Não Queria te Perder
Um dia a gente aprende...
Um dia a gente aprende que precisamos perder uma " batalha",para ganhar e vencer uma guerra !
Um dia agente aprende..
que precisamos chorar ,para aprender a sorrir..
Um dia a gente aprende que..
precisamos sofrer, para aprender a ser feliz..
Um dia a gente aprende que precisamos recuar ,
para depois avançar e conquistar.
Um dia a gente aprende que precisamos abrir mão de algo ou alguém hoje,
para reconquistar coisa melhor amanhã..
Um dia a gente aprende que é melhor amar do que odiar..
Um dia a gente aprende que é melhor serem "dois" do que "um" para enfrentar e vencer a solidão..
Um dia a gente aprende, que não sabemos nada ou muito pouco sobrê nós mesmos ou alguém que esta ao nosso lado 24 horas por dia...
Ma um dia a gente aprende, que não sabe nada e precisa aprender muito..
Mas um dia a gente aprende que a mentira morre e a verdade vive e sobrevive..
Quem sabe um dia a gente aprende, que precisamos aprender o que não sabemos...
Um dia a gente aprende..quem sabe ?
Texto:
Um dia a gente aprende:
De Gilberto Braga
Permitir-se sentir é correr o risco de perder a forma antiga, para, no fim das contas, nascer de novo com um espaço muito maior para caber dentro de si.
_Enzo Ruchell_
A vida é sobre resistir com dignidade sem perder a fé, caminhando com Amor e Esperança rumo ao proposito e sendo resiliente às adversidades e obstáculos que os caminhos lhe apresentarem!
A verdadeira dor de amar não vem do medo de perder o outro, mas da certeza de que o amor continua existindo, intacto, mesmo quando não há onde repousá-lo.
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
GANHAR O MUNDO E PERDER A ALMA: Uma Leitura Espírita Sobre o verdadeiro Sofrimento Humano, a Reencarnação e o Verdadeiro Sentido da Vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as advertências morais deixadas por Jesus, poucas são tão profundas e perturbadoras quanto esta:
“De que serviria a um homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”
(Mateus 16:26)
Durante séculos, essa frase foi interpretada como uma exortação contra os excessos do materialismo. Contudo, à luz da Doutrina Espírita, ela adquire uma profundidade muito maior. Não se trata apenas de uma crítica à riqueza, ao poder ou à fama. Trata-se de uma reflexão sobre o próprio destino do Espírito imortal.
O homem passa pela Terra apenas por um instante. A alma, porém, atravessa os séculos.
Aquilo que o mundo chama de sucesso nem sempre corresponde ao que o Céu reconhece como progresso.
Enquanto a Terra mede o valor de uma criatura pelo que ela possui, o mundo espiritual a avalia pelo que ela se tornou.
É justamente aí que reside a grande tragédia humana.
Muitos passam a existência inteira conquistando posições, acumulando bens, buscando reconhecimento e aplausos, mas negligenciam a construção do próprio ser. Desenvolvem a inteligência, mas esquecem a consciência. Alimentam o ego, mas deixam a alma faminta.
Quando chega a hora do retorno ao mundo espiritual, descobrem que os títulos ficaram na Terra, os cofres permaneceram fechados, os aplausos silenciaram e apenas a consciência os acompanha.
Foi a isso que Jesus se referiu.
Não à perda da alma em sentido absoluto - pois o Espírito é imperecível - mas ao retardamento de sua evolução e à dor moral produzida pelas escolhas equivocadas.
Os Valores da Terra e os Valores do Céu
A humanidade vive sob duas escalas de valores.
A primeira é transitória.
A segunda é eterna.
Os valores da Terra são aqueles que desaparecem com a morte:
riqueza;
prestígio social;
influência;
aparência física;
poder político;
reconhecimento público.
Não são maus em si mesmos.
O Espiritismo jamais condenou a prosperidade material.
Allan Kardec esclarece que o problema não está na posse dos bens, mas no apego a eles.
A riqueza é prova difícil porque oferece ao homem inúmeras oportunidades de desenvolver orgulho, egoísmo e vaidade.
Os valores do Céu, ao contrário, permanecem além do túmulo:
amor;
caridade;
humildade;
resignação;
conhecimento moral;
fraternidade;
capacidade de servir.
São esses os tesouros que Jesus recomendava acumular.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec recorda que os bens terrestres pertencem apenas temporariamente ao homem. Os bens da alma, entretanto, constituem patrimônio eterno.
Por isso, um pobre pode ser espiritualmente rico, enquanto um milionário pode apresentar-se diante da espiritualidade como um mendigo moral.
A Dor da Alma e o Sofrimento Humano
A maioria das pessoas acredita que sofre apenas por causas presentes.
Perda de emprego.
Doença.
Separação.
Fracassos.
Luto.
Injustiças.
