Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Se não for nessa vida, espero que então haja outras. Tenho tanto amor guardado pra você. Me explica então, por que tremo e todas esses compassos do meu coração? Se não for seu o que guardo aqui, que o verdadeiro dono venha buscar.
Se eu não tenho o que quero ter e perder o que não tenho, nunca terei o que eu quero ter e não tenho !
(…) regras não servem pra mim. Não tenho vocação pra bailarina, tenho fobia de linha reta, tenho o corpo livre, o espírito solto, sou do mundo, das pessoas, das conquistas, das novidades, vou construindo fatos e lembranças nas esquinas. A vida que tem lá fora gritou e eu não ouvi. Agora me movo a passos curtos, ziguezagueando por entre mudas de flores recentes que querem ser botão. Eu quero ser flor: quero terra viva que se mova e me faça mover.
Não tenho tempo para sentimentos falsos e superficiais. Eu amo do meu jeito,estranho, mas amo. Foi assim que aprendi. Talvez eu mude, mas no momento é o melhor que eu posso ser. Por isso me orgulho de tudo que fiz, de todas as escolhas que tomei, de todos os obstáculos que enfrentei. Não importa qual caminho eu vou escolher qualquer que seja ele, será inevitável não encontrar dificuldades e decepções. Tudo sempre vale a pena. Meu maior bem ou mal é levar tudo muito a sério.
Certeza
Olhar ao infinito
E não saber se há certezas.
A única certeza que tenho
É que amei.
É, sim, amei.
Amei, gostei, cantei,
Chorei, gritei, pulei.
Vivi e senti cada emoção
Da forma mais intensa possivel.
Até que cansei.
Tomei.
No cú ? Talvez.
Mas uma expressão menos forte
Seria Ciência.
Tomei ciência.
Mas não de algo que não sabia,
Mas de algo que não conseguia aceitar.
Cansei de correr, sofrer, não ver,
Não ter, não saber, não poder,
E o pior: Não ser, não viver.
Entreguei todos os dias e lembranças que me acompanhavam
Ao acaso,
Como algo que não deve ser remexido.
Juntei cada segundo que
Me fazia ver o dia mais sombrio
Como o mais lindo, mas também,
Juntei todas as horas incessantes
Que me faziam sentir a mais
Terrível angústia da incerteza
Que me tirava toda alegria de viver.
Então vivi!
Sorri, senti, morri, sim,
Morri, mas vivi!
A certeza?
Portas só se abrem e só se fecham
Por seus respectivos donos.
Há momentos em que precisamos
Morrer, e então, nascermos
De novo.
Tenho fãs melhores e em maior número do que mereço. Não entendo como nem porque, mas agradeço a Deus. Quem começa a trabalhar comigo sempre se surpreende. Acho sintomática esta surpresa e cumprimento todos os "de fé" com um piscar de olhos imaginário: nós conhecemos a força da teia que tecemos. Silenciosamente.
Azar teve Eddie Van Halen. Nunca fez minha cabeça o som dele (pelo contrário, foi um dos motivos que me fizeram achar o baixo um instrumento mais interessante do que a guitarra em 87), mas reconheço sua maestria. Um gênio. Foi um cara seminal na revolução que colocou uma guitarra no quarto de cada adolescente americano nos anos 80 (ok, depois as guitarras viraram computadores, mas isso é outro papo, outra década).
Aquele roquenrrou pirotécnico ficou espremido entre o nervo exposto do grunge e o atleticismo musical de caras como Joe Satriani e Steve Vai. Sufocado entre uma postura mais visceral e outra mais cerebral. É assim na vida e na arte: ciclos, movimentos pendulares, ondas que vêm e vão. Injustificável é que os fãs do Eddie tenham se calado. É raríssimo, hoje em dia, alguém dar crédito ao cara pela influência que teve.
faça uma prece pra Freud Flintstone
acenda uma vela pra Freud Flintstone
sacrifique o bom senso no seu altar
...
esqueça a prece pra Freud Flintstone
acenda a fogueira pra Freud Flintstone
vamos queimá-lo vivo, enterrá-lo vivo
(*) Cazuza cantou que seus heróis morreram de overdose. Imagino que se referisse a Jimi, Jim, Janis... Atemporal, a canção fala das meninas Amy e Cássia, dos bateristas Boham e Moon, dos baixistas Pastorius e Lynnot. Metafórica, ela fala dos carros de James Dean e Albert Camus, dos voos de Steve Ray Vaughan e Buddy Holly, dos mistérios de Robert Johnson e Jeff Buckley, dos absurdos disparos-para-o-coração de Lennon e Cobain. Prematuras, estas mortes condenam os mitos à vida eterna. Todas têm um pouco de encenação da Paixão de Cristo. Adorados, os posters ficarão para sempre imitando crucifixos na "parede da memória".
