Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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paradoxo: queria MUITO não ser tão tímido e conseguir falar com todas as pessoas com que eu gostaria sem ficar me torturando com neuras tipo "a pessoa nem se lembra de mim" ou "vou incomodar, ficar sem graça" e sem me podar, sem gaguejar, sem hesitar muito e no final desistir...
mas eu SOU tímido e bobo, caso eu não o fosse eu não seria eu. deve ser meio desconfortável/perturbador não ser você. já não sei lidar comigo, imagina se viro outro...

O caminho que pode ser seguido
Não é o Caminho Perfeito.
O nome que pode ser dito
não é o Nome eterno.
No principio está o que não tem nome.
O que tem nome é a Mãe de todas as coisas....
Tao Te King.

Escolheremos o nosso próximo mundo através daquilo que aprendermos neste. Não aprender nada significa que o próximo mundo será igual a este, com as mesmas limitações e pesos de chumbo a vencer.
(Fernão Capelo Gaivota)

O Mestre deve ensinar pelos seus atos porque o "O mestre é o espelho dos discípulo" e não uma máquina impulsionadora

Se você não se ama, como pretende amar o próximo?

Você não pode exigir que ninguém lhe complete, você tem que ser completa por sí só, as pessoas apenas tem capacidade de lhe transbordar e não completar. Pense nisso.

Você pode dizer que sua vida é um lixo, porém não pode esquecer que do lixo inúmeras familias sobrevivem e depende dele como uma forma de vida, de valer ao que tem e não se sinta frustado pelo que ainda não conquistou.

Pinte seu mundo da cor que lhe convier, mas não se esqueça que há outros mundos e outras cores.

Não há regras para viver. A vida é feita de escolhas e consequências.

Mas eu disfarço
Não vou demonstrar
Então estou armando minhas defesas
Porque não quero me apaixonar
Se alguma vez fizesse isso
Acho que teria um ataque cardíaco

Você está a bordo de um novo dia , um novo tempo e você não é um passageiro. Você é o piloto.

A mágoa nos fere, machuca, dói. Não devíamos nos importar tanto, mas é como âncora, fica encravado no coração da gente.

Acredito que para vencer não basta ser bom, tem que ter disciplina e ser perseverante.

É normal não gostar de grude e ao mesmo tempo ser carente?

O verdadeiro amor nunca morre ele só cresce dentro da gente e da frutos, se morrer é porque não era amor.

“Não há decisões sem riscos ou escolhas sem consequências. Bem ou mal você tem que conviver com os bônus e ônus dos resultados.”

O pior veneno, não está no guizo da cascavel, está no olhar profundo dos olhos.

Não confunda religião com fé. Religião é instituição. Fé é sentimento. Religião é missa, culto, sessão, oração decorada. Fé é gratidão, pedido, silêncio. Religião é uma casa. Fé é sentir que tem um lar.

Eu não queria sentir a saudade que sinto. Nem ter medo da frequência em que ela me visita antes de deitar. Será que é tão difícil tornar o beijo contínuo e a saudade passageira?Será que entre o hiato do amor e da saudade, não há como existir somente a alegria do vivido?
Mesmo andando de mãos dadas com a euforia de viver, algumas vezes, diante de certos sentimentos, me faltam palavras. Me faltam, pois tenho medo dos grandes sentimentos. Medo de senti-los, me acostumar com eles e, como quando o sol se cansa de iluminar a todos, ele se pôr. A verdade é que meu coração está preparado para amar, mas não para sentir saudade. Para beijar, mas não para deixar de ser beijado. Para ver as nuvens, mas não deixa-las me tirar a visão das estrelas.
Não há como negar que pensando nela corro contra o tempo. Busco sensações do passado, as encaixo na minha realidade atual e, como se fosse possível e saudável, crio cenários de viver isso novamente. É, definitivamente, eu não sei sentir saudade.
Sendo há um bom tempo turista dos amores alheios, faço caridade, guardo os meus sentimentos no olhar e aceno com os lábios, como quem diz que onde quer que a gente vá, que levemos o nosso coração. E eu sempre levo, pois, a gente só abre o coração dos outros quando abrimos os nossos. Sim, os nossos.
Então, mesmo com a saudade que insiste ser vizinha, se eu pudesse, continuaria tendo dois corações. Um para amar, e outro também.

“Como é que se diz eu te amo?” – Não foi só Renato Russo: Todo mundo, em algum momento da vida, já se fez essa pergunta. O amor pode se converter em palavras, mas em tantas outras coisas também. E –em se tratando de amor e afins – acho que as palavras se tornam obsoletas, inúteis, insuficientes. Até porque já me disseram ‘eu te amo’ de tantas formas.
Aquecendo meu café, saindo mais cedo pra me dar uma carona, me abraçando forte. Me fazendo cafuné. Elogiando meu cabelo. Me trazendo inspiração de presente. Me dando o lugar na fila quando eu estava apressada, segurando meus livros no ônibus quando não havia lugar para sentar, tomando minhas dores numa discussão, deixando-me à vontade em minha solidão quando precisei. Já recebi amor embrulhado pra presente.
Já me disseram eu te amo com um simples sorriso – e foi tão melhor do que aquelas três palavras. Já me trouxeram amor em forma de consolo, em forma de beijo, em forma de bronca. Incrível como o amor pode ter tantas formas e ser sensacional em todas elas.
Por isso é tão injusto culpar alguém por não conseguir converter o amor em palavras quando consegue convertê-lo em tantas outras coisas mais bonitas, mais sinceras, mais autênticas. É triste condenar aquele que não sabe traduzir o que sente em palavras quando é mais conhecedor do amor que tantos poetas habilidosos.
Em um mundo em que o amor é tão banalizado, em que dizer “eu te amo“ se transformou numa simples forma de puxar assunto, ser amado em silêncio é um privilégio – porque, curiosamente, a verdade do amor se revela melhor sem palavras. Pequenas gentilezas traduzem-no melhor que qualquer verso de amor exagerado. Ceder numa briga é mais belo que qualquer buquê de rosas vermelhas – que, em poucos dias, estará murcho e jogado numa lixeira.
Nesse mundo em que expressar-se deixou de ser uma necessidade para transformar-se em obrigação, aprender a respeitar o silêncio do outro faria bem às nossas relações. E aprender a ler o silêncio do outro faria bem à nossa alma –pois o silêncio pode dizer tanto se a gente tiver sensibilidade pra ouvir.
Cabe-nos parar de condicionar o amor a um milhão de versos, de verbos, de alianças, de declarações públicas clichês, de atitudes pré-concebidas. Valorizemos quem “nos ama calado, como quem ouve uma sinfonia.”Porque o amor genuíno tem um milhão de sentidos – cada um mais intraduzível que o outro.