Contudo, a Doutrina Espírita ensina que o sofrimento possui raízes mais profundas.
Em muitos casos, a dor atual é apenas o reflexo de causas anteriores.
Não apenas desta existência, mas de vidas passadas.
Quando observamos o mundo sob a ótica de uma única encarnação, encontramos aparentes injustiças por toda parte.
Por que uma criança nasce cega?
Por que alguém enfrenta extrema pobreza enquanto outro desfruta abundância?
Por que pessoas bondosas sofrem tanto?
Por que indivíduos perversos parecem prosperar?
Sem a reencarnação, essas perguntas permanecem sem resposta.
Com ela, surge uma lógica moral universal.
As Causas Atuais e as Causas Pretéritas
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo V, Kardec distingue claramente duas origens para os sofrimentos humanos:
Causas atuais
São consequências diretas das ações da presente existência.
O indivíduo colhe aquilo que semeou.
Excessos geram enfermidades.
Orgulho produz conflitos.
Egoísmo gera solidão.
Imprudência traz prejuízos.
Nesse caso, o sofrimento funciona como resultado natural dos próprios atos.
Não é castigo.
É consequência.
Causas pretéritas
Existem dores cuja origem não pode ser encontrada na vida atual.
São provas ou expiações relacionadas ao passado espiritual.
O Espírito renasce trazendo consigo tendências, débitos morais e necessidades educativas.
A reencarnação não é punição.
É oportunidade.
Cada existência representa uma nova chance de corrigir erros e desenvolver virtudes.
Assim, muitas das dificuldades aparentemente inexplicáveis encontram sentido dentro da continuidade da vida.
Como ensina Kardec em A Gênese, capítulo XVII, a lei da reencarnação é a chave que permite compreender inúmeras passagens do Evangelho que, sem ela, pareceriam contraditórias.
A Questão 222 de O Livro dos Espíritos
Na questão 222 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec investiga a situação dos Espíritos após a morte e antes de nova encarnação.
Os Espíritos explicam que, nesse intervalo, o ser revê sua caminhada, avalia seus progressos e compreende suas necessidades futuras.
É nesse estado que percebe com clareza aquilo que, durante a encarnação, muitas vezes ignorava.
A alma enxerga então o valor real das coisas.
Aquilo que parecia enorme na Terra revela-se insignificante.
Aquilo que era desprezado mostra-se essencial.
Muitos Espíritos lamentam oportunidades perdidas.
Outros reconhecem que trocaram conquistas eternas por satisfações momentâneas.
É a realização tardia da advertência de Jesus:
Ganharam o mundo.
Mas negligenciaram a própria transformação moral.
Por Que Sofremos Diante da Vida?
O sofrimento não existe porque Deus seja injusto.
Nem porque tenha abandonado suas criaturas.
O sofrimento é instrumento de educação espiritual.
Kardec afirma que a dor é uma das grandes alavancas do progresso.
Enquanto o prazer frequentemente adormece a consciência, a dor desperta reflexões profundas.
As grandes perguntas da existência quase sempre nascem das lágrimas.
O sofrimento obriga o homem a olhar para dentro.
Convida-o a examinar seus valores.
Questiona suas prioridades.
Desfaz ilusões.
Revela fragilidades.
Mostra a transitoriedade das coisas materiais.
Em muitos casos, aquilo que chamamos desgraça é apenas uma etapa necessária do crescimento espiritual.
Sob a perspectiva terrestre, vemos perdas.
Sob a perspectiva espiritual, muitas vezes existem libertações.
O Segundo Advento do Cristo e a Renovação da Humanidade
Em A Gênese, capítulo XVII, Kardec analisa as palavras de Jesus sobre sua volta.
O Mestre não prometeu necessariamente um retorno corporal.
Anunciou a vinda de uma nova compreensão de sua mensagem.
Segundo a interpretação espírita, essa promessa se concretiza através do Consolador Prometido, identificado com a Doutrina Espírita.
O Cristo retorna não em um corpo físico, mas na restauração de seus ensinamentos.
A reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a lei de causa e efeito oferecem uma compreensão mais ampla da Justiça Divina.
Assim, a humanidade é convidada a abandonar a visão limitada de uma única existência e compreender sua verdadeira condição de Espírito imortal.
Ganhar o Mundo ou Ganhar a Si Mesmo?
Talvez a pergunta de Jesus pudesse ser formulada hoje de outra maneira:
De que adianta possuir tudo aquilo que o mundo admira se a consciência permanece inquieta?
De que vale a fama se não existe paz interior?
De que serve o poder se o coração continua vazio?
De que adianta conquistar impérios externos enquanto o mundo íntimo permanece em ruínas?
A Doutrina Espírita ensina que a finalidade da existência não é enriquecer, nem tornar-se famoso, nem acumular títulos.
O objetivo fundamental da vida é a evolução do Espírito.
