Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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Eu tenho fogo suficiente sozinha. O que eu preciso é o dente-de-leão na primavera. O amarelo brilhante que significa o renascimento, em vez de destruição. A promessa de que a vida pode continuar, não importa quão ruins foram as nossas perdas.

Sou simples, nem tão complexa. Sou como o mar, tenho meus momentos de calmarias e meus momentos de fúrias. Sou extremamente doce, mas também posso ser amarga. Gosto da primavera, o desabrochar das flores, gosto da brisa do sol, do quente do verao, mas algumas vezes me farei fria como o inverno, mas raramente você me verá assim. Quem sou eu? Ninguém nunca vai saber ao certo, ninguem irá saber tudo sobre mim, sempre vai haver um mínimo detalhe. Gosto do mistério, então desvende-me, descubra mais do que existe em mim, o resultado pode ser satisfatório, ou não.

Vim para lhe encontrar, dizer que sinto muito
Você sabe o quão amável você é
Tenho que lhe achar, dizer que preciso de você
E te dizer que eu escolhi você..

Tenho certeza que Deus ñ coloca ninguém por um acaso na sua vida. de uma forma ou de outra ela faz alguma diferença na sua vida, seja pra coisas boas ou mesmo pra coisas ruins.
Vc sempre vai lembrar daquela pessoa por um fato que aconteceu, um cheiro, um toque um beijo.
ou mesmo pq te queimaram, rasparam teu cabelo ou pela sua. ignorância

Qual é o ponto em que se deve parar? É exatamente o que tenho me perguntado todos os dias. Às vezes tenho a leve impressão de que a vida nada mais é do que um rio com destino certo que te leva para onde ela quer que você vá. Que vai te empurrando sem se importar com os seus desejos, suas vontades... Estou aqui parada e não tenho certeza se é aqui que eu gostaria de estar, se depois de toda essa luta é aqui que eu deveria estar. Mas eu aceito. Sim, aceito. Uma das lições que a dor te proporciona é exatamente essa: aceitação. Você passa aceitar pelo simples fato de que ir contra os fatos causa mais dor. Tudo dentro de mim tem sede de vida, cada parte do meu corpo que dói e pede socorro esta pronta para recomeçar e eu não caibo mais dentro mim. Meus olhos cansados de procurar beleza aonde não têm ficam vidrados com a possibilidade de brilhar novamente, sentada na varanda da minha casa crio mil formas de vencer os meus medos, desafio todos os gigantes com um só sorriso e venço. O mais engraçado é que em todos os meus sonhos mais profundos eu venço, dá para acreditar? Será que eu ainda acredito em finais felizes? Será que o meu intimo ainda espera que a palavra ‘sempre’ exista? Não sei. Tudo que eu sei é que eu ando tão só, tão perdida. Tudo que eu sei é que são varias as noites que me jogo em minha cama e tento chorar. Obviamente não consigo, então grito ou começo a gemer baixinho, um gemido de dor que me assusta e é exatamente em momentos como esse que eu lembro da mesma pessoa. Mas eu sei que no outro dia o sol vai nascer e um novo dia vai me convidar para fechar os olhos e acreditar no final feliz e assim tenho levado a minha vida. Você deve estar se perguntando se não é triste ser assim tão sozinha e desacreditada e eu te respondo: a gente se acostuma..

"EU SEREI AQUELE!
EU TENHO SER AQUELE!
AQUELE QUE IRÁ CAPTURAR UM HUMANO!
ENTÃO EU, O GRANDE PAPYRUS ...
VOU TER TODAS AS COISAS QUE EU MEREÇO!"

Na vida passamos por tribulações, ou momentos de calmaria. Mas, uma coisa tenho certeza: Deus está presente o tempo todo!

⁠Tenho mais de um milhão de motivos para estar triste hoje mas com imagens e palavras de quem amo me ponho de pé e sigo, eu até te agradeceria se você me escutasse.

⁠Atualmente tenho muito mais "passado" que "futuro" na vida, então, melhor é desfrutar cada segundo do presente, sempre observando o lado bom de tudo...

