Nao Queira Reviver o Passado

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⁠Viver é enfrentar desafios.Quem não vibra com os desafios já morreu e não sabe!

⁠Pior do que treinar um funcionário e ver ele sair, é não treinar o funcionário e ver ele ficar.

Se comprometeram
de cuidar da sua
dor e pelo jeito
não cumpriram,
e cheguei crer
que iam levar
você a sério.

Na falta a quem
recorrer,
peticionei
ao poeta da multidão
porque vivemos
num mundo sem coração.

De ti não mais falaram,
fui procurar ler
na Sebastiana
e não li nenhuma
notícia ou indício,
não sei se estás vivo
ou te mataram.

Ainda o dia
não raiou
como gostaria,
não sou
de rodeios,
me traga
o General
são, salvo
e com vida,
Porque tenho
na testa
a estrela
de Madiba.

Canção de Luísa,
meio Bossa-Nova,
meio ousadia,
jamais esquecerei
da tropa presa
por brutal injustiça.

Ah, a sensualidade refinada

Não é nada contida,

E nunca há de ser remida!

A sensualidade refinada de uma mulher,

Que sempre sabe o quê quer,

não a faz menos desejada.



Ah, a sensualidade refinada

Sempre há de ser bem recitada,

E por ti amada!

No fundo você sabe,

Que a sensualidade refinada

Nasceu para ser tateada

por almas amantes - e bem elegantes.



Ah, a sensualidade refinada

É a marca da plenitude poética,

E sempre há de ser!

A sensualidade refinada de uma mulher

Bem educada é sempre um convite

ao teu bem querer.



Ah, a sensualidade refinada

Não é nada contida,

E não se faz diminuída!

E sim, faz a paixão aumentada;

Não há homem que não resista

a uma mulher bem delicada.



Ah, a sensualidade refinada

Não é nada recatada,

E há sempre de ser amada!

A sensualidade refinada

De uma mulher decidida

Não teme a tua curva amorosa,

e pede sempre mais pela tua mão vagarosa.

A quebra de confiança é algo muito complexo e, às vezes, afeta até quem não tem nada a ver com a situação. Não se deve confiar em todo mundo, mas também não se deve perder a capacidade de ser generoso.

Não existe regime político bom seja de esquerda ou de direita. A política destruiu a Humanidade.

Doce Lua-de Mel,
paraíso dos desejos
que por enquanto
são só sonetos.

Lua querida Lua,
não vejo a hora
de sentir as mãos
do meu amor
ao redor da cintura.

Doce Lua-de-Mel,
espero pela nossa
em companhia
das estrelas do céu.

Lua querida Lua,
não sei se ele
irá me escolher,
ou será você
que irá me trazer.

Doce Lua-de-Mel,
aguardo pela nossa
colada nos doces
dos tantos beijos.

Lua querida Lua
peço a sua ajuda
com essa dúvida:
não sei se ele é meu,
ou eu que sou dele.

Doce Lua-de-Mel,
vejo galáxias
nos olhos dele,
no meu corpo está
o mapa do garimpo
e a descoberta
do amor mais lindo.

A aquarela da tarde
pintada de cinza
não me desanima,
Porque eu vivo
para cantar o amor
e esperar você
seja o tempo que for.

A chuva molhando
as flores, os campos
e as montanhas,
carinhosa brindando
a vida em esplendor,
Nos teus abraços
encontrarei o Universo
esbanjando esplendor.

A vitória de seguir
enfrente tentando
ser amor espalhando
poesia e alegria
para toda a gente,
É fruto desta espera
que me faz Lua
que reflete o teu igual fervor.

⁠Passei anos escrevendo sobre liberdade de expressão aqui e nas minhas outras redes sociais.

Não é preciso lutar pela liberdade de expressão quando entendemos bem os pilares legais e morais que de maneira muito simples mostram que a sua liberdade não pode atropelar a dignidade do outro e provocar transtorno no funcionamento das instituições republicanas.

Agora de maneira bem simples, resumo o quê NÃO é liberdade de expressão:

- Crimes Contra a Ordem Democrática

- Apologia ao crime, as drogas e organizações violentas

- Racismo, Discriminação por procedência nacional ou regional, por classe social, por fé professada, homofobia ou misoginia

- Divulgação de mentiras

- Ofensas

- Ameaças

(Meditando bem o quê apontei, você tem todo direito de criticar o quê está errado, gostar ou não e fazer aquele humor inteligente)

⁠O rouxinol e a rosa
fazem parte de mim,
e não sabia qual era
o tamanho da poesia
acesa pela lanterna
do teu amor na noite
que como poetisa
fez-se obra do destino
frente a frente com
Rumi e se mirou
por acaso coincidente,
e será tua inevitavelmente.

Imagina se a água colocasse a culpa nas pedras porque não consegue passar, e sabe-se que no extremo ela as faz rolar. Eles nunca abrirão mão do que são, mas nós temos o poder da persuasão e de moldar o espaço que sonhamos sem violência e com felicidade.

Não precisamos de grandes
gatilhos de conexão,
porque temos muita disposição;
abro os segredos do coração
para nos convidar:


Vem, faça de conta
que estamos noutro lugar!


Permita-se comigo flutuar,
deixe fruir a imaginação
pelas vias da sedução
se encarregar de tudo aquilo
que não podemos recusar,
e não desejamos parar:


Vem, com vontade de perder
a hora e não querer mais
nada nesta vida encontrar!


Nós dançaremos e colheremos
nesta festa particular debaixo
da Araucária ou da Guabiroba
os frutos da paz amorosa
com a leveza de nos enveredar.

As palavras doces
e os mimos só cansam
quando não há uma
intenção verdadeira;
Quando há uma
intuição excessiva,
elas rompem a represa.

⁠Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.






Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.






A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.






A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.






A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.






E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.






Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.






Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.






É o Banquete das Mortes Iluminadas!

O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.

Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.

A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.

A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.

É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.

Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.

Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.

A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.

Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.

Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.

Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.

Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.

Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.

Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.

Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.

Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.

Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.

Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.

E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.

O homem mais inteligente pode ser burro se não tiver sabedoria para administrar seus conhecimentos.

Quem precisa sentir Deus, ainda não entendeu a mensagem que nos une a Ele por meio da fé.

⁠"Sei que não sou o seu primeiro amor, tampouco serei o último, mas me esforçarei ao máximo para ser sua melhor lembrança"
Haredita Angel
16.02.23

"Eu não faço fofoca, eu só atualizo!"
Haredita Angel
16.04.11