Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

Cerca de 806894 frases e pensamentos: Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

Conclusão.

E nas conclusões que
Você tirou, eu fui tudo
O que você quis.

O Silêncio É Uma Forma Dolorosa De Dizer, Eu Desisti De Você!!!
⁠Desistir Também É Uma Opção. Às Vezes, Nos Encontramos Em Situações Em Que Persistir Parece Impossível. Sentimos Que Estamos Lutando Contra Uma Correnteza Forte, Que Nos Puxa Cada Vez Mais Pra Baixo. Nessas Horas, É Importante Lembrar Que Desistir Também É Uma Escolha Válida, Desistir Não Significa Fraqueza, Mas Sim Reconhecer Nossos Limites E Prioridades. Às Vezes, Precisamos Abrir Mão De Algo Pra Preservar Nossa Saúde Mental, Física Ou Emocional. É Preciso Coragem Pra Admitir Que Não Podemos Fazer Tudo E Que É Melhor Seguir Por Um Caminho Diferente, Desistir Também Pode Ser Uma Oportunidade De Se Reencontrar!!

Antes De Eu Andar Como Um Playboy,
A Minha Filha Vai Andar E Viver Como Uma Verdadeira Patricinha!!!

⁠“Tive a vida inteira essa situação de oscilar entre euforia e depressão. Eu sinto que aconteceram situações de estresse emocional em minha vida toda. Quando o médico me diagnosticou em 2006 a bipolaridade, eu fiquei tranquila. Falei: ‘Finalmente alguém me disse o que eu sou’. As peças encaixam. Pode ser uma coisa muito solitária. Tanto na euforia, quanto na depressão.

'Diário da bipolaridade'




"Hoje eu acordei leve. Uma leveza estranha, daquelas que vem com uma loucura boa grudada no corpo. Dá vontade de sair abraçando as pessoas na rua, de inventar brincadeira, de rir até a barriga doer e depois rir de novo só porque sim.


Mas se você chegar mais perto, bem pertinho, vai ver que por baixo dessa alegria toda existe uma película. Fina, transparente, quase invisível. E embaixo dela mora uma sensibilidade em carne viva.


Ela sabe. Sabe que basta um olhar torto, uma palavra seca, um segundo de desatenção — e tudo desmorona. A leveza vira caco. E aí, 'a pessoa' chora. Porque é assim que funciona por aqui: festa em cima, vidro embaixo."

Distração

Eu observo a pintura dela em outros quadros, vejo o seu rosto em outras pessoas e até temo olhar-me no espelho com a impressão de que ela aparecerá ali. Me distraia. Me perturbe. Me enlouqueça.

De todas as atividades, amo ler e escrever. As outras eu suporto.

Para poder entender Belchior

A distância que me massacra
Talvez prenuncie algo melhor
Eu anseio por um só encontro
Para poder entender Belchior

Se for errado, me condenem
Se for certo, que seja bonito
Parar não é mais uma opção
Ela percebeu que não minto

Um comentário foi suficiente
Para a conexão ser iniciada
Desconheço se existe limite
Pensando na causa amada

Sou evidentemente sofredor
Encarcerado, não quero sair
Deve ter quem compreenda
E consiga apostar no porvir

Foi culpa de tanta formosura
Maldita seja toda a erudição
Inebriado, desisti de evitá-la
Quando ouço nossa canção

Educado a reprimir o desejo
Arremessei tudo para o alto
Bom se fosse apenas lance
Mas nós sentimos, é de fato.

Muitas vezes eu me perdi ,muitas vezes eu me encontrei ,muitas vezes eu sofri muitas vezes eu amei mas de tudo que eu aprendi aprendi que nada sei.
Adriana Maluf

⁠vai ter um dia.
um dia que eu vou acordar no meio da noite, matar todos os meus eu. fazer um chá e voltar a dormir.
esse será o meu apogeu.

⁠você acha que eu conto os dias?

só falta mais um dia e estou sempre recomeçando: esse dia nos é dado ao amanhecer e nos tirado ao anoitecer.

a dádiva de um novo dia é só o que tenho.

Sem padrinhos.
Sem investidores.
Sem herança pronta.


Só eu… e a responsabilidade de acreditar.


É difícil caminhar sozinho quando até ideias concretas são ignoradas.
Quando números não impressionam sem um sobrenome forte por trás.
Quando portas só se abrem para quem já está dentro.


Mas o que eu carrego não é só um produto.
É um propósito.


Eu não penso em enriquecer rápido.
Penso em deixar um legado.
Não para mim mas para elas.
Para a próxima geração.
Para que um dia olhem para trás e entendam que alguém decidiu começar do zero.


Uma ideia, quando nasce com verdade, pode atravessar escassez.
Pode atravessar rejeição.
Pode atravessar silêncio.


Uma ideia pode mudar uma geração.


Eu acredito nisso.
Mesmo quando a conta tem algumas frações mínima de dinheiro
Mesmo quando ninguém vê.
Mesmo quando tudo parece improvável.


