Nao Preciso de Amigos Falsos
A imprensa publica, mas tudo indica que a justiça não lê!
Diz que é cega, mais o lado dos colegas ela sempre vê!
Fazer de conta que nada aconteceu? Isso não é comigo, me feriu, me magoou, me quebrou por dentro. Não vou esquecer, amor não pode ser construído na base do esquecimento de erros absurdos.
E não me importa mais quantas vezes eu precisei dar a volta por cima. Foram tantas, mas eu sempre dei.
Não te Amo
Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma.
E eu n 'alma – tenho a calma,
A calma – do jazigo.
Ai! não te amo, não.
Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!
Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.
Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?
E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.
E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.
Talvez muitas pessoas tenham pouquíssimas amizades leais porque são verdadeiras e não encontram outras com tais definições. Se pensarmos bem, a maioria delas só gostam das verdades que elas desejam ouvir. E com essa característica peculiar, carregam a hipocrisia de se acharem menos egoístas que outros a ponto de se permitirem o direito de criticar aquelas que são diferentes. Resumo aqui que, hoje, o mundo e suas ações giram em torno de interesses mais que pessoais, ao menos para grande maioria! Talvez as pessoas se tornaram mais egocêntricas como tentativa de defesa, uma vez que pensar nos outros machuca, e por verem aquelas que cometem tal ato não sentirem nada além do ar de superioridade. Uma forma de pensar equivocada. Pois afirmo: prefiro ter apenas um amigo a ter vários falsos que me darão apenas alegrias temporárias.
Primeiro, não queremos perder
É lógico não querer perder.
Não deveríamos ter de perder nada:
Nem saúde, nem afetos, nem pessoas amadas.
Mas a realidade é outra:
Experimentamos uma constante alternância de ganhos e perdas.
Segundo:
Perder dói mesmo.
Não há como não sofrer.
É tolice dizer não sofra, não chore.
A dor é importante.
O luto também.
Terceiro:
Precisamos de recursos internos para enfrentar a tragédia e a dor.
A força decisiva terá que vir de nós, de onde foi depositada a nossa bagagem.
Lidar com a perda vai depender do que encontrarmos ali.
A tragédia faz emergir forças inimagináveis em algumas pessoas.
Por mais devorador que seja, o mesmo sofrimento que derruba faz voltar a crescer.
Quando é hora de sofrer não temos de pedir licença para sentir, e esgotar, a dor.
O luto é necessário, ou a dor ficará soterrada, seu fogo queimando nossas últimas reservas de vitalidade e fechando todas as saídas.
Aprendi que a melhor homenagem que posso fazer a quem se foi é viver como ele gostaria que eu vivesse:
bem, integralmente, saudavelmente, com alegrias possíveis e projetos até impossíveis.
Primeiro, não queremos perder.
Não desejamos coisas fáceis. Desejamos coisas grandes, coisas ambiciosas, fora de alcance. Desejamos porque queremos ajuda e estamos assustados, e sabemos que talvez pedimos demais. Ainda desejamos, porque às vezes eles se realizam.
Sorrir,amar, perdoar,compreender, relaxar...Esses sâo remedios poderosíssimos , e que nâo estâo á venda nas farmacias. O efeito colateral é a felicidade.
Amo a liberdade, amo minhas amizades, amo tudo o que faço, e faço quando quero, não obrigo ninguém a nada, assim como odeio quando querem me forçar uma opinião ou alguma atitude, detesto brigar a toa, mas admito que é frequentemente preciso com certo tipo de pessoas, me estresso com pessoas bitoladas, que gostam só disso e daquilo, eu gosto de tudo, e sinto felicidade em poder ter vários gostos, amo música, amo fotos, tenho sonhos, realizo alguns, outros são apenas sonhos realmente, fracasso muitas vezes e com isso aprendo e não cometer o mesmo de novo, ou repito pensando em dar certo dessa vez, tenho medo de muitas coisas, tenho medo do 'arriscar' mais, nem por isso deixo de tentar, não caio, apenas tropeço e me levanto muito mais forte, sempre choro por bobeiras, me iludo com coisas passageiras, enjoo da rotina facilmente, não demonstro o que sinto, e tenho uma capa de forte e corajosa, mas na verdade sou sentimental e frágil, conto segredos pra quem nunca deveria nem contar uma simples história, e não confio em quem eu deveria, amo a vida, amo as dificuldades, me animo com as facilidades, amo escrever, demonstro tudo o que eu sinto em frases, e escondo em conversas, sou sincera com quem devo, e sou falsa o tanto quanto a pessoa está sendo comigo apesar de sentir ódio de tal falsidade, amo a ironia que consigo distribuir em minhas falas, detesto meu medo de falar em outras, amo minha família, e acima de tudo Deus, não admiro nada e nem ninguém, não dou valor a quem merece, e sofro por quem não merece, tenho mil jeitos, considerados defeitos para alguns, e qualidade para outros, mas independente do que você achar, se você não souber lhe dar com o meu pior, você não merece o meu melhor.
Will soltou uma risada curta e incrédula.
— É verdade — concordou. — Não sou nenhum herói.
— Não — disse Tessa. — É uma pessoa, assim como eu.
Os olhos de Will examinaram o rosto da menina, mistificados; ela apertou um pouco mais a mão dele, entrelaçando os dedos nos dele.
— Não vê, Will? Você é uma pessoa como eu. Você é como eu. Fala as coisas que eu penso, mas que nunca digo em voz alta. Lê os livros que leio. Gosta das poesias que gosto. Me faz rir com suas músicas ridículas e com a maneira como enxerga a verdade de tudo. Tenho a sensação de que pode olhar dentro de mim e ver todos os lugares onde sou estranha ou diferente e adaptar seu coração, pois você é estranho e diferente da mesma forma — com a mão que não segurava a dele, ela o tocou na bochecha, levemente — somos iguais.
Os olhos de Will tremeram e fecharam; ela sentiu os cílios nas pontas dos dedos. Quando ele falou novamente, a voz estava áspera, porém controlada.
— Não diga essas coisas, Tessa. Não diga.
— Por que não?
— Diz que sou um bom homem — falou ele. — Mas não sou um homem tão bom. E estou... estou catastroficamente apaixonado por você.
— Will...
— Eu a amo tanto, tanto, tanto — continuou — e quando fica perto assim de mim, esqueço quem você é. Esqueço que pertence a Jem. Eu teria de ser a pior pessoa do mundo para pensar o que estou pensando agora. Mas estou.
— Eu amava Jem — declarou Tessa. — Ainda amo, e ele me amava, mas não sou de ninguém, Will. Meu coração é meu. Está além do seu controle. Está além do meu controle.
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