Nao podem ser Explicadas mas Sentidas
Na matéria de cordel
Observo a maestria
Encanto me com versos
Lendo a cada dia
Inspirando meu ser e
Abraçando a poesia.
(M)ês das mulheres é
(U)m mês resiliente,
(L)he inspira ser forte...
(H)oje seguimos em frente
(E) faça um favorzinho
(R)espeite mais a gente!
Existe uma gente insana
Querendo ser capataz
Só pra tirar nossa paz
Age de forma tirana
E muito da desumana
Querendo ser importante
Pois se faz de deslumbrante
Mas é longe de ser rosa
TEM MUITA TESTA OLEOSA
SE ACHANDO MENTE BRILANTE.
MOTE: IZABEL NASCIMENTO
"E creio eu que, a opinião individual jamais deve ser moldada pelas vontades das massas. A verdade única e tangível, quando clara aos olhos deve sempre sobrepujar toda e qualquer opinião, seja ela individual ou coletiva..."
Minha pretensão, crer que um dia esse amor teria um ócio.
A religião pode até ser a droga do povo, mas é seu amor, o meu ópio.
Quando meu corpo, em estado de morte, minh'alma, há de barganhar com o próprio diabo.
Minha punição? Preso na eternidade daquele seu primeiro olhar, meu purgatório.
Sem um advogado, sem defesa, nada de contraditório.
Não era um tribunal, era um circo, um palco, um auditório.
Não haveria justiça, apenas mais um show, vexatório.
Onde aplaudiriam com desdém, um mundo ilusório.
A inexistência de felicidade, entre nós dois, era notório.
Deus abandonara-me naquele interrogatório.
E Lúcifer, em seu papel de juiz, condenara-me, com meu sonho simplório.
O meu crime? Crer que um dia esse amor fosse nosso, crer que um dia teria um ócio..." - EDSON, Wikney
"Ela sonha em ser a minha musa, no escuro do meu quarto.
Pra ela é motivo de orgulho, ver-se em minhas palavras e perceber que inspirou mais uma do Famigerado.
Mas o preço é caro.
O gosto fica na boca e a pele ferve num tom acalorado.
O coração palpita ao ler as leviandades, de um homem apaixonado.
Ela me vê em todos os rostos, ela suspira forte, ao lembrar dos nossos corpos, entrelaçados.
Ela lê o que eu escrevo, me faz de divindade e deseja, uma vez mais, me adorar no escuro do quarto.
Aquela boca, seca e ofegante, antagoniza, aquele delírio de corpo suado.
Ela me vê como prazer, sonho, amante, quiçá namorado.
Eu sou um poço de gratidão, por ter me inspirado.
Mas ela sabe, que no fim, ela e o nosso amor, será só mais uma, do Famigerado..."
"Eu, a partir de agora, deixei de ser o tolo.
Ser o parvo, bom moço.
Vou me tornar um Robin Hood de paixões, roubarei corações, que pertencem a outros.
Cansei de tentar acertar, vou esperar de alguém, um erro bobo.
Aguardarei pacientemente, o erro de um namorado, um marido, um noivo.
Roubarei de sua mãos, o seu maior tesouro.
E distribuirei as riquezas, ao meu pobre corpo.
Dói-me na alma, esse tipo de artimanha, mas abriram mão da honradez, então, o melhor dos jogadores, jogará o jogo.
Cansei de perder, eu hei de sagrar-me campeão, de novo.
Enquanto isso, vislumbro a estupidez do povo.
A ingenuidade do bom moço.
O massacre que a sociedade faz conosco.
E, por entre lágrimas e reflexões, decidi: a partir de agora, deixarei de ser o tolo..."
"O jogo da indiferença , é uma guerra em que se perde ambos os lados.
Mas é melhor ser destruído, do que vencer, sendo humilhado.
Prefiro ter o seu sincero ódio, do que ser um falso amado.
Meu orgulho já foi pisoteado.
Abro mão dele, por qualquer minuto, ao seu lado.
Não têm adiantado.
Você, mulher, é um estranho mel, que quando quer, és me de um todo doce, mas também, tem um gosto amargo.
Cansei de rogar a Deus, talvez, por um beijo seu, eu barganhe a minha alma com o diabo.
