Nao quero te Perder Devido a Distancia
Afinal, o que nos mantém de pé quando tudo parece perder a cor? A resposta não está no conforto, mas no sentido.
O Chamado de Deus para os Jovens que Vêem, Velhos que Sonham.
No Antigo Testamento, o profeta Joel (2:28) fez uma promessa ousada: chegaria o dia em que "os jovens teriam visões e os velhos teriam sonhos". Em Atos (2:17), esse texto é resgatado para mostrar que a vida ganha um novo fôlego quando o "espírito" nos incendeia.
Mas entenda a provocação: ter uma "visão" é olhar para o futuro e ver uma tarefa. Ter um "sonho" é olhar para a vida e ver um significado que não envelhece. Sem isso, o jovem se arrasta e o velho se amarga. A pergunta é: você está apenas ocupado ou está realmente indo em direção a algo?
O psiquiatra Viktor Frankl aprendeu o sentido da vida da forma mais dura: sobrevivendo a campos de concentração. Em seu livro Em Busca de Sentido, ele destrói a nossa passividade ao dizer: "Nós não deveríamos perguntar qual o sentido da vida; nós somos os questionados pela vida. Viver significa assumir a responsabilidade de encontrar a resposta certa."
Frankl nos provoca a entender que o sentido não é algo que "cai do céu". Ele é construído em três frentes:
* No que você faz: O trabalho ou obra que você deixa para o mundo.
* No que você ama: A dedicação a alguém ou a uma causa maior que você.
* No que você sofre: A coragem de mudar a si mesmo quando não pode mudar a situação.
Se alguém como Frankl encontrou um motivo para viver no meio do inferno, o que te impede de encontrar o seu no meio da sua rotina? A Bíblia diz que os jovens profetizam e os velhos sonham porque o sentido da vida não tem data de validade. O sentido é o "porquê" que nos faz aguentar qualquer "como". Pare de esperar que a vida te dê um propósito. Dê você um propósito à vida. O que você vai fazer hoje com a liberdade de ser quem você é? O seu tempo está correndo. Responda à vida com coragem.
Não tenho tempo a perder julgando ou condenando as pessoas. Isso é papel da justiça e de Deus. Estou aqui para somar e não dividir!
Eu tenho tanto medo de perder você, 100%, que dói, e aí eu me desespero, eu não sei como te fazer me ouvir, eu já fiz tudo ao nosso redor, mas você não me escuta, nem como fonte nem como eros, e eu quero tanto curar seu coração, quero tanto te fazer ver que eu estou aqui, que eu sou real, ver que você merece alguém real, amor real, que se preocupa, cuida, que mal deixa vc atravessar a rua sozinha, que ruge como um leão para O mundo respeitar você, meu amor é gritante eu sei, mas não é por mal, se você soubesse quem é, entenderia o por que eu sou tão tormento para ti, lembre quem é e eu prometo que permito que vá para onde quiser ir, ou fico ou vou pra sempre.
Diana, deusa lunar.
Não sou perfeito, e talvez nunca seja. Mas meu maior medo sempre foi te perder, porque você é a melhor parte de mim.
1- Chega um momento em que tudo que queremos é somente evoluir, viver em paz e não perder tempo. Lembre-se; quem escolhe crescer precisa de ser despedir de muitas coisas. Valorize que realmente importa, porque a vida é um dia a menos e não a mais. Dias bons ou ruins são temporários. Nunca deixe de ter bom coração, porque que é bom sempre volta multiplicado. Confie no processo e siga em frente que o aparte do começo, o importante é a chegada.
Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.
Perca na vida um minuto, mas evite perder a vida em um minuto. Não tenha pressa em chegar no céu.
F. Meirinho
A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.
