Não sabe o que quer
Às vezes, quem não sabe o que quer se perde nas próprias incertezas e, sem perceber, afasta o que mais desejava. A falta de clareza transforma momentos valiosos em lapsos de dúvida, e quando finalmente percebe o que perdeu, já é tarde demais para voltar atrás. O destino, muitas vezes, apenas observa, dando espaço para que o egoísmo ou as inseguranças tomem a dianteira, enquanto aquilo que poderia ter sido eterno se desfaz.
O egoísmo, ao se concentrar apenas no desejo próprio, impede o compromisso, e ao olhar para trás, a dor não vem da perda em si, mas da constatação de que o que sempre quis estava bem ali, ao alcance. A indecisão e o egoísmo fizeram com que não enxergasse. O que restou foi a lição amarga de que, às vezes, o que não sabemos valorizar é exatamente o que mais desejamos.
E que fique exclarecido: Eu não coloco meu coração nas mãos de quem não sabe o que quer.
Ou voce ajeita isso...Ou eu me ajeito!
A verdade é que a gente não sabe o que quer.
Se está sol, falta chuva. Se está chuva, queremos o sol. Se está calor, preferimos o frio. Se faz frio, mudamos de opinião. A verdade, é que ninguém tem uma certeza definitiva.
Sempre quando criança me perguntavam sobre as minhas preferências e a inocência deixava-me responder todas as perguntas. Mas quando a vida vai passando, o vento vai soprando contra a correnteza e limpando todos os traços da surrealidade, você aprende, por bem ou mal, que ninguém tem uma opinião formada sobre tudo e nada é mais certo como um picolé aos seis anos de idade em um dia de calor.
Ninguém que tem como comida favorita a sopa, vai querer toma-lá em um dia de calor na praia. Alguém que prefira a cor azul, não vai usa-la todos os dias. Ninguém quer uma tarde de chuva para passar o dia no clube, nem que a chuva seja sua inspiração.
Queremos o calor para ir para a praia e tomar um sorvete, queremos o frio para ver um filme sobre as cobertas, a chuva para sentir a presença de alguém.
Deu pra entender o sentido? Nós não somos lei, não somos imposição. Somos um sapato que dança no ritmo da música. Um carro numa pista de mão dupla. Uma folha. Uma folha que voa conforme o sussurro das árvores.
Se não sabe o que quer ,então não insista ! Pois será um fracasso e daí criará um novo trauma ,no corpo cheio de marcas.
Parafraseando Cheschire, o gato: Quem não sabe o que quer seu coração, repousa seus impulsos em qualquer lamaçal de desejos. Quem não sabe onde chegar, perambula de porta em porta em busca de outros corações vazios.
A natureza indica o sentido da felicidade e da vida, mas triste é o homem que não sabe a onde quer chegar.
Mais que um ponto final, numa mesma história, vira reticências. Quando você não sabe o que quer, a vida fica chata...
Não sei e nem quero saber, quando e como hei-de morrer. Só sei que a vida irá de realizar as belezas dos meus encantos.
Tu me fazes falta, não sei se te quero,
Não sei se te amo, não sei se te odeio...
Quero esta contigo, mas fujo de ti,
Tenho necessidade da tua presença,
Tenho ímpetos de abraçar-te e beijar-te,
Te adoro, te quero, preciso de ti,
Não sei se te amo, não sei se te odeio...
Te sinto desejando carinho,
Quero afagar-te e beijar-te de mansinho,
Sonhar sossegada junto de ti,
Abraças-te forte, ver teu sorriso,
Sonhar as teu lado mesmo estando acordada.
O mais lindo sonho viu ao teu lado,
Não sei se eu te amo, não sei se te odeio...
Só sei que eu preciso de ti...
Não sei o que eu quero, não sei se te quero, não sei. Não me entendo e nunca entendi, e não espero que você faça isso por mim. Quando estamos longe, te quero, quando estamos juntas, já não quero tanto assim, não tenho certeza, não tenho tanta vontade e não sei, por isso eu fujo, por isso faço você ir embora, e você deveria ir, de verdade, você deveria fugir também, sou instável, boba e idiota, já te magoei e vou magoar futuramente, você sabe, as coisas não são fáceis para mim, há dias em que tudo o que eu quero é desaparecer, só para não ter de lidar com minhas incertezas, e há dias em que tudo está tão claro quanto água, estes, por sua vez, são raros, e passam rapidamente, são períodos de paz, amostras do que é ser uma pessoa normal por algumas horas, ou no máximo um dia, mas cedo ou tarde as coisas voltam, as dúvidas, a melancolia e a vontade de fugir de mim mesma, estas, duram uma eternidade, acostumei, mas não deixa de doer um segundo sequer. Nunca aprendi a ser eu...
