Nao quero Viver na Ilusao
Um dia ouvi dizer que nós jovens, somos imaturos e até incapazes de amar, pois não conhecemos a vida e por isso não podemos nos entregar totalmente, falam que somos inadequados, rebeldes, e até insensiveis com tudo...
Dizem que o amor é para adultos e pessoas que conhecem o sofrimento, pois assim elas podem discernir o que é amor ou não.
Mas esquecem queo amor é para todos, e que todos sem exceção já amaram desde uma criança até um idoso, todos somos dignos de amar, todos somos inadequados, porque todos ja foram jovens, todos ja foram inadequados e inesperientes, pois o amor faz a pessoa crescer, amadurece o ser humano quer seja ele jovem ou nao!
Então antes de dizerem que jovens nao sabem amar, lembrem-se que vocês também ja foram jovens e amaram como nós, lembre-se que talvez nós sejamos mais capazes de amar do que vocês, pois ainda não fomos corrompidos pela sociedade, não sofremos a transmutação do sofrimento, e me atrevo até a dizer que nós amamos mais até do que vocês porque não temos receios nem reservas, nos entregamos de corpo e alma, e se sofrermos, ah, a vida é assim mesmo!
Portanto amem sem reservas, sem medo, sem receio porque não coisa mais perfeita do que o amor, vivemos em uma epoca que falta amor, e somente com o amor venceremos a dura batalha que a humanidade luta(contra si mesmo)!
Termino aqui este texto na esperança de ter tocado o coração de alguma pessoa, porque o mundo precisa de nós, precisa do amor de todos jovens ou não, somos o futuro mundial, temos que ser regidos apenas pelo amor!
Para finalizar mando um beijo para minha namorada priscila, pois foi ela que me inspirou e me mostrou o amor, e o poder dele...
O amor dura para os fortes, para os que não têm medo de passar por obstáculos, por rotina, por empecilhos, por dificuldades e, também, por infinitas alegrias.
Você pode ser uma pessoa super charmosa, educada e inteligente, mas se a outra não for equivalente, ela não vai perceber, o quão valioso você é.
O amor deve ser como a respiração.
Não é uma questão de estar amando alguém,
é uma questão de ser amor.
O verdadeiro amor não conhece fronteiras,
Nem preconceitos raciais ou sociais,
Nem divergências religiosas ou interesses materiais,
O verdadeiro amor nasce porque tem de nascer,
Pois é como uma flor que dsabrocha sob o calor do sol,
Para que simplesmente cumpra o seu destino.
Não mexa no meu silêncio, se não puder lidar com meu barulho. Só eu sei o turbilhão de vozes que habitam dentro de mim.
A amizade é a única folha da vida que o vento não leva, a distância não separa e o tempo jamais consegue apagar.
A única linguagem que Deus
ouve é o silêncio do amor...
O silêncio não é o amor
mas um preâmbulo para o amor.
Quem ama cuida,
se doa, perdoa
e não magoa.
Quem ama trata,
protege, dá atenção.
Quem ama liberta, encoraja
em qualquer situação.
Quem ama nunca faz
sofrer o seu coração.
As coisas mudam, quer você queira ou não. Você só tem que escolher: Adaptar-se as mudanças ou sofrer com elas.
Sobre estar sozinho…
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência e pouco romântica por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.
Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Você reclama que não tem amigo a qual você possa desabafar , sendo que o autor a sua vida está pronto a te ouvir 24 horas por dia.
Uma mãe é para 100 filhos e muitas vezes 100 filhos não são para uma mãe. Nunca despreze ou troque sua mãe por amizades passageiras. Só conhecemos o valor de mãe quando a perdemos. Filho que despreza a mãe, um dia a vida irá desprezá-lo também. Saúde e paz!