Há heróis que continuam por aí, fazendo de conta que o tempo não passa (Jagger/Richards e McCartney, por exemplo). E há aqueles que, de uma forma ou outra, em um momento ou outro, saltaram do bonde (o bonde chamado desejo?). É pensando nestes que escrevo: os caras que me ensinaram a ser jovem e estão me ensinando a envelhecer.
Joni Mitchell encheu o saco da forma como as mulheres são vistas na indústria cultural e foi pintar. Bjorn Borg achou que era muita pressão ter que acertar todas as bolas e foi errar um pouco na vida. Leonard Cohen raspou o cabelo e foi ver de perto qualé a do budismo. Roger Waters ergueu, demoliu e cantou (não necessariamente nesta ordem) seu próprio muro. Dylan por várias vezes saltou do bonde (a primeira: depois do acidente de moto em 66; a mais recente: o mergulho no trabalho, na Never Ending Tour).
O que há de comum nestes exemplos? Eles acharam que o solo estava muito duro, seco demais para receber sementes? Acharam que a esponja não absorveria mais nada por estar molhada demais? Pode não haver nada em comum, eu posso estar forçando a barra... mas realmente acho que estes caras assumiram as rédeas, traçaram os próprios rumos. Parece pouca coisa? Só para quem nunca fez isso.
09ago2011
Loucuras e doideiras fazem parte do meu mundo. Fingir ser o que não sou não é a minha praia. Tenho a personalidade muito forte e não abro mão dos meus conceitos e muito menos dos meus princípios. Eu posso ser chata, idiota, ignorante, e arrogante mas eu nasci, cresci, e vou morrer assim.
Minha vida toda é um enorme quadro negro. Mas não se preocupe, tenho bastante giz e alguns apaga-dores de sobra!
Há coisas que eu realmente não gostaria de ter visto. Então eu tenho que fingir que não vi. Só assim, a dor é mais reduzida.
Sem você, sem inspiração-Sem você, sem humor- Sem você, sem chão- sem você, ah.. Sem você não tenho nada'
Para falar a verdade, não tenho apreço pelo passível de erro. Concebo os erros como um caminho possível para os futuros acertos. Assim como a noite precisa do dia para cumprir o seu ciclo. Como já disse algumas vezes, tudo precisa do seu contrário.
O vento soprou e levou tudo, não tenho ninguém, não sou mais ninguém... Tempestade, vendaval, traz aos poucos com a brisa tudo que foi levado de mim...
Eu não te amei, eu não te amo, mas eu sinto sua falta, eu tenho saudade de infinitas noites, das piadas sem graça, do seu cafuné, do ' meu, nosso ' barulho silencioso, do seu cheiro, da sua alma. Vai dizer que isso vem a ser errado? E agora quem vai se importar? Já não posso, já chega pra mim, ou havia chegado, nem sei mais.. Por enquanto vou inventando tua presença, teus cafunés, tuas piadas, teu cheiro e tua alma. Deixando os estranhos tomarem conta de mim, do que ficou comigo.
Fico triste por não receber noticias de quem tenho saudades, só recebo respostas quando faço perguntas, quando o que realmente me faria feliz seria noticias ou declaração de saudades espontânea, mas nem tudo é da mesma forma que sinto e vivo!
PASSAGEM!
Ao sabor do vento caminho eu
Não tenho nem ninho para pousar
Vivo por aí ao deus dará
Se sou feliz? Quem responderá
Se a felicidade é uma estrela ?Quem alcançará
Vou num anda-que-anda
Sem ter onde chegar
Vô contando passo
Buscando um riacho prá nadar
Como folha seca deixo me levar
Sem eira –nem - beira
Prá qualquer lugar
Não preciso de muito prá me agrada
Sou só um viajante nessa vida
Há...por que não Levo bagagem?
Nessa vida só tô de passagem.
( CLEONICE AP. IORI ROSA )
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