Nao quero Viver na Ilusao
"Você é a única certeza de felicidade na minha vida, mas não sei por que, sempre que dizem seu nome, sinto o contrário.
Só tristeza, pranto, um todo de dor, me pego cabisbaixo.
O seu nome me sequestra o sorriso, e já fora, há muito, o meu relicário.
Você é o café que me aquece a alma, mas não vale o gosto amargo.
É sempre assim, só a ausência, nenhum beijo, um abraço.
Só saudade, em mais um fim de tarde, não lembrou, não lembrará; lembrei, meu eu abandonado.
É pranto em todo canto, te vejo em cada canto, e, a cada lembrança, meu coração se torna mais fragmentado.
Em nosso amor, apostaria cada dobrado, teria um sofrimento dobrado, dobraria a aposta e sairia quebrado.
Ah, meu amor, sonhei tanto um futuro com você, hoje, o meu sonho é ser capaz de apagar o passado.
Olvidar cada olhar trocado, todo beijo, o calor dos corpos, fazer parar gritar seu nome, os lençóis e as paredes do meu quarto.
Confiei em ti, confiei em meu coração parvo.
Eu deveria era ter duvidado.
Pois, você era a única certeza de felicidade na minha vida, mas não sei por que, sempre que diziam seu nome, eu sentia o contrário..." - EDSON, Wikney
"Hoje não, estou sombrio.
Vi alguém com alguém que não deveria estar com esse alguém e sim comigo.
Alguém com alguém, daquele amor sou refém, dera o que era meu pra outrem, amar é sofrido.
Hoje não, estou sombrio.
Hoje não tem festa, nem riso.
Nem piada, nem grito.
Hoje é choro, lágrimas, delírio.
Viver por alguém, sem alguém, é só martírio.
A madrugada é a única que testemunhara de desespero meu grito.
Hoje me ofereceram um trago, uma bebida, um alívio.
Um escape, uma dose, um colírio.
Fiel ao meu sofrimento, ao que sou, ao meu eu lírico.
Declinei; hoje não, logo hoje não; estou sombrio..."
"Não sei se era o vestido vermelho que parava o lugar.
Talvez fosse o cabelo preto, ou a beleza no olhar.
Só sei que eu estava ali e ela estava lá.
A cada vislumbre, troca de olhares, era eu um mero mortal a admirar.
Pensei que a beleza fosse um veneno, pois senti meu coração acelerar.
Linda, dos pés à cabeça, cada detalhe digno de se pintar.
As palavras são pobres para descrever, a beleza narrar.
Sei de muitas coisas, mas o que não sei é se era o vestido vermelho ou a beleza dela que parava o lugar..."
Quem vive ocupando a mente com problemas pequenos não terá espaço para soluções grandes. A mente que se apequena, limita a própria rota. É preciso desafogar o trivial para abraçar o essencial. Senão, a vida vira um acúmulo de nadas.
Quando você evita a verdade para não doer, só prolonga a dor. A verdade imediata machuca, mas cura. A mentira confortável acalma, mas deteriora. O conforto enganoso é o mais perigoso.
Alguns dizem que “não têm sorte”, mas ignoram o esforço mínimo. Sorte é probabilidade; probabilidade aumenta com ação. Quem cruza os braços diminui as chances. Quem se move cria oportunidades.
Muitos querem mudança coletiva, mas não mudam o próprio comportamento. Sociedade é soma de indivíduos. Se cada um melhora 1%, o mundo melhora quilômetros. Mas a maioria prefere cobrar o outro.
Você não precisa ser extraordinário, mas precisa ser comprometido. Compromisso vence talento disperso. A disciplina constrói o que o impulso abandona. Constância é revolução silenciosa.
Você não precisa responder tudo.
O silêncio é uma das maiores formas de inteligência prática. Responder menos evita guerras inúteis. E guerra inútil desgasta o dobro.
Há quem goste da ideia de mudança, mas não do processo. Ideias são bonitas; processos são trabalhosos. E sem processo, não há resultado. Quem não aceita o processo, não merece o desfecho.
A vida não recompensa intenções — recompensa atitudes. A intenção é interna; o mundo só vê o que você faz. Quem vive de intenção vive de boas desculpas. Quem age constrói.
"Diz que já me esqueceu, mas, amor, quando foi que de mim lembrou?
