Nao quero Viver na Ilusao
É através do amor que recebo
de pessoas verdadeiras que
mantenho a vontade de viver
em plenitude.
Se a dor chegar uso o tempo
da melhor maneira, pois sei que
ela vai passar.
Então ,apesar de tudo conservo
minha essência sem perder a
decência mesmo com leve
toque de inocência.
Amor eterno amor.
Viver sem amor...
Morrer por paixão...
Ainda assim viver para amar.
Sempre amando
Para sempre se amando.
"VIVER É A COISA MAIS RARA DO MUNDO. A MAIORIA DAS PESSOAS APENAS EXISTE"
Felicidade não tem segredo. Mas só sente quem está vivo. E não quem finge, como grande parte dos indivíduos. Oscar Wilde profetizava que “viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”. Algumas felicidades são tão compridas que não cabem na boca. Nem nos sonhos.
Sabe aquele bombom recheado com mousse e licor, foi abocanhado pela gula. O sorvete de cerejas com nata, escorrendo sem vergonha casquinha afora, evaporou. O por do sol multicor todo oferecido, esticando os últimos raios, pra seduzir quem o observava pasmo, foi dormir no meio de alguma nuvem vestida de edredom.
Já repararam nas músicas sobre felicidade? “Tristeza não tem fim; felicidade sim.” “A felicidade é como a pluma que o vento vai levando pelo ar.” “Felicidade foi embora e a saudade no meu peito ainda mora.” É felicidade que não acaba mais, se multiplicando nas letras da MPB.
A publicidade de um refrigerante todo esfuziante bota pra cantar em seu slogan e música. “Abra a felicidade, vem curtir comigo o dia já vem.” Marcas em profusão alardeiam a propriedade com firma reconhecida deste sentimento que, junto com a paz, é um dos mais cobiçados nesta vida.
Felicidade é êxtase. Paraíso. Levitação. Ir embora para Pasárgada e se esquecer de voltar. Mergulhar os pés depois de andar pela areia quente num abraço de mar, fresco e generoso. Ver o bebê arrotando, finalmente, depois de tomar com gosto a mamadeira dos deuses.
Reflexão espinhosa: dá pra ser feliz assim, com a alma nua e crua, andando sem pressa pelas estradas do acaso, apenas de mãos dadas com tão acalentador sentimento. Você consegue?
A inspirada escritora Adriana Falcão jura que “felicidade é um agora quer não tem pressa nenhuma”. Então, para com o reboliço, fica quieto, sente as vibrações em torno, apenas curtindo esse estado de nirvana explícito. Será que a ansiedade aguenta? — há controvérsias.
O filósofo Nietzsche atira seus dardos: “A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez”. Fernando Pessoa revela “Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”. Por sua vez, Drummond rasga o verbo e arremata: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”.
Pronto, ferrou. Precisava o Drummond nos colocar contra a parede das nossas aflições, fixar bem nos nossos olhos e dizer de um novo modo, conforme a parodia a seguir. Será que você consegue ser feliz à toa? Dono e proprietário exclusivo daquela felicidade virgem de carências, satisfeita só por constar nos experientes e folheados dicionários de lexicógrafos. Tem resposta pra isso, ou não?
Antônio Houaiss, mestre Aurélio, dentre outros dicionaristas sagazes nunca desistiram de correr atrás, como crianças caçando borboletas, da semântica dos vocábulos.
O que é mesmo ser feliz, hein? Ir a festas, bares, baladas, tomar todas, ficar com todas e todos, mexer o corpo até o sol raiar e o sono apertar. Que noitada, rapaziada. A cabeça mais inchada que a mitológica hidra, jura se vingar por todas as ressacas a que é submetida várias vezes durante a semana.
Transar enlouquecidamente é tudo de divino, selvagem e maravilhoso, vai discordar. E aquela bala hightech, puro ecstasy, que te ofereceram na semana passada. Tudo blue, Adão e Eva no paraíso, as visões grávidas de estrelas, cujas tonalidades nunca existiram no espectro solar. Vai entender.
A felicidade também é se agarrar com uma “branquinha” enrolar uma “verdinha” em forma de canudo e aspirar à onipotência de existir sobre todas as criaturas. Quanta inteligência repentina. E o cheirador fala sobre todos os assuntos, com imensa desenvoltura, como se tivesse passado dois anos de jejum absoluto, só ruminando bibliotecas direto do imponente e austero móvel do avô.