Porque legado não começa com dinheiro.
Começa com decisão.


E a minha já foi tomada.

“Ainda Existe um Filho Aqui”

Ele disse que mudou…
E eu quis acreditar.


Disse que agora era diferente,
que o tempo o ensinou,
que a vida o moldou,
que hoje se orgulhava
do homem que eu me tornei.


E por um momento…
meu coração descansou.


Mas então,
como um eco antigo voltando pelas paredes da memória,
vieram os mesmos gestos,
as mesmas palavras,
os mesmos erros
que um dia me quebraram por dentro.


E eu fiquei me perguntando…
Foi ele que mudou?
Ou fui eu?


Talvez ele ainda seja
o mesmo homem de antes,
com as mesmas falhas,
as mesmas feridas,
os mesmos monstros silenciosos
que ele nunca conseguiu vencer.


Mas eu…
eu não sou mais o mesmo.


O que antes me destruía,
agora apenas me fere.
O que antes me derrubava,
agora só me balança.


E então percebi…
Talvez eu não tenha visto
um monstro virar anjo.


Talvez eu só tenha aprendido
a não ter mais tanto medo.


Talvez eu tenha crescido
o suficiente
para enxergar que até os monstros
às vezes só são homens
que nunca aprenderam
a amar direito.


E mesmo assim…
ainda dói.


Porque não importa
o quão forte eu me tornei,
existe uma parte de mim
que ainda é filho…


Esperando,
em silêncio,
que um dia
ele realmente mude.

Uma Palavra Basta

Antes de tocar os meus lábios,
eu já te percebo no perfume.
Desperta desejos,
afasta as pedras do caminho,
adoça o meu humor
e, sem pedir licença, se impõe.
Desliza quente, intenso,
como um riacho borbulhante, marcante.
Pode vir puro ou acompanhado,
mas sempre chega inteiro.
E, no cochichar da xícara,
aquece a alma
e acende o dia.
Então, entre as mãos
e o primeiro gole,
cabe inteiro em uma palavra:
café.

A literatura muda nossa mente. A cada página virada mais informações a serem acolhidas. Eu leio e escrevo, e depois re-escrevo. Sou um típico escritor brasileirado e diferenciado artista.⁠

Às vezes penso se eu estou realmente escrevendo certo ou me expressando certo, mas aí me vem a duvida, isso realmente importa?

Não é se importar no sentido de escrita, isso todo mundo tem! (inclusive, fico feliz que as pessoas tenham isso) mas, e se eu começar a me importar de como eu me expresso?

Realmente vale a pena duvidar de si mesmo por conta de uma letra? Ou vale a pena tentar esconder?

Aí vai um questionamento.

Há dias minha mente estava em silêncio... na verdade eu que me ensurdeci pra ela, agora ela grita e está impossível de ignorar seus devaneios...

Eu escolho o que me expande. O que me limita, eu agradeço, e deixo ir!

GUILHERME DE ALMEIDA


Indiferença


Hoje, voltas-me o rosto, se ao teu lado passo. E eu, baixo os meus olhos se te avisto. E assim fazemos, como se com isto, pudéssemos varrer nosso passado.


Passo esquecido de te olhar, coitado! Vais, coitada, esquecida de que existo. Como se nunca me tivesses visto, como se eu sempre não te houvesse amado


Mas, se às vezes, sem querer nos entrevemos, se quando passo, teu olhar me alcança se meus olhos te alcançam quando vais.


Ah! Só Deus sabe! Só nós dois sabemos. Volta-nos sempre a pálida lembrança. Daqueles tempos que não voltam mais! Guilherme de Almeida


23 compartilhamentos


Um sábio me dizia: esta existência, não vale a angústia de viver. A ciência, se fôssemos eternos, num transporte de desespero inventaria a morte. Uma célula orgânica aparece no infinito do tempo. E vibra e cresce


e se desdobra e estala num segundo.

---

*Sem máscara*

Eu nasci sem o dom da atuação.

Queria mentir bonito, performar indiferença, vestir um rosto neutro pra sair na rua. Mas meu corpo me trai. Se a boca cala, os olhos gritam. Se os olhos baixam, as mãos tremem. Se tudo em mim congela, o silêncio vira outdoor anunciando o que sinto.

O problema é que nem todo mundo sabe ler.

Não são fluentes na língua que meu corpo fala. Não entendem o dialeto da minha inquietação, o idioma do meu peito apertado. E aí me chamam de exagerada, de intensa, de difícil.

Eu só sinto. Tudo. Muito.

E o que não tem permissão pra sair pela voz, vaza por dentro. Vira ácido. Vira ansiedade que rói a madrugada. Vira depressão que senta na beira da cama. Vira pânico que fecha a garganta no meio da sala cheia.

Aí vem o mundo, com seus dedos apontados, suas palavras descuidadas, e me racha.

E quando eu quebro, eu não quebro pra dentro.

Meus cacos voam.
E atingem, sem mira e sem culpa, justamente quem ficou pra juntar.

*Texto de Mikaele | Lapidado com Luna*

---