Nao podem ser Explicadas mas Sentidas
Mulher. Deusa trazida à terra por Deus
Para ser do homem sua companheira
Tem a missão de cuidar dos seus
Numa vida com amor feliz e ordeira
Mania de amar
Quero ser o seu arremate
Na loucura de tanto amar
Q' a paixão nunca nos falte
Varar a noite até o Sol raiar.
Ilusão
Iludir-se, pode ser que seja um erro. Mas é, sem dúvida, um momento especial de beleza inexplicável da vida.
Tentando ser brisa
de esperança e voz
neste tempo adverso,
total em prosa e verso
contando de maneira
sensorial o quê passa
na América Latina,
sobre a tropa de uma
Pátria que não é a minha,
e uma prisão injusta
sofrida por um General
que ocorreu no meio
de uma reunião pacífica.
O General está preso
há mais de anos anos,
ele vem passando
um injusto sufoco
e o profundo desgosto
de continuar a ser caluniado;
não há como esquecer
do amaldiçoado
dia treze de março
do ano de dois mil e dezoito,
fizeram muito mal à ele,
e o injusto não foi reparado.
O General está preso
na sede da Polícia Militar,
desde o início da pandemia
não vem podendo
para a família telefonar,
só se sabe que
em TOTAL ISOLAMENTO
ele se encontra num
ambiente que a injustiça tomou conta.
O destino tem
a sua sedução
e colocou você
para ser paixão,
E de um jeito
inesperado fez
o meu coração
o teu coração;
Ele que antes
de você chegar
era muito mais
duro do que aço,
E agora mora
dentro do melhor
abraço do mundo.
Virou rotina ser confundida
como ativista porque
a minha mística, letras e rimas
caminham com os povos,
erguem bandeiras,
escalam fortalezas
atravessam as grades
de penitenciárias
de segurança máxima
e estão presentes nos apertos
de mãos entre tropas
de todas as fronteiras,...
Não tenho o quê esconder:
apenas sou mais uma voz
dentre tantos outros poetas
das nossas Américas,
Sou mais uma que escreve
aos ventos que
correm pelo meu país
onde as cidades
voltaram a ser feudos
e os Estados a ser capitanias;
Por aqui atiraram a nossa
sagrada unidade pela janela,
e ninguém mais sabe chegar
a um comum acordo nesta terra,
Em mil partes me divido
pelo continente para mostrar
que na Bolívia e por tantos
outros lugares vozes
podem ser silenciadas
rapidamente muito mais
que sessenta e sete vezes,...
A cada instante por cada
preso político seja no
Chile silencioso ou por
quem precisar uma
prece todo o dia elevo
e poemas para tropas
escrevo e notícias
de liberdade para um
General que foi preso
inocente ainda espero,
porque alguém
haverá de surgir
e toda esta gente libertar.
Por pretensão de ser
algo perto de um
batismo de fogo
rumo a consciência
mais profunda
dos governantes,
Estes versos levam
à luz para lembrar
que a Cruz hoje
está vazia e Ele vive
sempre que se permite
o amor vencer a morte:
O ego dos poderosos
despejou o peso
nas costas dos povos
humildes e imigrantes,
e há quem ainda distante
anda fingindo que não vê;
A Cruz está vazia
para mostrar que
não se deve repetir
a história de manter
em injusta prisão
quem pensa diferente
como o General está
há mais de dois anos
preso injustamente,
e todos os outros
que assim se encontram
independentemente
de na vida ter ou não patente.
Um homem para ficar comigo tem que ser um homem bom. Um homem bom me interessa muito mais do que um homem bem sucedido. Um homem ruim não serve para mim.
Desculpa, se os meus
poemas te roubaram
ou te roubam a paz,
Eles passaram
a ser onde os ouvidos
e as bocas
estão fechadas demais.
Numa hora como esta
só vejo um banquete
de ego e de vaidade,
Vamos nos dar
as mãos por mais
união e humanidade.
O diálogo nacional
se avizinha horas
antes do dia que
o Comandante - Eterno -
foi libertado
do cárcere de Yare.
Numa hora como
esta te peço
para deixar
as diferenças de lado
pelo General que
está preso há dois anos
injustamente,
E por todo um
povo que precisa
ser libertado
independentemente
do lado escolhido,
Todos devem se unir
em nome e se permitir
um novo destino.
Existem áudios
a ser investigados,
Existem mártires
a serem justiçados
pelas leis terrenas,
Os culpados não
foram encontrados,
Foi golpe, é golpe
e vem seguindo
em marcha o golpe,
E junto com o povo
me sinto recolhendo
os destroços,
E sabemos que
os criminosos
estão soltos
apagando pouco
a pouco os vestígios.
Tal como o saldo
de feridos e mortos,
intriga geopolítica,
O ouro branco
no centro do jogo
e um povo todo
passando sufoco
para salvar
a própria vida;
Porque nem com
as suas tropas
pode mais contar,
E depois não diga
que eu te avisei:
que há uma tropa
que está pisoteando
e se deixando
pisotear
por covardia
e medo de um
mentiroso histórico
querendo se
posar de santo
e passar por vítima.
A verdade não
me faz de nenhuma
ideologia política
mesmo que você
diga que sim;
Ela não me faz
menos patriota,
apenas me faz
uma pessoa sincera,
Do outro lado dessa
história há um
país em bloqueio,
E que do povo o inimigo
tem sido sempre o mesmo,
E para um General
e uma tropa que
seguem presos
inocentes a justiça
está mais do que a tardar.
O pior tipo de censura
é o fascismo social
que pode ser escrito
em decreto ou atitudinal,
é o que vem sofrendo
numa injusta prisão
uma tropa sem merecer
e um idealista General.