Tudo o mais é instrumento.
Tudo o mais é transitório.
Quando o túmulo se fecha sobre o corpo, inicia-se a verdadeira avaliação da existência.
Não somos julgados por Deus como um soberano julgaria seus súditos.
Somos julgados pela própria consciência iluminada pela verdade.
Nesse momento, cada Espírito percebe exatamente o que fez de si mesmo.
E compreende que o verdadeiro patrimônio adquirido durante a jornada não eram os bens que acumulou, mas as virtudes que desenvolveu.
Por isso, a advertência de Jesus permanece tão atual quanto há dois mil anos:
Ganhar o mundo pode impressionar os homens.
Mas somente ganhar a si mesmo conduz à felicidade duradoura.
Fontes:
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
A Gênese.
Evangelho de Mateus 16:26–28.
Evangelho de Marcos 8:36 -
14:60–63 (correspondente ao trecho citado sobre o Sinédrio).
Perder alguém não apaga o que foi vivido. A história continua sendo sua, o aprendizado é seu e a capacidade de transbordar afeto permanece intacta.
Manual para perder o juízo
Primeiro, não apresse o desejo.
Ele gosta de ser cortejado, ainda
que finja o contrário
. Depois, escute o que não é dito: o suspiro que
muda de ritmo, o corpo que se aproxima, a mão que permanece.
Não confunda ousadia com descuido.
O verdadeiro libertino sabe
que a liberdade do outro é o que torna possível a sua própria.
Há mais prazer em conduzir uma chama que responde do que em
incendiar uma casa vazia.
Por fim, não peça desculpas por sentir.
Peça desculpas apenas se
ferir. O resto é vida ,e a vida, quando se despe, não costuma falar baixo.
Alzira Aquino Mendes.
“O amor não existe”
Pode se perder a companhia, mas não esquecer os momentos.
Pode se perder as alegrias, mas não esquecer o sorriso,
Pode se perder o cheiro, mas jamais esquecer a essência.
Pode se esquecer os tapas mas jamais as lágrimas...
Perde-se o toque, mas não o arrepio ao ser lembrado.
Pode se passar um vendaval, mas não da para se esquecer da tempestade, e no final da chuva ainda temos um bom motivo para comemorar. Afinal, passou... Estamos vivos!
Pode se perder o olhar, mas no meio de uma imensidão em algumas situações você daria uma parte sua para cruzar novamente com aquele que te enxerga a alma.
Pode se estar repleto de pessoas das mais belas as mais interessantes possíveis, em algum momento, apenas uma, vai te fazer sorrir e nem presente estará.
Pode se sentir a felicidade plena em tudo que fizer, mas o vazio, ah o vazio, uma hora ele vai te visitar em suas noites frias de sonhos quentes. Em seus sonhos frios de suas noites quentes.
Então você pode, quem sabe... Lembrar... Que não importa por quantas camas se deite, por quantas bocas beijar, não importa quantas vezes se sinta amado, abraçado, não importa as brigas do passado, pois a distancia sempre te fará pensar, no que poderia ter mudado, ou poderia ter acertado, não importa! - Já não faz diferença, a diferença em “se estar melhor”. O tempo passou... E o verdadeiro existe...? – Amor!
Os seus mortos estarão enterrados dentro de você. E então você se dará conta que o amor eterno, não existe!
Mas se dará conta também, que o amor nunca vai deixar de ser amor. E mesmo que seus olhos nunca mais se cruzem com os olhos daquele que te fez “parar de respirar” você entenderá, isso não acontecerá com frequência, talvez nunca mais... Ou “talvez” seja a resposta... “talvez”.
Perceberemos enfim, que o amor nunca acaba. As pessoas sim, elas de uma hora para outra deixam de existir. Mas a dadiva de ter-se perdido, ter-se ferido e enlouquecido. Tornou-te um ser vivido.
Se algumas destas citações acima, não existirem... Sim, fica em prova que o amor verdadeiro não existe!
Não permita perder tudo o que você construiu. Só você sabe por quais caminhos andou, onde ficou e de quem teve que se despedir.
Daria mil voltas no mundo para te encontrar de novo, mas meu medo é te perder em uma única curva mal feita por falta de maturidade. Você é minha prioridade, mesmo quando eu ainda não sei agir como tal.
Antônia,
por que fostes
se perder?
Eu que não dependo
de ti
mas infeliz
á bons
e indiferentes olhos;
Me chama,
me ama,
me perturba,
com ou sem torpor
da ganância típica
de um jovem sonhador.
“Às vezes, perder-se é apenas o primeiro ritual para encontrar a parte de si que o mundo obrigou a silenciar.”
"A renúncia por amor não nos faz perder, mas nos devolve ao que somos de verdade, seres feitos para a leveza, não para carregar espadas suspensas pelo fio do ego."
