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Nao sei o que fazer tenho dois Amores

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Tenho afetos, desafetos, bom e mau humor, crises existenciais e paz de espírito, amo e sinto raiva da mesma pessoa, sou boa e má, positiva e negativa, altruísta e vingativa.
É claro que gostaria sempre que o meu melhor lado sempre estivesse on, sempre no volume máximo e nunca mudasse de emissora. Mas nem sempre é assim. Gostaria que meu lado coração e alma se sobressaíssem sempre na espontaneidade, mesmo nos momentos escuros, mesmo nos momentos não salutares. Não gosto de reprimir raiva, não sou adepta ao "tudo bem", "não é nada" quando na verdade está tudo péssimo e tenho tudo. Não gosto de não por para fora o que sinto, mesmo que seja injusta, mesmo que pegue pesado, mesmo que ofenda ou brigue, xingue, grite. Eu não sei me calar se me sinto mal, se me sinto desdenhada e não querida, se me sinto a mosca do cocô do cavalo do bandido e o pior de tudo, sentir tudo isso vindo de alguém que amo, que curto, que admiro. Eu sei, eu sei, não sou só eu que tenho altos de baixos, meu companheiro, meu amor, minha vida também. Não sou só eu que tenho maus momentos, ele também tem, então o que fazer. Esperar o momento oportuno, não se precipitar em jogar palavras no momento de raiva, ser sincera ao ponto de ser cruel, querer destruir e vencer numa briga de casal que muitas vezes começa por motivos bobos e que podem ser contornados.

Tenho esperança de continuar vivo. É vivo que a gente fortalece essa luta.

⁠Hoje estou no controle porque quero estar. Eu tenho meus dedos no interruptor, mas vivi uma vida inteira ignorando o controle que tenho sobre meu próprio mundo. Hoje é diferente.

Eu tenho a alegria de viver, a força da
esperança, a inocência de uma criança.
A garra de uma loba, o faro da felina,
carrego dores, mas também amores,
desvio de olhares que ferem a alma,
e busco aquele olhar que aquece o
coração.

Tenho nojo de acomodação, mas tenho apreço pelos acomodados que precisam apenas ouvir a palavra certa na hora certa para mudarem de direção.

"Tenho o olhar atento e penetrante, movimentos calmos e pensamentos rápidos, ágil no escuro e muitas vezes com atitudes imprevisíveis, mas verdadeiros. Sentidos aguçados e personalidade forte, mas sou dócil com os amigos, quero sempre vê-los sorrindo e protegidos. Porém fico extremamente em alerta com estranhos, necessito observa-los antes. A curiosidade pode me matar, mas não tenho medo, prefiro saber o que tem do outro lado. Sou assim... como um felino, brincalhona ou agressiva, esperta ou preguiçosa, carinhosa ou selvagem... tudo depende de como você olha para um gato, ou para uma mulher gato." Mayke Franz (Nikita Fride - SL)

Eu tenho pensamentos confusos,
Minha autoestima às vezes me magoa...
Apesar de tudo isso, sou culpado?
Agora só condigo pensar em como eu consegui a tal, a única pela qual devo minha vida, aquela que tanto amo... vendo-a partir... E sim, a culpa é minha

"Dentro de mim, no entanto, tenho algo que supera a aparência. Todo o resto é adorno, enfeite da dor."

Eu tenho os amigos mais fiéis do meu lado, a família mais, os melhores aliados.

Nunca empreste livros, pois nunca vão devolvê-los. Todos os livros que tenho em minha biblioteca são livros que outras pessoas me emprestaram.

As pessoas que me agradam são por valores que tenho, mas as que me visão, são por invejar o que querem.

Odeio gente falsa, mas infelizmente tenho que conviver com pessoas assim diariamente.

É que a minha mente é uma loucura,
feito um passeio no inferno.
Eu só tenho uma pergunta:
Por que está tão sério?

Eu tenho esse sentimento no meu peito. Parece um calor, mas também quer explodir ou algo assim.

Assim como uma árvore tenho minhas estações.Troco de folhas,renovo as flores que há em mim.De vez em quando os ventos balançam suas folhas...suas flores,Mas não quebram raízes

Tenho que aceitar.
Meus sentimentos estão embaraçados em uma escuridão (desconhecida) por mim mesma. Lá no fundo não sei bem explicar o que está acontecendo, as pessoas à minha volta não percebem que meus dias estão sendo de trevas. Prefiro calar-me. As vezes é melhor do que tentar explicar o (inexplicável)
Ninguém entende muito bem o que se passa dentro de mim, é algo barulhento, e solitário que apenas (eu) sei narrar. Por alguns instantes me sinto leve, por outros me sinto carregada à ponto de sair gritando por apenas (um) motivo; me encontrar.

Estou feliz: Tenho tido amizades tão românticas e ainda tenho algumas saídas.

(...) minha tese é de que tenho mais chances de ler um livro que esteja aqui em casa do que outro que ficou na livraria

Equação para uma vida...

Tenho tanto para aprender e o tempo passa ora muito rápido, ora lento e penoso.

Por vezes gostaria de encontrar um atalho para saber mais sobre a vida, e admito, sem egoísmo, continuo a perseguir um significado para minha própria existência e isso tem um custo elevado, às vezes me sinto já sem crédito, usando uma forma onerosa de cheque especial, já sacando a descoberto.

Essa busca não é resultado de uma crise qualquer, é bem mais antiga, remonta à minha consciência, quando comecei a perceber que havia algo além do meu quintal.

Admiro as pessoas que conseguem viver e se preocupar apenas com o dia presente, que por si só, nesse tempo onde tudo é tão rápido e complexo, já é muito.

A equação, em tese, é simples:

Viver o dia de hoje + não sofrer antecipadamente + pensar menos + não guardar mágoas + admitir os próprios limites e os dos outros + indignar-se de maneira seletiva e encarar as boas batalhas + aceitar as paixões + uma boa dose de fé sem fanatismo.

Não há um mestre da vida modulando fascículos do que é viver, as escolhas que fazemos prevalecem.

Pensei um dia que sofria a vida, é difícil aceitar que seja assim quando se admite que apreender não é necessariamente sofrer.

Quando ficamos mais velhos, permanecem duas ou três perguntas. "Quanto tempo ainda tenho?" e "O que fazer com o tempo que me resta?"

David Bowie
PARELES, Jon. David Bowie, 21st-Century Entrepreneur. The New York Times, 9 jun. 2002.