo
e volto com criação.

Pra não esquecer quem eu sou,
eu marquei na pele.
Três vezes.


Duas.. memória viva.
Coisas que eu criei,
vivi,
fui.
Pra nunca mais duvidar
da minha própria história.


A terceira é guerra.
Um símbolo marajoara,
tribal,
cravado no dedo..
porque pra mim,
dedo é rota.
Caminho.
Direção.
Escolha.
E agora eu sei,
sem hesitar:
pra onde eu não volto.

Quem quase me teve,
achou que era opção..
Mas eu sou escolha,
ou é tudo… ou não.

Eu, no date, não jogo pra inflar ego.
Não sou narcisista, não preciso disso.
Quando estou com alguém
eu quero oferecer o meu melhor.


Não pra impressionar,
não por interesse,


Nem esperando algo em troca.
Mas por respeito.
Porque o tempo dela importa.
Porque estar ali comigo é escolha.
E eu valorizo isso.
De verdade.

Te soltei.
E a vida te trouxe de volta, sem aviso.
Só pra lembrar
que eu não sou mais a mesma.

Eu vivi traumas que moldaram minha voz
Mas não calaram quem eu sou
Transformei ruína em chão possível
E do que sobrou, algo novo brotou
Não virei dura pra sobreviver
Nem cínica pra não sentir
Eu escolhi continuar humana
Mesmo sabendo tudo que eu vivi

Eu descobri sem querer que sou uma espécie de fazendeira clandestina de mamão. Não dessas de chapéu de palha e cerca branca, mas daquelas que um dia simplesmente olham pro quintal e pensam “e se eu só… jogar isso aqui e ver no que dá?”. Foi assim, sem planejamento estratégico, sem planilha, sem tutorial de internet. Só eu, um mamão comprado no mercado e uma teimosia silenciosa que mora dentro de mim.


Joguei as sementes como quem joga um segredo no vento. Sem cerimônia. Sem promessa. E fui viver a vida, como se nada tivesse acontecido. Seis meses depois, o quintal virou uma espécie de floresta tropical em miniatura, um congresso internacional de mamoeiros, cada um erguido com aquela dignidade de quem nasceu pra dar fruto. E deram. E continuam dando. Como se tivessem combinado entre si: “vamos alimentar essa mulher até ela não aguentar mais olhar pra mamão”.


E eu colho. E cada mamão colhido não é só um fruto, é um ciclo completo, é quase uma filosofia embalada numa casca amarela. Porque dentro dele vêm novas sementes, novas possibilidades, novos começos. Eu abro o mamão e é como abrir um cofre cheio de futuros quintais. E lá vou eu de novo, jogando sementes, espalhando vida, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E talvez seja.


Hoje eu tenho mamões infinitos. E não é exagero de quem gosta de dramatizar a própria rotina. É infinito mesmo, no sentido mais simples e mais bonito da palavra. Sempre tem mais vindo. Sempre tem mais crescendo. Sempre tem mais surgindo onde antes era só chão.


E aí eu fico pensando nesse hábito estranho que a gente tem de jogar sementes fora, como se fossem lixo, como se não carregassem dentro delas um potencial absurdo de alimentar alguém, de virar sombra, de virar sustento. É quase uma ingratidão silenciosa, um desperdício disfarçado de normalidade.


Se não tiver quintal, tudo bem. O mundo não acaba no muro de casa. Tem canteiro na rua, tem beira de rio, tem terreno esquecido que só precisa de uma chance. A cidade inteira pode ser um grande quintal disfarçado, esperando alguém com coragem suficiente pra sair plantando sem pedir permissão pra ninguém.


No fim das contas, plantar virou mais do que um hábito. Virou uma resposta. Uma resposta simples pra um mundo complicado demais. Enquanto tem gente discutindo o futuro, eu tô ali, jogando sementes no chão e confiando que alguma coisa vai nascer. E nasce. Sempre nasce.


Agora me diz, quantas florestas você já jogou no lixo hoje sem perceber?

“O EU SOU não é vaidade espiritual; é a consciência despertando para a presença divina que sustenta a existência.”
Do livro EU SOU, Deus em Ação — O Despertar da Consciência Criadora, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O EU SOU, quando desperto, não é apenas uma frase: é oração, identidade, direção e presença em movimento.”
Do livro EU SOU, Deus em Ação — O Despertar da Consciência Criadora, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.