Não Queria te Perder
“A pior derrota do Direito não é perder uma causa, mas ensinar alguém a não esperar mais pela justiça.”
O Direito começa a perder sua humanidade quando considera a pessoa apenas como titular de obrigações.
Resiliência institucional é a capacidade de mudar sem perder aquilo que torna uma instituição legítima.
O Direito alcança sua maturidade quando consegue evoluir sem perder sua finalidade: proteger a dignidade humana em um mundo que nunca para de mudar.
Uma democracia sem cidadãos intelectualmente autônomos pode conservar eleições e perder o espírito democrático.
O Direito começa a perder sua neutralidade quando passa a exigir adesão a uma metafísica particular.
Quando a religião pretende governar o Estado, a liberdade de consciência começa a perder seu território, sobretudo para aqueles que não conseguem afirmar como certo aquilo que outros afirmam como revelado.
O tempo passa depressa demais. Às vezes, é preciso parar e olhar ao redor para não perder aquilo que o tempo leva consigo.
Talvez o mais silencioso dos naufrágios seja perder a própria identidade enquanto se aprende, pouco a pouco, a representar aquilo que o mundo espera de nós.
O amor continua sendo a experiência mais sofisticada que temos de perder temporariamente o controle sobre nós mesmos.
Uma paixão começa a perder seu domínio quando a consciência deixa de apenas sofrê-la e passa a compreender as causas que a produziram.
Você só aceita perder, quando você entende que aceitar a perda é uma forma de se estabilizar emocionalmente.
