Nao quero te Perder Devido a Distancia
Quero abraçar o mundo e dizer:
Vai ficar tudo bem.
Plante. Nunca deixe de plantar luz.
Plante amor e jamais colheras dor.
A dor vem de um plantio
egoísta e sem propósito,
vem de sementes doentes do espírito,
ausentes ainda de luz.
Pai, quero que o tempo volte e lhe conserve,
lhe restabeleça...
Quero que a cada dia ao invés de
envelhecer, que rejuvenesça.
O medo do desconhecido acorda em meu íntimo, quando de uma experiência nova, quero alcançar o que parece longe demais.
Quero rajadas de vento trazendo boas novas, com direito a chuva de carinhos, trovões de profunda alegria e raios de luzes ofuscantes. Para no fim de tudo poder visualizar o arco-iris saturado de cores com uma infinidade de matizes, celebrando a vida. E a alegria de viver.
Quero ser igual a você... usar tudo igual, falar tudo igual... ser linda igual a você quando crescer.
O sentimento nasce em mim, e eu tenho a possibilidade de criar o que eu quiser. E eu quero amor... vibro no amor... creio e vou em busca do amor.
Prefiro sempre o bem querer...
Sempre o bom viver...
E quero dar o melhor de mim!
Afinal, eu nasci para vencer.
Escrevo tudo que sinto, quero tudo o que sonho. A persistência no querer, faz minha mais bonita realidade.
Quero ter os olhos de amor quando olho a vida. Tudo tem lados claros e escuros. Meus olhos percorrem o todo a procura de luz. Uma vez encontrada, fará parte das paisagens que irão se descortinar diante de meu olhar.
Hoje quero a energia do sol, sentir o seu calor e abrir meu melhor sorriso porque se eu quero eu consigo.
Quero que meus filhos creçam saudáveis, tenham sucesso na vida e tenham suas próprias famílias e criem bem seus próprios filhos
Vida para de brincar, já pode me soltar, eu só quero estar em outro lugar, povoar a solidão, dar luz a escuridão...
LILIUM
De longe a observo...
Tão quieta...
Parece distante...
Quero dizer-te:
Tu és meu fascínio
Deleito-me por ti
Oh! Menina colírio!
Vou roubar tu, meu lírio
Para um antídoto
E de ti, fazer uso contínuo
Oh! Menina delírio!
Aproxime-se...
Deste lado também nasce o sol
E corre o rio
Há noite, há plantio
Surgem vaga-lumes, cantam os passarinhos
Venha, minha flor!
Não deixarei te faltar suspiro
Pule a cerca, desvie-se dos espinhos
Só depende de tu teu caminho
Oh! Lindo lilium!
Custa-me sonhar?
Um dia atracarei
Mas... Daqui até lá
Vivo a te esperar
É o que me resta...
Pois não posso te obrigar a me amar
Oh! Pequena flor!
Deixe-me sentir teu calor?
“Baixem as velas!”
Berraria o capitão ao ver teu navio prestes a afundar
Do contrário, com os dedos cruzados
Pobre marinheiro...
Naufragou em auto-mar
Pois do amor, não soube desfrutar
Deixando-te morrer por uma flor
Que não sabes desabrochar.
O vento sopra pra longe
Tudo o que eu acho que quero
Sendo assim, me desespero
E tento correr atrás
Mas nem tudo o que me satisfaz
Parece me fazer bem
Então penso que foi alguém
Que tentou me ajudar
Soprando tudo pra lá
Para que eu pudesse enxergar
E então decidir
Ir atrás do que faz bem pra mim
Mesmo que ele tenha soprado a ti
