Nao podem ser Explicadas mas Sentidas

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A noite
pode ser que a coruja sorria⁠

Ela poderia ser a minha rainha
Como rei
Como sudito
Como cavalo alado
Como galgo⁠

Ser romântico
é ser um ser somântico ⁠

Ser rico
É abrir a janela da casa e ver o mar Egeu ⁠

⁠O ser humano sempre tem a escolha de fazer o bem ou o mal aos seus semelhantes. Aquele que escolhe por fazer o mal faz ciente e por esse motivo para mim deixa de ser humano.
Somos os únicos animais que conseguem ter essa distinção do certo e errado, se assim optamos pelo errado, somos parte do mal que só existe porque o homem o alimenta.
Ah, quão bom seria se fôssemos mais generosos e menos egoístas. Mais humildes e menos arrogantes. Mais amáveis e menos odiosos. Mais compreensíveis e menos intolerantes. Ah, como evitaríamos tanto derramar de sangue, tanta dor que o próprio homem trás para si. Por que no fim o que vai contar será qual foi a diferença que fizemos. Por que tudo passa, só o tempo permanece, esse sim é imutável.

Sentir-se perdido convida o ser-humano à reflexão. caso você reflita e ainda se sinta perdido no final o problema provavelmente está na forma em como você pensa.

Deus é simbólico. Se Deus tivesse que ser uma pessoa como tanto ilustram, mas ele nunca foi visto fisicamente, então nenhum deus ou Deus existiria. Divindades são como a gente dá nome e forma para forças muito superiores a tudo que é físico.

Aos poucos o mundo aprendeu que é melhor ser visto como louco que ser visto como mentiroso.

O valentão acha legal falar mal das vítimas até que elas começam a ser violentas com eles.

Viva o hoje, pois o que você ama só vai ser amado no presente, no passado você só tinha o medo de perder, mas no futuro, só restará saudades.

⁠"Devemos ser argumentos de Deus em cada momentos da vida,sejam elas nas alegrias ou nas adversidades."

À VISTA DO AMOR


Teu sorriso é como a luz que irradia;
Os teus olhos penetram no meu ser;
Tua voz doce e pele macia
Agraciam o meu viver.
Você é o sentido que me faltava.
Teu corpo me dá prazer.
Inteligência inigualável.
Um conjunto de puro poder.
Faço de você a inspiração
O meu sentido de existir
Mistérios sinto em suas mãos
Quando me toca e sorri.
Enigmático é o seu pensar.
Confundo-me no seu querer
O jeito estranho de me amar
Que não deixa transparecer.
Coração mole e de amor,
Esconde-se entre as muralhas.
Não mostra a sua dor,
Pois se preocupa com as falhas.
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Desejo você com fervor,
Luto por nosso futuro,
E as dificuldades de hoje
Serão frutos de um amor seguro.

A CACHOEIRA
Oh corrente água guerreira!
Contorna e cria barreiras,
Inspira-me a destreza
De ser como tu, perfeita
Fonte de saudosa sabedoria,
Alivia-me no simples ato de te olhar,
Acalma-me este teu balançar.
Teu ruído às vezes, me assusta,
Mas adoro o teu cantar
Teus mistérios, nascentes, grutas
E lutas a alcançar,
Destino travado, incerto,
Condutas do homem a te cuidar.
Venero-te, és bela, tamanha astúcia
Que em meio a pedras duras
As ensinam a te respeitar.
Quem sabe eu sigo teus caminhos!
Gosto de te explorar.
Conhecendo-te um pouco
Tuas lições hei de guardar.

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL




Cap. IV: Como São Chamados: Monstro ou Deus?


Todo ser humano carrega um monstro dentro de si.


Um monstro invisível aos olhos alheios, mas dolorosamente perceptível às emoções de quem o abriga. Nenhum instrumento é capaz de detectá-lo. Ele habita os recantos mais obscuros da alma, nutrindo os desejos mais vis e orientando as ações mais destrutivas.


Chamam-no de “deus”, mas esse deus não cria mundos, não concede vida, não oferece consolo. Apenas consome. Apenas destrói. Reina soberano sobre o caos interior de cada indivíduo.


Esse monstro manifesta-se por meio de conflitos, ódios, exclusões, cobiças, luxúrias, ciúmes, invejas e desprezos.
Não pede licença. Impõe-se.


E, em troca, oferece algo: a promessa de auxiliar-nos na realização de nossas ambições desde que entreguemos a consciência em sacrifício.


A inveja, por exemplo, não se limita a corroer; ela propõe um pacto. Sugere o caminho mais curto para a ruína daquele que mais se destaca.


A “deusa inveja” apodera-se do coração humano e o converte em predador.
Nada permanece fora de alcance: matar, trair, manipular, sacrificar os próprios aliados; tudo em nome da autopreservação, tudo em nome de si mesmo.


O ser humano criou deuses, fetiches, sistemas de crença, na tentativa de dominar a si próprio — e fracassou.


Agora, essas entidades imaginárias conduzem a sua ruína.


Todos querem parecer heróis. Todos querem ser vistos.


Mas ninguém admite agir movido pela vaidade. O elogio é uma droga que inflama o ego; a vergonha, uma coleira que aprisiona a vontade. Ambos são grilhões.
No início, todos tentam resistir ao monstro que os habita. Logo, porém, percebem que esse monstro constitui a própria essência. E rendem-se. A emoção prevalece. A razão cede. Resta, então, a obstinação cega — destrutiva.


Não se deve mudar ninguém. Cada ser escolhe o que é: ou o que merece ser.


Assim, o monstro nasce da escolha livre daquilo que se decide ser.


O ser humano é um resíduo. Uma aberração ambulante. A sua existência é uma sentença: uma enfermidade. E, por isso, está condenado ao sofrimento. Nada o salvará: nenhum deus, nenhum amor, nenhuma sociedade.


O mesmo miserável que se viu ameaçado pelos seus semelhantes criou a polícia para se proteger. E a polícia — essa encarnação da lei — tornou-se, hoje, um dos seus mais cruéis inimigos. Finge proteger enquanto reprime. Finge servir enquanto saqueia.


O mesmo desgraçado elegeu um governo para guiá-lo e protegê-lo. E agora rasteja sob o peso daquilo que criou. O poder que ergueu o esmaga. O monstro que alimentou o devora.


E agora ele vive...


Reclamando;
Mendigando dignidade;
Carregando uma existência miserável, hostil e inútil.


O ser humano é incapaz de aprender com o próprio erro.


Repete, repete e repete — como um tolo fascinado pelo próprio fim, governado pelos monstros (ou deuses) que ele mesmo engendrou.

Só o ser humano causa dor, destruição e sofrimento
— em tudo que toca —
e faz isso com plena consciência.
Seríamos um paraíso sem
seres conscientes?⁠

Beatriz Campos Arroyo

Qualquer ser humano
que olhar nos olhos
de outro ser humano
verá esperança.

O ser humano consegue criar tecnologia para que um avião abasteça
outro avião em pleno ar.

Mas ainda não aprendeu
a abastecer sentimentos
entre si.

É fácil ser guerreiro quando há um exército.
Quero ver ser guerreiro quando só existe você.

“Todo mundo diz ser a favor de mudanças. Mas, cada vez que alguém faz algo diferente, sempre aparece alguém disposto a “lembrá-lo” como as coisas devem ser.” – Mônica Fuchshuber

O ser humano é um animal territorial que usa a arte, a política e a violência para tentar mascarar sua própria insignificância e sua falta de controle sobre o destino.