Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Buscando uma saída
tenho escrito
os versos mais difíceis
da minha vida,
Não há como não
seguir sem
saber o porquê,
aonde
e como está você.
Não tenho
o menor
interesse
em desestabilizar
a tua Nação,
a minha luta
que não é luta
segue a via
do convencimento
para pedir
a libertação,
porque quem
em nome
da amizade
conclama
pela reconciliação,
também estará
ao teu lado
em dias
de inverno
ou em dias
de verão,
pois dessa história
o verdadeiro
prisioneiro é
aquele que não
entende o quê é
viver o amor
de amizade
e o valor do perdão.
As pessoas reclamam,
a irmã reclama,
Os amigos reclamam,
todo mundo reclama,
E eu que não tenho nada
a ver com a História também,
Devemos ser solidários
para o nosso próprio bem.
Enquanto reclamo fico
contando e recontando tepuis,
e assim tem sido desde
dois mil e dezoito pouco
depois da prisão injusta
que o General preso continua
passando por pelo aumento
de restrições ainda mais
fortes junto com outros
presos de consciência
em Fuerte Tiuna.
Ah, eu sou a voz da minha
Mãe que pela vida
do velho tupamaro e pelo
Esequibo também reclama,
Não se esqueçam disso,
dele que está passando
por greve de fome há mais
de vinte dias e com a vida
em perigo porque
a Justiça não dá ouvidos
O quê é de política é de política,
E o quê é de direito
de recuperação territorial
É de direito
de recuperação territorial;
Em vez de quedas de braço
inúteis já deveriam ter
feito a reconciliação nacional.
E no Yuruani-tepui
do Esequibo Venezuelano
os meus versos latino-americanos
com intimidade ali transitam
(contando tudo isso e mais um pouco)
e nos outros onze tepuis habitam.
Eu uso as redes sociais com humildade. Se eu errar não tenho dificuldades de me corrigir. Tá com dúvida? É só conversar de forma franca sem me xingar e sem fazer armadilhas linguísticas.
Não é nenhum segredo
que tenho desejo
de te devorar aos beijos,
Você virá para mim
no passo charmoso
da mazurca galopeada,
Eu sei que por ti
também sou desejada,
e a poesia só tem
sido mesmo a entrada
daquilo que não há mais
como não ficar alvoroçada.
Não tenho vontade,
olhos e tempo
para ficar buscando
OVNIs, balões
e cultivar emoções
que nada elevam;
Ando mesmo é
fugindo de inundações
e domando o ego
diante do calendário
em nome do que é certo.
Pierrôs e Colombinas
sobreviventes destes
tempos estranhos
buscando motivos
nos signos do Zodíaco
para comemorar
o Carnaval em Veneza
para dar a si mesmos
uma aparente trégua
num mundo que
a paz não mais venera.
E eu apenas sonhando
viver do nosso amor,
ganhar o seu beijo
com sabor de frutas frescas,
e quando chegar o destino,
sem pressa contar estrelas
no céu de Kabul contigo
e sem querer outra coisa
a não ser recíproco carinho
celebrando o quê é infinito.
O tempo cirandeiro
do calendário não
me assusta porque
não tenho medo
de não encontrar
a minha metade
que leve a transbordar.
Na ciranda da vida
o quê me fascina
é a poesia e a sorte
de saber esperar.
(Se o amor está
escrito ele sabe
onde me encontrar).
Não consigo tirar você
da minha cabeça,
E tenho certeza que não
estou mais saindo da sua,
Você está na minha
e eu caidinha na sua,
Não consigo mais ir
contra o quê estava
escrito desde o primeiro
dia que te conheci,
E foi dançando Chupim
que pude ter certeza
que você nasceu para mim.
Tenho percebido
que você
está apaixonado
por mim
e tem disfarçado
muito mal,
E não tem sabido
o quê fazer
com tudo isso.
Você descobriu
que o amor
é mais forte
do que imaginava,
E não há como
contornar por
dentro o quê
há muito tempo
em silêncio
te inquietava.
Vai ser no meio
da Polca de Carão
que vou te dar
uma acordada,
No final de tudo
ganharei o seu coração,
e serei a sua amada.
Pedir a Tupã um amor
de Ipojucã e Jandira
não é pedir demais,
e também não é poesia;
não tenho dúvidas
que é o maior voto
de rebeldia nestes dias.
É sonhar a eternidade
refletida quando eu
encontrar o espelho
d'água dos seus olhos
e neles mergulhar
com os meus sonhos.
É viver obstinadamente
como quem mergulha
na Cachoeira Amorosa
de uma vida inteira:
a entrega perfeita.
Não tenho dúvida
que o teu precioso
coração é meu,
vai ter carinho,
Moqueca de Camarão,
Caranguejo e beijinho;
Eu sou sua e poeta
até quando estivermos
no silêncio da rede
embalada pelo amor,
olhando para o Céu
e sem hora marcada.
Tenho sido a poetisa
invisível nesta época
que não dão mais
valor ao romantismo,
Ainda sonho contigo
com os olhos abertos,
construí um exílio
que só os doidos de amor
são capazes de compreender;
Enquanto preparo
um gentil Doce de Pinhão,
escuto a embaladora canção,
e para as estrelas insisto
pedir a amorosa orientação
em nome da rota da aproximação.
Tens algo de mágico,
encantador e inexplicável
não tenho te tirado
da minha cabeça
do amanhecer ao anoitecer,
A sua presença é como
a Guavira nas bebidas,
Você é quem tem
aumentado a potência
das minhas poesias,
Com este teu jeito
sedutor vem ganhando
o seu espaço todos os dias.
Tem gente que não
sabe que Onça-parda
da terra também
ela se torna guarda,
então tenho uma
história para contar:
no meio da mata
saiu a Onça-parda
e abateu a Ovelha,
caçadora e presa,
de conhecido instinto
animal desesperado
(por sobrevivência
neste mundo que
exige de qualquer um
sobrenatural resiliência),
Consciente disso
da vida eu busco
sempre o entendimento,
A nossa cabeça foi
feita para pensar:
está escrito o poema.
Beija-flor-verde-ouro,
meu poético tesouro,
Não tenho medo do desdouro
porque quando o amor vier sei
que poderei confiar em dobro.
Tarifa de Arte Postal
Só não faço isso
porque poder e dinheiro
eu não tenho,
e se isso acontecesse
seria como sementes
de Pau-Brasil
espalhadas ao vento:
Ah! Se eu pudesse
enviaria poesia
e arte nos Correios
todo dia mesmo
que não chegasse
no destino final.
Juro que não faria
nenhuma queixa
porque estariam
cumprindo a missão
de se tornarem
utopia por toda
a parte de fazer
da arte e da poesia
ainda maiores
do que elas são.
Poesia e Arte
devem encontrar
sempre novas rotas
para que alcancem
as mãos generosas
dos meus irmãos.
Araponga minha
que canta alto
em Santa Catarina,
Não tenho dúvida
que você tem tudo
de amor e poesia,
Enquanto eu ouvir
o seu canto de amor
minh'alma na vida
nunca estará perdida.
Não tenho vocação
para Ofélia flutuando
no rio da História,
Nasci para ser soldado
em todos os campos,
Com toda e merecida
pretensão nasci
para ser sua e como
o Acropora solanderi
nasci para me espalhar
nas profundezas
do seu misterioso mar.
Nas cercas desta terra
não tenho visto mais
a Jarra-açú florescida,
A insuperável nostalgia
ainda em mim habita,
Ouvir a música do final
do mundo e resisto
em não dançar porque
eu me autodesafio
no trapézio do destino.
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