Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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⁠"Nas cidades-gêmeas, onde dois mundos se tocam, o gestor é ponte: escuta, traduz, inventa. Entre línguas, leis e dores, ele faz da escola um território possível de esperança."

Inserida por evelin_andino

⁠"Existem dois tipos de mudança: mudar de ambiente ou mudar como olhamos para o ambiente."

Inserida por sadicacarvalho

A PALAVRA EM DOIS CORPOS

Dizem que verbo é palavra de ação, e masculina.
Mas este aqui, inquieto,
quis ser conjugação,
e atende por ela.
Substantivo, que sempre se quis centro,
recusou-se a ser “forma”,
preferiu ser ele,
para que não o confundissem com moldura.
É que às vezes as palavras se cansam
dos papéis que lhes deram.
E quando a língua se rebela,
a gramática vira espelho
e não molda, reflete.
E então passam a viver,
como quem sente
e não apenas diz.
Ele a chama de casa,
mas ela já partiu na próxima conjugação.
Ele é substantivo, deseja ser abrigo,
ela é verbo jamais aceita teto.
Nomeia o que toca,
mas ela toca o que nem sabe nomear.
Ela se move entre tempos,
caminha de infinitivo em infinitivo.
Ele tenta vesti-la com um artigo,
mas ela se desfaz entre modos.
Quando ele diz “sou teu”,
ela propõe um talvez “seremos”.
Ele se enfeita com adjetivos:
forte, gentil, único,
esperando que ela o deseje.
Mas ela abre os botões do sentido
com os dedos da ausência.
Ela quer desatar, deslizar, escapar.
Ele se cobre.
Ela se despe.
Ela vem vestida de advérbios:
Sutilmente, ainda, por pouco.
Mas logo vai tirando tudo:
a pressa, o tom, o tempo.
Ele, fixo no nome, permanece.
Ela, feita de instante, se despe de si.
Ele se afirma nos pronomes:
Eu sou isso.
Tu és aquilo.
Ele é alguém.
Mas ela apaga os limites
quando age, qualquer um pode ser ela.
Na sua fala, os sujeitos se dissolvem
como tecidos sobre o chão.
Ela atravessa preposições
como quem abre zíperes.
vai por, desce com, some sem.
Ele espera em.
Ela dança entre.
Ele precisa de forma,
ela, de corpo aberto ao instante.
Ele suplica conjunções:
“E se o silêncio fosse só uma vírgula?”
“Se ainda coubéssemos na mesma frase?”
Mas ela apenas sussurra: “Embora.”
Ele quer que o sentido se estenda,
ela prefere que o silêncio desça
como alça que escorrega do ombro,
sem precisar de ponto final.
Ela explode em interjeição.
Não cabe em estrutura.
Grita “agora!”,
sussurra “vem…”,
escorre em silêncio.
Ele tenta entender.
Ela já virou suor.
Ele se anuncia com artigo:
o que precede,
aquele que esperou ser nomeado no toque.
Mas ela não lê rótulos nem prólogos.
Chega como quem interrompe a espera,
e sai sem fechar o fecho,
deixando o sentido entreaberto.
Ela conta as vezes em que cedeu,
não em ordem,
mas no intervalo onde o tempo se curva.
Nenhuma entrega se repete,
nenhuma ausência tem número.
Ele guarda o eco de algo que quase foi,
mas ela sempre escapa antes do ponto.
E seguem:
ele, com frases por terminar;
ela, com conjugação que não cabe na linha.
Entre um toque e um tempo,
a palavra tenta contê-los,
mas o tempo do verbo
nem sempre conjuga o sentido do substantivo.

Inserida por WMAGNOR

⁠Nós dois seremos esquecidos, mas pelo menos eu terei sido livre.

Olhos de Wakanda (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠Todo relacionamento pressupõe troca, um escambo de favores, de maneira que os dois polos se seduzam mutuamente, relegados às próprias surpresas.

Inserida por pensador

⁠As redes sociais acirram dois sentimentos muito brasileiros: inveja e medo. Invejamos os de cima e tememos os de baixo.