Haja sabedoria rodando na barriga, disputando espaço com as já irritadas alças do cólon intestinal. Felicidade é uma calça jeans azul e desbotada, berra um jovem idealista lá dos anos 1980. Banho de cachoeira mineira. Caminhada ecológica sobre feno dourado. Namoro esparramado de frente pra lua, mais redonda impossível. O primeiro beijo, o primeiro sutiã a gente nunca esquece. A primeira surra também. Aí costuramos uma infindável fileira de momentos virginais, feito rosário de novena, em ocasiões distintas do nosso dia a dia.
Passar no vestibular. Oh yeah. Formar-se na faculdade, ostentando a beca e o canudo na maior moral. Conhecer paisagens exóticas, horizontes intocados, aconchegar uma panda contra o peito, imitar passarinhos pra eles comerem alpiste direto na concha da nossa mão.
Uma criança outro dia contou bem baixinho pra sua mãe que gostava de ajudar pessoas sem nome, os meninos e meninas, atulhados de balas e doces, oferecidos na beira dos sinais vermelhos. Guloseimas que juram tornar mais leve a vida dos motoristas. A mãe ouviu e ficou preocupada, com o inesperado despojamento do garoto, que fugiu à cartilha dos ensinamentos paternos e resolveu abrir os afetos para perigosos estranhos. Todos do lado de fora da sua casa.
Walter D.Ehlers, herói de guerra americano, avisava sem alardear: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você”. Acontece que a gente não aguenta né. Não basta admirar a rosa que se expõe irresistível na roseira. É preciso arrancá-la de lá. O passarinho, verde que nem uma folha será um periquito? Direto pra gaiola, já. Condenado a enfeitar na varanda nossas pequenas e esgarçadas alegrias.
Aristóteles sentenciava que “a felicidade é para quem se basta a si próprio”.
No filme “A Felicidade Não se Compra” de 1946, Frank Capra, James Stewart, Dona Reed, se imiscuem nas mensagens que permeiam a obra — cada um de nós é importante sobre a terra. Em “As Duas Faces da Felicidade” (Le Bonheur, 1965) de Agnès Varda, o enredo passeia entre imagens belíssimas e as contradições inerentes ao próprio sentimento, tantas vezes dúbio.
Um campo de girassóis explode em nossos olhos, uma ofuscante sensação se exibe sem culpas nem pudor. Então, dá pra ser feliz escancaradamente, sem achar que está, nos escuros cantos do coração, roubando de alguém uma farta porção de felicidade? Se deliciar longamente, em festas de aniversário, devorando pedaços de bolo com creme, esquecendo-se dos outros convivas.
Egoísmo incomoda como um calo no sapato. O bem-estar e as decorrentes fruições atiçam raiva e inveja em muita gente. Porque riqueza de espírito é algo que não se amealha, nem acumula, como gordas poupanças e investimentos bancários. A felicidade cresce e se anuncia dentro do peito, sem pressa e sem ruído.
O que se faz, entretanto, quando o voraz capitalismo e a publicidade teimam em plantar entre nossos desejos, inimagináveis e avassaladoras necessidades? A grande conquista é ter. Tenho, logo sou. Possuo, logo existo — ecoa a máxima nas luxuosas sociedades.
Uma dúvida: felicidade será irmã gêmea da alegria. Cordão umbilical da satisfação plena. Coro residual de gargalhada altissonante? Vai ver que não. Ela pode ser bem quieta. Discreta, mesmo. Deslocar-se pé ante pé no cotidiano. Deslumbrar-se em silêncio com o húmus das plantas amanhecidas. Os ovos do bem te vi, guardados com cautela, à espera de eclodir.
Felicidade pode ser assim também: uma felicidaaade larga toda a vida, que não cabe na boca, nas mãos. Não se acomoda nos seios, circunda as manhas do ventre, envolve as promessas delirantes das inquietas coxas. Sempre inquietas, essas coxas. Ahhh. Quem aguenta?
Loucura é viver essa relação sem sal.
Loucura é o beijo sem açucar, sem pimenta.
É o beijo de quem apenas cumprimenta.
Loucura é ceder ao cotidiano e perder a intimidade.
Loucura é deixar para depois. É transformar o amor em lazer.
É fazer do amor um passatempo. Um simplório ato de prazer.
Loucura é desconhecer a casa, o corpo e os pontos do outro.
Loucura é viver essa insana normalidade entre quatro paredes.
Loucura é essa extrema lucidez sem fantasias.
Loucura é reprimir desejos e fetiches.
Loucura é acumular tensões e fatigar o amor.
