Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Poetry
Poesias de velho
Uma canção para poucos
De amor sofri quase nada
De dor foi um terror.
Amor meu, criança dengosa.
Minha chata apetitosa
Beije-me, amenos me olhe.
Mais meu bem, meu bem, não vá mais sem dizer adeus.
Poesias para poucos
Uma canção de velhos
De amor jamais sofri
Mais das dores tive todas
Pequena minha, minha outra vez amada.
Não diga nunca, diga sempre, e nunca o fim.
Ser forte é a única saída para os fracos.
Tudo se opõe, todos estão contra,
E simplesmente nasce um sorriso, rasgando todas as divergências,
Mostrando para o mundo que por mais
Que ele consiga causar feridas,
Ele jamais irá parar essa curtição chamada Vida.
"PROCURA-SE: Jesus de Nazare, galileu, 33 anos, moreno, barba e cabelo ao estilo hippie, cicatrizes nas mãos e nos pés. Acompanhado por doze marginais, leprosos e um bando de mendigos, escandalizado as massas com frases tão revolucionárias como:
amai-vos uns aos outros e
perdoai a seus inimigos.
Quem encontrar siga seus passos.
Recompensa: a eternidade."
Que mundo é esse tão cruel que a gente vive?
A covardia superando a pureza
O inimigo usa forças que oprimem
Oprimem
É, vai na paz, irmão, fica com Deus
Eu sei que um dia eu vou te encontrar
Valeu menor, espera eu chegar!
amor é sacrifício, dizem
eu entregaria tudo de mim
todos os dias
pra te ver tão perto
conquistando um mundo que hoje é tão
nosso.
viver sem amor sempre me pareceu loucura
sem o seu, tortura.
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
O livre-arbítrio é a habilidade de escolher tomar decisões por sua própria vontade. “Pois que tem a liberdade de pensar, tem a de agir. Sem o livre-arbítrio o homem seria uma máquina”
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