Nao Queira Reviver o Passado
Eu não tenho que aumentar a dose do meu remédio... que me acalma, por conta de pessoa, que vem tirar a minha paz e que não toma remédio e não faz terapia, mas deveria.
“Cuide das suas mágoas em silêncio e trate suas feridas com paciência; não devolva a dor ferindo quem está ao seu redor. Quando a sua cicatriz finalmente fechar, talvez as feridas que você causou nos outros jamais se curem.”
✦ Manifesto de um HeadBanger Inquebrável ✦
(por John Rabello C)
Eu não vou recuar.
Não vou permitir que esse mundo hipócrita tente me rebaixar ou me lançar no abismo do inferno.
Eu vou permanecer firme — no meu lugar — e ninguém vai me tirar daqui.
Curto Rock desde a infância, e desde a adolescência carrego com orgulho o estilo HeadBanger, Metaleiro de alma e de sangue.
Minha identidade é o preto, o som pesado, o grito sincero da guitarra que corta o silêncio do mundo.
Mas o Rock é só a casca: dentro de mim pulsa o amor pelo Blues, pelo Jazz, pela Ópera e pelo conhecimento.
Amo ler, aprender, filosofar, dialogar.
Sou movido pela busca da sabedoria — mas não pra agradar ninguém.
Faço tudo por satisfação própria, por essência, por verdade.
E é justamente isso que incomoda a sociedade medíocre e hipócrita.
Quer vê-los se contorcerem de ódio?
Basta eu publicar um pensamento lúcido, algo com raciocínio lógico, ou simplesmente receber um elogio por saber me expressar bem.
A verdade é que minha existência incomoda quem vive de aparências e carece de alma.
Eu sei muito bem o que é certo — e conheço perfeitamente o que é errado.
Sou espontâneo, autêntico, e não preciso fingir dores, tristezas ou decepções.
Tenho uma personalidade original, uma mente livre, e jamais irei mudar meu estilo.
O ritmo da minha música continuará vivo até os confins do universo.
Não me importo se o meu estilo Black não te agrada.
Não dou a mínima se minha ideologia de vida te perturba.
Não ligo pra tua vida medíocre, teus pensamentos confusos e tuas atitudes preconceituosas.
Neste mundo nefasto, vejo o pior em milhares de pessoas que já esqueceram o valor do respeito e do amor.
Vivem movidas pelo interesse próprio, ignorando tudo que é bom e justo.
“Sou assim, como você me descreve — um roqueiro tenebroso, amante da escuridão...”
Enquanto você tem várias vidas pra cuidar, eu tenho apenas uma.
E às vezes chego a duvidar se tenho mesmo uma vida, neste mundo de malditos hipócritas que me julgam e me empurram pro abismo.
Mas chega.
Eu vou ficar aqui — no meu lugar, de cabeça erguida — e não vou recuar.
Homens são feras,feras são animais...
Uma fera não fere,quando feras já são...
Domareis com minhas tranças, suas máscaras caídas .
Fera ferida , à que temes você ,curarei sua dor e terá só amor.
Talvez a sabedoria não esteja em capturar o universo inteiro com as mãos, mas em retirar as lentes que nos fazem acreditar que já o compreendemos. É quase uma fenomenologia da humildade: antes de teorizar o todo, tocar aquilo que aparece diante da consciência.
Você não foi feito para acertar tudo de primeira. Foi feito para aprender, ajustar a rota, amadurecer e participar ativamente daquilo que deseja ver dar certo.
Tenha os pés no chão, os olhos lúcidos e a alma alinhada.
Porque acreditar em si não é imaginar que tudo será fácil. É decidir que as dificuldades não terão autoridade para escrever o último capítulo.
“Ruim não está para quem está solteiro, e sim para quem se casou, amigou ou se juntou com a pessoa errada.”
DESABAFO
“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.
E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.
“Ultimamente, o segredo da minha tranquilidade é simples: não deixo que o julgamento alheio dite como devo me sentir. Escolho ignorar as críticas negativas e desejar a Luz de DEUS a quem me ataca com vãs palavras ao vento. Entendi que pessoas resolvidas e felizes não têm tempo para diminuir ninguém; elas usam sua energia para orar por quem enfrenta problemas e para encorajar e ajudar.”
