Nao Queira Reviver o Passado

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Olhemos um pouco mais para o próximo, já vivemos tão distantes uns dos outros, não custa nada fazer o bem e no final, todos sairão de coração alegre e alma leve.

Temos momentos na vida que necessitamos de alguém que realmente esteja ao nosso lado e não apenas do nosso lado

Prefiro falar a me deixar afogar nas palavras não ditas,
desculpe-me o excesso de sinceridade, mas sou assim!

Quando se acredita em você mesmo, não precisa que ninguém mais acredite!

Cada um é responsável por suas ações e emoções. Ninguém é capaz de mudar ninguém, a não ser ele próprio.

Seja humilde, mas não permita que te façam de tonto!

Uma vela não é suficientemente capaz de iluminar um campo, mas através de uma única chama de luz será possível acender novas velas e aos poucos, tornar-se-á um mundo todo iluminado.

Todo o medo é artificialmente criado na consciência da pessoa?

Não diria artificialmente criado na consciência do indivíduo e nem apenas questão de ver o caos ou vibrar no medo, pois nem todo medo é irracional.
Como sabemos, somos feitos de matéria orgânica, formada por energia nucleica, que é a combinação de prótons, íons, fótons até a formação das células e por conseguinte, a matéria que é a fusão e junção do todo. A energia carrega informações através das conhecidas ondas, cada onda vibra numa frequência modular e isso pode ser codificada e decodificada, revelando mensagens. Nosso corpo é feito dessa matéria energicamente carregada de informações codificadas, que poderá ser acessado sempre que algo ressoar de modo ofensivo ao nosso campo de defesa e isso nos mantem alertas e recebemos mensagens no cérebro, conhecidos como intuição, instinto e até mesmo premonição. O medo é um mecanismo de defesa natural, ancestral. Recordações de muitas vidas passadas são transmitidas através de nossos genes, de geração em geração, é como se fosse um diário das vivências, boas e ruins, escrito pelos nossos antepassados e nos transmitidos codificado em nosso DNA e quando estamos prestes a vivenciar algo semelhante, automaticamente nosso instinto protetor reativa a memória genética e nos faz temer, o que de alguma maneira foi vivenciado em outras vidas. Por isso temos dejavus, são recordações de outras vidas, não excepcionalmente a nossa própria. O que precisa é tratar essas lembranças, de modo que elas não se tornem irracionais, limitantes e, isso contribuirá para vivências positivas.

Na vida não é errado pedirmos ajuda. O erro é pedir ajuda à pessoa errada na hora errada.

Não estou com medo, estou com dúvida, e a dúvida me faz hesitar.

Quando penso em ir. Embora ainda te amo.
Sei que hoje você não sente falta de mim.
Mas quem sabe quando eu for, você vai sentir saudades.

A metanoia não é uma mudança de opinião; é a dissolução daquele que acreditávamos ser.

O mundo exterior permanece o mesmo, mas o observador já não é. Os véus não desaparecem; apenas deixam de enganar quem aprendeu a ver.

Desde então, compreendi que a maior prisão não está nas circunstâncias, mas na ignorância da própria natureza. E que a maior liberdade não consiste em fazer tudo o que se deseja, mas em reconhecer aquilo que verdadeiramente se é.

Ainda caminho entre as distrações do mundo. Ainda sou humana e, por vezes, me esqueço. Mas há um conhecimento silencioso que nunca mais me abandona.

A metanoia é isso: morrer para a ilusão sem abandonar a vida; permanecer no mundo sem pertencer aos seus enganos; recordar, incessantemente, a centelha da verdade que sempre esteve presente.

Falar é solução; não falar é difícil. Isso significa que contar com os responsáveis ajuda a melhorar a importância e compreensão dos valores, intenções, emoções e costumes. Além disso, fortalece a autoestima e diminui a conflitualidade. Isso é resiliente.

⁠Liberdade não é só ser livre; ela se testa ser livre quando decide quem depende de você.

A prisão não é a solução para a violência; ela é parte do problema; isso significa que a prisão se envolve com problemas que violam a integridade, e a autoridade é acionada pela necessidade de conflitos alegados.

⁠Estamos no Halloween
Tudo pode acontecer
Se não queres ser apanhado
Vais ter que te esconder
Esta noite é tão escura
Não há lua para ver
Lobisomens ou vampiros
A ganhar ou a perder
Esqueletos a dançar
E morcegos a voar
Esta noite é tão estranha
Até já vi uma aranha

"Viver sem ti é um fardo que não ensaiei carregar. Mas se a dor for o pedágio para a minha paz, aceito o pranto agora para florescer melhor amanhã, livre de um sentimento que foge da responsabilidade de ser abrigo.

Amar no vazio não faz sentido.




O amor só se cumpre quando encontra quem queira, de fato, fazer parte do nosso destino.


Isso é reciprocidade: um alinhamento perfeito, como ondas de rádio sintonizadas no mesmo pulsar."

A cidade respira em mim como uma ausência iluminada — janelas acesas que não aquecem, prédios que se erguem como lembranças que não voltam — e no meio desse concreto, há um silêncio que grita teu nome, como se Hilda Hilst sussurrasse ao pé do ouvido que amar também é perder-se em si, enquanto Caio Fernando Abreu me ensinaria que a dor tem um jeito bonito de permanecer, quase digna, quase fé, e ainda assim, caminho — meio quebrado, meio inteiro — porque existe algo maior que essa penumbra que insiste em ficar, algo que pulsa mesmo depois da despedida, algo que H. G. Wellington talvez chamasse de força invisível: essa estranha coragem de continuar, mesmo quando tudo dentro de mim ainda está indo embora.

O processo de individuação não é se isolar do mundo, mas descobrir quem se é para estar no mundo com mais integridade, sentido e respeitabilidade diante do outro(a) e de si mesmo (a).

Sinto como se minha alma chora se
como se meu coração sangra se
Meus nao chorando,
Sinto como seu meu rosto se inunda se
de lagrimas, expondo a minha dor
sinto como se o mundo quiseste me engolir
e mas uma vez olho pro lado e to sozinha