Diz que já não me ama mais, mas, mesmo em meus braços, nunca me amou.
Diz que encontrou alguém para lhe curar as feridas, mas quais? As que você mesmo causou?
Todo aquele que diz lhe amar é só mais um peixe na rede de um vil pescador.
Falácias e mentiras, disfarçadas de carícias, falsas juras de amor.
Xinga, briga, se faz de vítima, me abandonara às risas, foi meu coração que sangrou.
És perfeita no prazer, mas é melhor ainda em causar dor.
Diz que morri pra você, mas é claro, nossa paixão, que era minha vida, foi você quem matou.
Agora vens e diz que já me esqueceu, mas, amor, quando foi que de mim lembrou?"
"Até hoje, meu caro amigo, vivo por alguém que não se abalaria por minha morte.
Até hoje, tento ser, da rainha de minha vida, o consorte.
Certa vez, li que era possível morrer de amor, sem saber o nome do sujeito, o invejei, que sorte.
Viver amando, sem ter quem se ama, é maldição, é sobreviver na fraqueza tentando ser forte.
Venha, sente-se, leia-me, escute-me, me ame, me note.
Da sua ausência, indiferença, já noto cada recorte.
Se quiseres ou se tiveres que ir, vá; mas, por favor, rogo que não volte.
Não me implore, não chore.
Não peça perdão, viva na solidão, seja feliz na sua indiferença, seu esporte.
Encontre seu rumo, ache seu norte.
Me perdi, tentando viver por alguém que, de bom grado, desejara a minha morte..."
Chuva que lava meu rosto mas não lava minh'alma, chuva que devasta, leva, carrega mas me deixa a saudade dela. Chuva forte, barulhenta mais parece uma canção, som de chuva, trovoada, esse é o som do meu coração, ó chuva, lhe peço, leva do meu peito essa solidão, na noite fria o nome dela ecoa como um trovão e se mistura com meu grito de paixão. Chuva fria, gelada, que se iguala ao peito da mulher amada, leva minha paz e meu juízo na sua enxurrada, nessa chuva cada lembrança é uma 'pancada'; chuva, vento, sofrimento... Já não sinto nada...
"Não existem mais milhas para percorrer.
Não existe mais a quem recorrer.
Não existe mais para que correr.
Cansado, exausto de toda essa caminhada, descanso sobre seu seio, consegui, hoje somos eu e você.
Não existe mais indiferença, nem olhar blasé.
Não existe mais amor de um só, não existe solidão, venceu o meu querer.
Sob seus olhos, a infinidade do brilho, vencemos amor, viverei a seu lado, para ao seu lado morrer.
Os filhos na varanda, já ouço os risos, já sou capaz de ver.
Consegui, com versos e rosas, conquistá-la com meu amor clichê.
Acordei do meu doce sonho, ela não quer, fazer o quê?
Desistir de ti é desistir de nós, deverá ser assim, não tem o que fazer.
Não existe amor, não existe prece, não existe um bom Deus, sou incapaz de crer.
Darei descanso para minha pobre alma, sua indiferença mostrou-me: Não existem mais milhas para percorrer..."
O amor de Deus é meu abrigo,
não me abandona, não me critica.
É companhia forte, presença constante,
onde posso registrar toda a minha vida.
Ele me envolve em ternura infinita,
me sustenta quando sou fraco,
me levanta quando caio,
me guia quando me perco.
O amor de Deus é verdade eterno,
não depende de mérito ou condição,
é graça que me alcança,
é luz que nunca se apaga.
Em Seu amor encontro paz,
em Seu amor encontro força,
em Seu amor encontro sentido.
O amor de Deus por mim
é meu tesouro,
meu refúgio,
minha verdade na vida vivida.
Crescer não é esquecer a criança que fomos, mas aprender a cuidar dela em silêncio, sem deixar que a vida apague seus sonhos.
Eu não tenho nada contra você.
E acredito que também não exista em você
qualquer impasse contra mim.
Afinal, ninguém ganha vivendo em disputa,
alimentando maldade, intrigas
ou ferindo uns aos outros.
A vida já é exigente demais
para que escolhamos o peso do conflito.
Paz não é fraqueza,
é sabedoria de quem entendeu
que viver bem é melhor do que vencer discussões.
