Nao sei o que fazer tenho dois Amores
É que eu tenho mania de falar todos os meus defeitos, talvez porque eu acredite que assim é mais fácil de deixar as pessoas que me amam de verdade por perto. É que eu ouvi falar, que quem ama, ama até os defeitos. E como eu quero acreditar nisso, deixo eles bem claro, sempre.
Às vezes, quando olho pra dentro,
Tenho medo.
Minhas dúvidas vão se tornando certezas.
Dentre estas, que a estrada chegando ao fim.
Ela se divide em duas, talvez ... três.
E o caminho que eu escolher agora
É o caminho que terei que trilhar
Por boa parte, senão toda minha vida
O que me dá coragem é que, o eu que vejo,
É um Eu bom...
As lágrimas da dor de deixar muita coisa,
Que uma dia foram boas, para trás
São como folhas...secam
E ao caírem e se decompõem,
Tornam-se a força motriz para o novo
Está por vir...
Ao certo, apenas pegadas
De um passado não muito distante.
Tenho andado triste, louca, paranóica...
Ando querendo sugar as energias positivas,
Destinadas a mim...
Por quem me quer bem. Assimilando em não me querer bem.
Que loucura! Tenho passado, ultrapassado,
Todos os limites...
Até os meus. Às vezes penso: chega, cansei,
Não quero e não dá mais para prosseguir.
E tem dias, que essa 'insanidade'
Dissipa toda a minha insensatez.
Logo eu, tão 'segura' e auto-confiante
Me pego, em crise de identidade...
Espero que logo passe...
Há de passar.
- Ah, é bobeira! Para de dizer que eu ainda gosto de você! Eu nem tenho sentimentos, nem tenho coração.
- Nossa, por quê?
- Porque um dia alguém brincou com ele, ele se quebrou, eu joguei no lixo, e de repente... Pra muitas pessoas, ele deixou de existir.
É essa facilidade que eu tenho de me apaixonar que bagunça com tudo. E me ferra por uns bons seis meses, um ano, até descobrir que nunca foi amor. Nem épico. Só parecia ser. Era só vontade de ser.
Tenho mais silêncios do que segredos. Sou apenas uma resposta atrasada de alguém, a canção inapropriada da madrugada, o livro mais demorado de alguma estante. Sobre mim apenas o distante, o toque que não alcança, a muralha que divide. Ontem eu fui uma menina que fui roubada de sonhos, uma mulher que amadureceu das precipitações sobrepostas. Nem sempre a vida é justa, nem sempre nos devolve as respostas e passamos sendo apenas interrogações. Não tenho conversas interessantes, antes sou um poço de irrelevantes poemas. Tracei um caminho, mas caminhei por um desvio, sempre a própria beira. Não ofereço nada, do pó que vim, morrerei voando em poeira. O que deixarei saber sobre mim é que de alguma forma tenha amado a vida ou alguém, sem detalhes além. Uma mulher não diz quem escolheu para amar. Ela vive um amor a dois, a sós.
Temo um dia perder os amigos que amo e tenho hoje, e temo achar os inimigos que odiarei e terei no amanhã.
Nunca precisei de cofre, nem banco pra guardar minhas relíquias, tudo de importante que tenho eu guardo no coração.
Tenho aprendido que as boas amizades se constroem na base da simplicidade.
Do dedicar-se ao outro, lhe querer o bem, lhe propiciar o bem.
Sem cobranças, sem amarras, sem entranhas.
Tenho notado que a felicidade vibra pelas coisas mais simples.
Um pequeno gesto, um sorriso nos lábios, um sorvete de creme tomado, uma brincadeira na chuva, um filme visto, ou até mesmo o prazer da leitura.
É tão mágico quando nosso coração se distende de felicidade sem um motivo concreto,
feliz por simplesmente haver necessidade e ânsia por assim desejar.
Sinto muito preciso ir embora
Desta vez eu prometo a mim
Porque tenho vontade de um amor verdadeiro
Sem você.
A noite
Tenho a noite como companhia,
Ela vem com seu manto negro e belo me cobrindo para que eu não passe frio ou medo.
As sombras são minhas irmãs e elas nunca me deixam sozinha...
As estrelas são minhas confidentes, pois somente nelas confio em contar todos os segredos que me assustam.
Não consigo abri meus olhos para ver o dia... Não faço parte desse mundo. Sou como um ser das trevas... Preciso do medo, preciso desse breu, desse devaneio, incerteza... Alguém.
Eu só consigo respirar, viver, saborear e brindar quando a escuridão desce sobre meu rosto,
E deitada sobre a grama fria sinto que ela me abraça e sussurra palavras de conforto em meus ouvidos.
E juntas dormimos sem preocuparmos com o dia seguinte, com o amanhecer...
Tenho a noite como companhia...
Caio sobre um mar frio, preciso ser puxada para superfície...
Preciso de folego novamente...
A frente de um farol que ilumina minha tensa noite
Ouço mais uma vez o sussurro da noite me chamando para dormi...
Não quero dormi... Não quero acordar...
Puxe me novamente para baixo.
Puxe me novamente para o fundo dessa agua fria de onde posso vislumbrar minha única companheira...
Minha cara noite sombria...
Tenho um pouco de medo, sim medo ainda de me entregar, pois o próximo passo é o desconhecido e o desconhecido pode nos reservar grandes emoções ou quem sabe decepções.
Vamos deixar as coisas como estão até termos convicção de que esse assustador medo não nos amedronta mais. Quando isto acontecer nos entregaremos ao desconhecido de corpo e alma.
Perda de tempo é algo que às vezes tenho de enfrentar com a inútil tentativa de convencer uma pessoa sobre algo que ela não coloca na cabeça.
Tudo é medo. Eu vivo com medo. Eu sou o medo. Tenho medo até quando vou me levantar da cama e piso no chão. E se ele se abrir agora, aqui? E se for frio demais, ou tiver algum caco de vidro? E se eu pisar em falso e levar um tombo? Por que diabos eu não posso voltar pra cama e dormir? Pelo menos é seguro. Ah, mas eu tenho medo de ter pesadelo. E se eu estiver dormindo e parar de respirar e morrer e fim? E se eu cair da cama? E se tudo acontecer quando eu estiver dormindo? E… olha, tá vendo? Odeio isso. O mundo é tão finito, incerto, assombroso. Eu só queria sentir um tiquinho de segurança em alguma coisa.
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