Finjo acreditar em tanta coisa... tenho livre arbítrio, pena que tem gente que esquece desse detalhe: eu faço minhas escolhas.

Flávia Abib

⁠Tenho medo de me conhecer.

Baco Exu do Blues

Nota: Trecho da música Me Desculpa Jay Z.

Ok ... agora quero saber cadê o contrato que assinei dizendo que eu tenho que ser legal sempre.

Tenho esse simples problema, sou perfeita demais... Sou amiga demais, sou irmã demais, sou filha demais, amo demais quem não me ama, corro atras demais. Essa imensa vontade de fazer todo mundo feliz, tentar fazer as pessoas sorrirem, ser a melhor amiga, ser a melhor em tudo. Acho que é por isso que ninguém dá valor.
Acordo com o cabelo pra cima, não tenho olhos claros, sou indecisa, ciumenta,, não tenho um nariz perfeito, sou ansiosa, as vezes ignorante, nem sempre sou paciente, tímida demais... Mas, mesmo assim, sou perfeita. Posso não ser perfeita para você, e nunca tentarei ser perfeita pra você, eu sou perfeita pra quem quiser, não vou mudar por ninguém, nem pelo meu amor, goste de mim ou não, isso já é um problema seu.

Percebo que sou um caipira preso na liberdade de Goiânia. Tenho vontade dar uns cascudos na cabeça de quem plantou prédios, um lado do outro, no Setor Bueno. Penso que o pior lugar de Goiânia para se morar é aqui. Idiota de quem o inventou cheio de arranhas-céus de narizes arrebitados.Até a lua nesse lugar só aparece acima dos prédios. A impressão é a de que a lua do Setor Bueno é diferente de outros lugares; já surge no zênite. (Do livro de crônicas Romanceiro de Goiânia - Doracino Naves).

Tenho cada uma das minhas histórias cravada em mim. Cada momento que vivi faz parte da minha história, da minha vida, das minhas experiências, de mim. Com o tempo fui aprendendo a não tentar arrancar nada de dentro de mim, e sim a valorizar o que vivi, a aceitar as falhas, enaltecer as vitórias, e a ter fé num presente e futuro cada vez melhor. Amo o que ficou no passado, mas amo mais ainda o que ainda está por vir!!!

Tenho um orgulho absurdo de ser quem sou. Já fui pisoteada várias vezes... mas, nem por isso, deixei de acreditar em dias melhores. Admiro a minha força, sabe por que? porque sou uma sobrevivente que jamais precisou enganar ninguém para ser feliz.

Tenho pena em especial dos jovens do século XXI.

Luiz Felipe Pondé
Da alma e dos ossos: aforismos de crítica cultural: uma ciência melancólica. Rio de Janeiro: Edições 70, 2025.
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⁠Tenho escrito tanta coisa.
Tantos textos tristes.
Sobre o que perdi, o que estou perdendo, e o que ainda vou perder.

Às vezes me pego achando que estou me tornando um escritor.
Cheio de ideias.
Um cientista da dor.
Alguém que entende o peso das palavras e os silêncios entre elas.

Penso que talvez eu esteja ficando mais inteligente.
Mais lúcido.
Mais capaz de observar o mundo com uma clareza que antes me faltava.
Mas, no fundo, o que mais vejo — o que mais sinto —
é a minha tristeza.

Ela está em tudo que escrevo.
Mesmo quando tento falar de outra coisa, ela escorre pelas entrelinhas.
Como se fosse a única coisa que realmente não me abandona.

E é estranho isso:
transformar dor em frase,
solidão em parágrafo,
falta em ponto final.

⁠Tenho ciúmes. Sim. Tenho ciúmes que começou lá atrás. Quando vi meu pai olhar com interesse por outra mulher que não era minha mãe. Está aí a base de toda dor causada pelos meus ciúmes.

Viver cativa acenando do balcão real é igual a viver confinada no porão. Tenho sonhos.
Preciso realizá-los. Então, se for para escolher… Eu escolho a mim.