"O verdadeiro cristão remido não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, e a luz que precisa sair do museu para iluminar o caminho."
"A autoconsciência aniquila a pressa pela aprovação alheia. Quem não enriquece a sua jornada não deveria ter o poder de ditar o seu valor."
Viver de aparência,é o mesmo que ganhar na Mega-sena e não receber o premio, comer todas as delicias do mundo sem ter paladar, amar e não ser amado, ou até mesmo trabalhar sem receber.
Viva verdadeiramente, mesmo que a verdade seja pouca para olhos de pequenos e o suficiente para você.
"Não é só a troca, é o vazio que fica.
Como se eu tivesse sido colocada numa prateleira esquecida,
enquanto a novidade brilhou mais que a história.
E eu sei, ninguém substitui ninguém,
mas dói quando percebo que ocupei um espaço provisório
naquilo que, pra mim, parecia ser eterno."
Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.
Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.
Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.
O inferno não é um lugar distante, escondido em algum canto do universo. Muitas vezes ele acontece aqui mesmo, entre escolhas, atitudes e consequências.
Há pessoas que passam pela vida acreditando que podem ferir, humilhar, enganar e seguir adiante sem que nada aconteça. Caminham com a certeza de que são mais espertas que todos os outros. Mas o tempo tem um jeito curioso de colocar cada ato diante de seu próprio reflexo.
Nem sempre a resposta vem rápido. Nem sempre vem da forma que esperamos. Porém, cedo ou tarde, cada semente encontra sua estação.
A vida não precisa de vingança para equilibrar as coisas. Ela trabalha em silêncio. Enquanto muitos comemoram vitórias construídas sobre a dor alheia, o destino registra cada passo, cada palavra e cada escolha.
Por isso, não temo o que me fizeram. O que pertence a mim, carrego comigo. O que pertence aos outros, a própria vida se encarrega de devolver.
Porque, no fim das contas, o inferno não está depois da morte.
Muitas vezes, ele começa exatamente no momento em que somos obrigados a conviver com as consequências daquilo que escolhemos ser.
Talvez ninguém entenda o tamanho de um “não”
quando ele encontra alguém
que já cansou de pedir,
mas ainda tinha esperança
de ser acolhida por uma mão.
Porque nem toda lágrima nasce da ausência.
Às vezes ela vem do excesso:
de tudo que a gente engole,
de tudo que suporta,
de tudo que cala
para não parecer fraca.
Há dias em que não queremos respostas.
Queremos presença.
Não precisamos que alguém conserte o mundo.
Basta que fique.
“Deixa.
Eu fico aqui.”
Mas algumas pessoas vão embora
justamente quando descobrem
que, desta vez,
você também precisava de alguém.
E dói.
Dói porque quem sempre segura
também pode cair.
Quem sempre encontra saída
também pode se perder.
Quem vive dizendo “eu dou um jeito”
um dia pode simplesmente
não ter mais jeito para dar.
E talvez ninguém veja
o tamanho dessa queda.
Ainda assim,
há uma coisa que permanece:
a palavra.
Quando não há colo,
há página.
Quando não há abrigo,
há poesia.
E quando a dor não encontra lugar para ficar,
eu a transformo em verso
até ela aprender
a não me destruir.
Não escrevo para que tenham pena.
Escrevo para não deixar que a dor
seja a última coisa que diga quem eu sou.
Se a vida me tira o chão,
eu escrevo.
Se o mundo me fecha uma porta,
eu escrevo.
Se ninguém fica,
eu ainda tenho palavras.
E talvez seja essa a minha forma
mais silenciosa de permanecer:
transformar o que me feriu
naquilo que ninguém poderá
arrancar de mim.
Lucci Santz
O corpo humano é uma perfeição uma máquina divina e não devemos ter vergonha e sim, curtir cada transformação pois é a Lei natural. Por que se esconder? Temos que viver com plenitude e liberdade na infância, na juventude e na velhice. Vergonha é cercear a liberdade do ser humano, por motivos meramente preconceituosos... Envelhecer não é para todo mundo não, é preciso ter sorte! A morte não escolhe idade, feliz de quem consegue passar por todos os obstáculos até chegar a velhice.
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