Michel Alcoforado
Furtado, Thyago. Michel Alcoforado disseca a elite brasileira em “Coisa de Rico": "Todo mundo quer parecer mais rico do que é". Vogue, 2 set. 2025.
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Inserida por pensador

Solidão a dois: o silêncio que machuca mais que a ausência. ⁠Nem sempre a dor está na ausência física. Às vezes, está no olhar que não vê, na escuta que não escuta. Entenda por que o abandono emocional silencioso pode ser mais doloroso do que estar só.

Inserida por psicologalilianecarv

A mulher é o cigarro do homem que luta;
E o homem que carrega os dois
Já está condenado a ser feliz — que sina.⁠

Inserida por WalyssonLima

⁠A busca por conhecimento é uma faca de dois gumes!

Há princípio, ele nos liberta da ignorância, mas também pode nos aprisionar numa busca interminável pelo saber.

Inserida por apollo_nascimento

⁠Sonho de Nós Dois

Em cada amanhecer, vejo teu sorriso,
Um raio de sol que ilumina meu aviso.
Teus olhos são oceanos, profundos e sinceros,
Neles navego sonhos, segredos e mistérios.

Teu toque é suave como a brisa da manhã,
E em teus braços encontro a paz que me afã.
Cada palavra tua é uma doce canção,
Que embala meu ser e toca meu coração.

Nosso amor é um vinho, maduro e intenso,
Cada gole é um brinde ao nosso imenso.
E nas noites estreladas, sob o manto da lua,
Prometo te amar, minha eterna fortuna.

Caminhando juntos por sendas floridas,
Teus risos são flores em minhas vidas.
Quero ser o artista que pinta teu céu,
Com cores de amor que refletem o véu.

Então venha comigo, vamos dançar no ar,
De mãos dadas, juntos, prontos para amar.
Porque você é meu tudo, minha razão de viver,
E em cada batida do coração, quero sempre te ter.

Inserida por alessandro_ferreira

Um pensamento vem em busca de outro, dois pensamentos se encontram no caminho. Os dois têm o mesmo objetivo, de realizar um sonho grande daquele encontro maravilhoso tão esperado.⁠

Inserida por Edpoeta74

"Dois Mundos na Mesma Cidade"

Na mesma cidade, separados apenas por um rio, viviam dois jovens de mundos completamente diferentes. De um lado, morava Lucas, filho de uma família humilde, acostumado desde pequeno a trabalhar para ajudar em casa. Vendia balas no sinal, fazia pequenos serviços, sempre com um sorriso no rosto, mesmo sabendo das dificuldades que sua família enfrentava todos os dias. A casa era simples, os móveis antigos, e o futuro, incerto. Mas ele tinha sonhos: queria estudar, viajar, mudar de vida.

Do outro lado do rio, morava Helena, filha única de uma família rica, cercada de conforto e oportunidades. Tinha os melhores professores, viajava nas férias, nunca se preocupava se teria comida na mesa. Mas, mesmo com tudo isso, sentia um vazio que não sabia explicar. Vivia presa em compromissos que não escolhia, em padrões que não entendia.

Os dois se conheceram por acaso, quando Helena perdeu um colar de família enquanto caminhava pelo parque perto do rio. Lucas encontrou a joia e, sem pensar duas vezes, correu atrás dela para devolver. Ela ficou surpresa com o gesto e, aos poucos, os encontros foram se repetindo: conversavam, riam, falavam sobre a cidade, sobre o futuro.

Helena nunca tinha parado para pensar na vida que Lucas levava, nas dificuldades, na luta diária. E Lucas nunca tinha visto de perto como era a vida do outro lado: os privilégios, mas também as pressões escondidas. Começaram a perceber que, apesar das diferenças, tinham muito em comum — sonhos, medos, vontade de ser feliz.

Com o tempo, criaram um laço forte, mas sabiam que o mundo ao redor não via aquela amizade com bons olhos. Helena ouvia os pais falarem com desprezo de quem morava "do outro lado do rio", e Lucas sabia que muitos do seu bairro não acreditavam que os ricos pudessem se importar de verdade.

A história deles não foi de conto de fadas. Não acabaram juntos, nem mudaram o mundo. Mas mudaram a si mesmos: Helena passou a olhar a cidade com outros olhos, entendendo que a vida é feita de desigualdades profundas que não podem ser ignoradas. E Lucas, mesmo seguindo sua luta diária, ganhou confiança para continuar estudando e buscando seus sonhos, sabendo que, apesar das barreiras, há sempre pontes invisíveis que podem unir os mundos mais distantes.