O fascismo social
é aquela verbalização
que constrange,
ação que agride
quem pensa diferente
atira na gente
ou sequestra a gente
na laguna de Alalay,
como fizeram com
o povo que ninguém
sabe sequer se foi,
como e para onde vai.
O fascismo social
é a pavimentação
para tiranos iguais
aos da direita
da Bolívia que usam
também da Bíblia
para assaltarem as Nações
e fazerem desaparecer
debaixo das nossas
vistas as populações.
O artista deve ser o crítico onde sempre falta a atuação de uma oposição política útil que faça uso da crítica de forma construtiva para melhorar o país e pacificar as Nações em conflito.
Nós estamos
na ponta
do abismo,
O fanatismo
superou
o patriotismo,
Poesia para
isso serve de
drone político.
O continente
está sendo
diariamente
destruído,
Que o povo
seja socorrido,
O Pantanal
está ardendo.
Das 48 horas
e mimado
pedido ainda
estou rindo,
De quem tirou
há mais
de quinze dias
o sossego de
um país inteiro.
Há de tudo por
aqui neste torrão
continental
de generais
e de uma tropa
que injustamente
estão presos,
E outros que
abandonaram
publicamente
um a um o barco.
Quem viveu
nos porões,
sótãos
e sentiu na pele
o quê é ser
brindado pelas
repressões,
Estando envolto
por fios elétricos
desencapados,
Vai entender
o porquê tenho
escrito tanto
e peguei
estes versos
emprestados.
Em palavras
em barras
de tortura
ameaçadas
de morte,
em preces
de Virgílio Peres
a sós com Deus,
de outros
que fizeram
o mesmo
e das cordas
vocais que
foram cortadas.
As vozes que
ajudam
a rememorar
dão o triste
exemplo do
entendimento
que a razão
de hoje não
alcançará
por viver
isolada na
ilha da ambição.
As utopias
de dezenas
foram pagas
com a vida,
e há pouca
gente capaz
de valorizar
quem ainda
ouve gritos,
e vê as tantas
celas podres
inundadas
de urina, sangue
e de lágrimas
encharcadas,
deveria ser
cobrado que
todas as pessoas
venham ser
bem tratadas.
Pensem como
queiram,
isso é liberdade,
sem fazer
julgamentos
de valor por
aqueles que
deixaram as
suas vidas
como o General,
a tropa e outros
desconhecidos
por um altruísta
e sublime ideal,
e renunciando
da possibilidade
de liberdade sem
nenhuma notícia.
Quem dera ser
a pluma e a tinta
para colaborar
que seja escrita
a nova história
e comover o quê
há de mais terno
em cada pessoa,...
De alma
aberta,
coração sereno,
sigo brindando
com aquilo que
iremos não mais
deixar ir adiante
para não olhar
aquilo que não
nos trouxe paz;
Ando cumprindo
pena de prisão
junto com um
General inocente,
uma tropa anônima
e minhas aflições,
Poesias e canções
à uma Pátria que
não é minha
e ao continente,...
Na fé
que tenham
um futuro melhor
e diferente
pelas mãos
dos homens
de boa vontade
e do General
de olhos
tão inabaláveis
e de azeviche
conclamantes
que se aumente:
A camaradagem,
a responsabilidade
a manutenção
da indivisibilidade
pelo fim do bloqueio
e restauração
da normalidade
desestabilizada
pela ambição
insólita daqueles
que buscaram
fazer o jogo imperial
porque são
gente que rejeitam
a uma vida normal.
O amor semeado
nas nossas vidas
chegou para ser
regado e cuidado
como uma roseira
perfumada e bela,
E com todo o zelo
para retirarmos sem
medo e com carinho
os espinhos que
aparecerem nela.
Por ser a minha
voz a menor
de todas,
Posso falar
talvez mais,
passar sem
ser notada
ou ter a sorte
de ser escutada,
O importante é
não ficar calada.
Não se sabe o quê
foi feito do General
em #FuerteTiuna,
Só se sabe que
disseram que ali
ele se encontra em
#GREVEDEFOME
e não há nada
que me conforme.
Num país onde
se fala de paz,
Mas a justiça
está foragida,
Não se sabe
quando vão
soltar os policiais
E não se ouve
mais o som
da clarinetista.
Para que tu não
te esqueças
que nos sótãos
do Inferno
de cinco letras,
Todos os dias
são noites,
Ninguém sabe
e ninguém viu:
desapareceram
com quatro
militares e um civil.
Situação tensa
em Boleita,
Lá no Inferno
de cinco letras,
Os heróis
merecem ser
assistidos
em seus direitos,
Eles foram
injustamente
aprisionados,
É bom que todos
saibam de Oslo
até Barbados,
Que por eles
também não vou
parar de falar,
Mesmo sabendo
que o General
ali não está,
Aliás, ninguém
sabe onde ele está.
O General foi preso
injustamente,
Ele está desaparecido,
E ninguém mais
responde sequer
se ele foi de fato visto,
Haja informe e guru
para tanto mal feito.
O momento é tão
triste e tão crítico
que não entregam
nem o corpo
do Capitão-de-Corveta
para a viúva,
Por isso desconfio
que o General
nem esteja mais vivo.
Ele deveria
ser o céu
de oito estrelas
o contrário,
Como diziam
os poetas,
Porque em si
assim nasceu
para ser mar...,
E se converteu
na tumba
dos mais pobres;
Em rafaelas letras:
Para que deles
tu não te esqueças.
Dos venezuelanos
em diáspora
eu quero a volta,
Do paradeiro
e da liberdade
do General
a devida resposta.
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