Nao podem ser Explicadas mas Sentidas
"O Amor è o sentimento
que Deus Criou pra ser
a base do relacionamento
entre ELE e a humanidade
e tambem como a semente
da SUA principal criação"
"O ser humano se comunica
com palávras, mas os animais
com olhares e gestos, são perfeito
seentendendo e nos compreendendo também.Muitas vezes as palavras
ferem, trazem, mágoas e discordias
sem volta, talvez seja por isso que,
Nem sempre falar mais é o melhor
diálogo"
Ser humilde o suficiente, é apenas um
gestosensato de quem reconhecendo que
errou pede perdão, de igual modo, é muito nobretambém, aquele que perdoa.
Talvez eu deva ficar aqui
Isolada, trancada, amuada.
Talvez eu deva ser assim:
Ser o que eu nunca fui em mim.
Ou talvez eu deva fazer isto:
No meu viver dar um sumiço.
Certos dias acordamos e temos a impressão que o dia vai ser ótimo mais enganados pelo bom humor ;
Somos pegos de surpresa por uma desiluzão momentania que marcará nossas vidas para sempre.
Então não se iluda !!!
viva tudo como se fosse o último dia da sua vida.
Muitas vezes batemos no peito até com arrogância e dizemos ser donos disso, daquilo... Depois, descobrimos que nada é nosso, estamos apenas fazendo uso por um período.
O primeiro exílio de uma democracia acontece dentro da linguagem: quando a verdade passa a ser chamada de ameaça.
Limites são reais?
Até onde alguém consegue ser feliz? E quão profundo pode chegar o poço da tristeza? Qual medida usamos para determinar o tamanho de uma alegria ou a profundidade de um sofrimento?
Talvez os limites sejam menos reais do que fomos ensinados a acreditar.
Criamos medidas para quase tudo: tempo, distância, peso, velocidade. Mas, quando tentamos medir aquilo que acontece dentro de nós, a régua parece perder o sentido. Não existe uma unidade universal capaz de determinar quanto alguém deve amar, quanto pode desejar, quanto deve sentir prazer ou até onde pode mergulhar em sua própria tristeza.
Sentimentos não foram feitos para serem medidos. Foram feitos para serem vividos.
A experiência humana não precisa pedir autorização para existir. A alegria não precisa ser moderada para ser legítima, assim como a dor não precisa ser pequena para ser verdadeira. Há profundidades da existência que somente podem ser conhecidas quando nos permitimos mergulhar nelas.
O prazer também pertence à natureza humana. É corporal, material e espiritual. Não é, por si só, algo que precise ser condenado ou diminuído simplesmente porque alguém, de fora, decidiu que existe uma quantidade aceitável de prazer para um ser humano experimentar.
Entregar o corpo a si mesmo é permitir que ele conheça suas próprias possibilidades. É deixar de enxergar a existência exclusivamente através da ótica daqueles que estabelecem regras para experiências que não vivem. É reconhecer que o corpo possui sua própria linguagem, seus desejos, suas descobertas e seus limites — limites que, muitas vezes, só podem ser conhecidos pela própria experiência.
Isso não significa negar as consequências dos nossos atos. Significa compreender que viver não é transformar a existência em uma prisão de medidas, culpas e proibições.
Talvez uma das maiores violências contra a vida seja ensinar alguém a ter medo da própria experiência.
Vivemos uma única existência que conhecemos diretamente. E talvez um dos sentidos dessa existência seja justamente experimentar: sentir profundamente, desejar, descobrir, cair, levantar, amar, sofrer, rir, chorar, tocar, contemplar, entregar-se e conhecer a si mesmo através daquilo que se vive.
Não somos máquinas programadas para sentir na medida determinada por outros.
Somos experiência.
E talvez viver seja exatamente isso:
entregar-se à existência sem transformar a própria vida em uma tentativa permanente de fugir dela.
P. H. Amancio
A morte e o assassinato deixaram de ser tragédias para virar rotina, enquanto assistimos indiferentes à ruína da vida e ao festival de crueldade que praticamos uns contra os outros.
Quantas lágrimas mais precisarão ser derramadas pela maldade alheia para que o ser humano entenda que ferir o irmão é destruir a si mesmo?
O mal deixou de ser exceção e virou regra; a humanidade apodreceu por dentro, mostrando que o fim de tudo o que é bom já foi decretado pela nossa própria crueldade.
A imposição de teorias de que o ser humano descende de animais serve para enfraquecer a fé e combater a adoração a Cristo nas instituições de ensino.
Quando a literatura infantil também precisa ser olhada com carinho
Como professora, muitas vezes vejo doações de livros e materiais chegando às escolas. E toda doação que amplia o acesso à leitura merece ser valorizada.
Mas também me pego pensando: será que todo livro oferecido às crianças realmente contribui para sua formação?
Nem sempre uma história traz uma experiência significativa. Às vezes, encontramos contos que repetem os mesmos valores, as mesmas fórmulas e as mesmas mensagens, enquanto tantas outras possibilidades de infância continuam esperando para serem contadas.
E é aí que penso nos professores e autores que estão diariamente observando as crianças, ouvindo suas perguntas, percebendo suas dificuldades, seus medos, suas descobertas e suas diferentes formas de aprender.
Há muita gente produzindo literatura infantil com cuidado, pesquisa, sensibilidade e experiência pedagógica — mas que ainda encontra dificuldade para ser vista, publicada e reconhecida.
Talvez o que falte não seja talento.
Talvez faltem oportunidades, caminhos acessíveis, espaços de escuta e, algumas vezes, aquela pessoa que ajuda a abrir a primeira porta.
Também precisamos conversar, com serenidade, sobre o mercado editorial. Publicar um livro pode ser um sonho, mas nem sempre é um caminho simples para quem está começando. Existem modelos de publicação, custos e contratos que podem tornar o autor dependente de estruturas nas quais seu trabalho recebe pouco retorno.
Olhe os instrumentos,observe....Olhe as portas,observe...Você pode ser usado como instrumento,você escolhe pra quem quer abrir a porta...seja um instrumento de ajuda,abrindo a porta para o que você possui de melhor...
Ciúmes, inveja colorida,críticas e perseguição... São farinha do mesmo saco... Ser feliz com a felicidade dos outros é escolher o seu melhor lado. (MORGAM PRONAIA )
Verdade...nada pode ser criado ao vento...tudo é preciso de uma base e estudos para nos tornar fortes.
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