E assim, em uma cidade dividida, eles descobriram que as diferenças entre as classes sociais não deveriam afastar as pessoas, mas provocar a reflexão e, quem sabe, o desejo de construir uma sociedade mais justa.

Inserida por _Maria_

⁠"Existe dois tipos de valorização:
Quando você é útil.
Quando você é estimado.

Inserida por sadicacarvalho

⁠Dois Completos

Ela era riso, era vento, era grito, ninguém via além do jeito esquisito.
Menina sonhadora, alma exagerada, feia diziam... só mais uma engraçada.

Vivendo entre tentativas e rejeição, adolescente em busca de aceitação.
Até que um dia, como quem não quer, ele apareceu... em frente à casa, de bicicleta.

Não disse nada, só um sorriso calado, os dias passaram, o silêncio, aliado.
Ela esperava, o coração em festa, mas ele, quieto, "tímido" e como quem ainda não correspondia nada.

Foi na sala, com Djavan no ar, que ela tentou o amor declarar; 1⁰ ela colocou "Oceano", mas ele não entendeu, coitado, ela pôs " Fato consumado", queria apenas ser beijada.

Ela o beijou, ele saiu, e em palavras desdenhou: "Era isso que você queria me falar ?" Ele se foi... ela sem ação, foi a procura dele no mesmo instante...

...Uma pedra jogada, num gesto sem nexo dela , e ele? Seguiu ainda mais perplexo, sem entender.
Mas o coração é bicho sem juízo, ele apaixonou-se assim, sem aviso.

Dois loucos, crescendo em confusão, mas firmes, de mãos dadas na contramão.
O tempo passou, fez deles maduros, superaram medos, encararam futuros.

Os filhos não vieram, mas o amor ficou, e como família, a vida os moldou.
São dois, mas vivem como um só ser, completos, imperfeitos, só pra se entender.

Entre lágrimas, risos, noites em claro, apoiam-se no tudo, até no raro.
Não são metades, são inteiros, sim, amam-se no caos, no começo, no meio e no fim.

Ela: " A boneca doida"
Ele: " O boboyo" Eternos apaixonados.

Porque o amor, quando é de verdade, não precisa de molde ou de metade.
Basta ser dois, com alma e defeitos, dois corações batendo do jeito perfeito de cada um , em prol de um amor que não idealiza, mas é realista.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Para o homem, dois mais dois são quatro; mas para Deus, é como Ele quiser.

Inserida por leoazevedobr

A partir de agora haverá dois tipos de humanos: Os que usam a tela e os que são usados por ela.⁠

Inserida por isalmirjose

Espada corta pros dois lados.

Inserida por azbito_otibza

"Existem dois tipos de sofrimento no mundo: aquele que transforma e aquele que nos deforma. A maneira como lidamos com ele revelará se vamos nos prostrar diante da nossa falência emocional ou governar através da resiliência, ressignificando nossas dores para voltarmos a viver."

Inserida por leonardomenin

⁠Valsa sem fim.

Imagino nós dois, dançando acordados,
Ao som de Djavan, com taças de vinho em nossas mãos.
Você vem até mim e me beija —
Seus lábios cor-de-rosa tocam os meus,
Nossas línguas bailam em uma valsa sem fim.

Eu não me canso de olhar-te.
Olhar no fundo dos teus olhos castanhos como cobre
É como olhar o paraíso — se é que isso existe.
Nos seus cabelos, a noite se manifesta:
Uma cortina de escuridão
Que abraça minha alma e me conduz
Por um universo de emoções.

E enquanto dançamos,
Me pergunto:
Será amor, ou só o desejo de não estar só?
Talvez seja ambos.
Talvez nem um, nem outro.
Mas ali, nos seus braços,
Eu existo.

Inserida por gl3nd4_s4nt0s

⁠O fotógrafo e o escritor são dois protagonistas ocultos da história do mundo... Um registra através de imagens e o outro descreve os detalhes da história.

Inserida por adilioemanuel