Loucura é perder o toque, o tato, o lúdico da relação.
O verdadeiro sentido da vida?
Acho que você viver sem medo de ser feliz
sempre continuando em frente dependendo do obstaculo.
lutando pelo o que você quer,
seguindo seus sonhos e conquistando
novas coisas... pra assim um dia você olhar pra isso tudo
e dizer ''Valeu a pena''
Quem aceitaria viver tal expectativa? Que amor suportaria tal dor? Só um coração que ama e crê, aceita sofrer pelo amado.
Seja na família, no círculo de amizades, ou no ambiente de trabalho, para se viver ou conviver o necessário é respeito.
Ninguém vai mudar ninguém, mas se existir o respeito o ambiente se manterá adaptável e cada um trabalhava por seu objetivo.
Eu prefiro viver com a estranheza de ser indefinida,
Do que ter a limitação imprecisa de buscar ser o que não sou.
<3
''Talvez viver uma incerteza é mais prazeroso do que estar vazio, inserido dentro de um nada, por um nada e muitas vezes sem saber o porque está ali.
Quando passamos a sentir as coisas que percorrem nossa alma, entendemos a verdadeira tradução da palavra Amor, quando sentimos o que a nossa alma necessita encontramos a direção que devemos seguir, mesmo sem saber o que encontraremos lá no final,nada importa, o que importa na verdade é satisfazer o momento, idealizar o que o coração pede, não devemos ter receios de frustrações, pois são elas que nos ensinam, é na dor que aprendemos a ser mais fortes, é na escuridão que aprendemos a dar valor a luz, luz que a vida nos proporciona com a incrível e simples magia de poder amar outra pessoa, poder sentir a energia que transpassa qualquer entendimento, é no calor humano que afogamos todo frio que o espirito implora por ir embora, é no riso que a boca despeja que encontramos as respostas que por muitas vezes ficam caladas diante de um coração frio e mudo, mudo por aquele que nunca o libertou, frio por aquele que sempre o deixou sem abrigo, alheio ao mundo, sem nunca se quer se importado em aquece-lo, conhece-lo e aproveita-lo, como seu melhor amigo,fiel a tudo que vida pode nos proporcionar. É ele que nos move, que nos mantem vivos, fisicamente e espiritualmente.''
Viver, no sentido ser feliz.
Superar, no sentido conseguir.
Vencer, no sentido lutar.
Esperar, no sentindo ir atrás do que quer.
Todas as coisas tem um sentido de fazer, esperar acontecer não é ficar deitado ou relaxando pra ver tudo chegar aos nossos pés,
Se não tivermos atitudes, força de vontade, nunca iremos vencer sem lutar, a fé em Deus supera todos os limites e faz todos os sentidos da vida se tornarem valorosos a nós!
A vida é tão linda, que poucos dão valor a sua vida, pois a felicidade vem no viver, e viver para mim é esta sempre na presença de Deus!
Há pessoas que têm vergonha de viver: são os tímidos, entre os quais me incluo. Desculpem, por exemplo, estar tomando lugar no espaço. Desculpem eu ser eu. Quero ficar só! grita a alma do tímido, que só se liberta na solidão. Contraditoriamente quer o quente aconchego das pessoas.
Vida?
Porque viver?
Qual o sentido?
n consegui descobrir isso!
Sou um garoto de 17 anos , tive ambições e sonhos , so q em algum momento deixei de ter , passei a ter ódio pelas coisas , vontade de destruir tudo , vontade de matar a todos , principalmente a meus familiares!
Vou completar 18 dia 25 de agosto e nesse dia vou dar um fim a minha vida pois perdi o gosto em viver!
pra mim a vida e um jogo muito mal feito e com objetivos lixosos!
To tranquilo de jogar esse jogo lixo , por isso tomei essa decisão!
Para aqueles q me chamarem de nerd ou de viciado em jogos por to achando q a vida e um jogo , faz 1 favor? vai a merda e aprende a entender duplo sentido!
n vou fazer falta nem uma pois sou mais um fraco e derrotado no meio de muitos outros!
Desisti sim , n me arrependo , n quero mudar isso , quero apenas se jogado em um universo parado e congelado , onde eu n possa ter sentimentos do tipo ódio , felicidade , rancor , raiva , medo , amor , paixão , amizade e companheirismo!
Sou fraco , mais me sinto menos fraco em poder admitir isso!
Bom isso e um adeus , n vou voltar a entrar nesse site!
Um dia agente se encontra bando de fdp :D