Abro mão do paraíso divino, pra morar em um único segundo, do paraíso de seus lábios.
Eu sou um poeta de alma, um leitor de entrelinhas, um curador de lágrimas, o Famigerado.
Dizer-me-iam: '- És um louco, insano, desvairado!'.
Um trouxa, um tolo, um parvo.
Mas não sou; meu coração sim, a este falta ofensas, em nosso vocabulário.
Ele se resume a um lacaio.
As palavras vêm, me perco nessa insanidade, não sei mais onde essa insanidade, ou tolo poema, deveria ter parado.
Eu devia era nunca ter lhe desejado.
Ter lhe admirado.
O que faz um homem tolo, não são as palavras desprovidas de sabedoria, mas sim, os sonhos infundados.
Existe um jogo, o qual, eu sou viciado.
É o jogo da indiferença, que também é uma guerra, em que se perde ambos os lados..."
"Ela quer saber o que eu sei.
Ela quer ser eu, e eu só quero ser nós, outra vez.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber se a odeio, ou se de todas, fora a que mais amei.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber se sou escravo, o bobo ou rei.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber, se o que à ela narro é só mais uma do Famigerado, ou sentimentos do gris Wikney.
Ela quer saber o que eu sei.
Se foi? Talvez.
Real? Não sei.
Ela quer saber o que eu sei.
As vezes que cedi, as vezes que roguei.
Ela sabe que tentei.
Ela quer saber o que eu sei.
Não eram difíceis as mudanças que implorei.
Ela quer saber o que eu sei.
E eu quero saber o que de ruim lhe fiz, onde eu errei?
Cuidado, as mentiras que eles lhe contam, foi eu que ensinei.
A única coisa que eu soube fazer foi ama-lá, nesse momento o castelo dela se desfez.
Agora, tenta aprender em outros braços, o que sempre eu soube, o que só eu sei..." - EDSON, Wikney
Chega a ser cômica a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?
À ela, ofereço um universo; a estas, fragmentos, quirela.
A vida já teve alegria, hoje são só mazelas.
Hoje é velório, o que outro dia fora festa.
Sua ausência transformou em gris o que um dia foram cores, aquarela.
Os sonhos da chuva de arroz, o arremesso do seu buquê, ainda infectam minha mente, como bactérias.
O branco do vestido antagoniza o negror do meu luto, parece-me, drenou a minha resiliência.
Desalento, mau agouro, infelizmente fiz do teu abraço a minha residência.
Outros amores? Parcimônia.
Pinto nosso futuro, como um pintor, em uma tela.
Seu amor é prisão, frio, como uma cela.
É engraçado, quando me recordo de tudo que já fiz para ser dela.
Mas cômico mesmo é a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?
A dívida sentimental que uma pessoa pensa ter com outra, às vezes pode ser uma deficiência despercebida de amor-próprio.
A coragem é, a cima de tudo, a qualidade que permite uma pessoa “ser” mais “ser humano” do que religioso.
Sermões se dispersam com o vento e não sobrepõe “atitudes”!
Sentimentos e opiniões instáveis agem ao presente através de pensamentos, emoções e reações não resolvidas!
A leitura permite uma pessoa ser mais comprometida com seu próprio ser — a sabedoria e o conhecimento dão sentido à vida e permite fazer o melhor uso de sua liberdade com o universo.
Quando uma pessoa não lê, ela trava sua capacidade de ser tornar melhor, nutre seu achismo e seus julgamentos reflexos.
Inteligência e beneficência!
A inteligência de uma pessoa, lhe permite apenas ser mais uma pessoa inteligente.
Se ela não souber equilibrar sua beneficência, irá debilitar seu potencial pela “demasia”.
Compreender nosso “ser” “ser verdadeiro”, nos faz entender que:
Nenhuma de nossas ações, escolhas, tendências, desejos escapa à ação de nossos pensamentos que estão ligados ao interesse e aquilo que queremos colher.
Jamais diga ser amigo de um “Rei” se você nunca o ajudou a colocar uma pedra na construção de seu Castelo e, nunca teve coragem de enfrentar uma batalha ao seu lado.
Em breve o cerebro humano deixará de ser HD para ser Memória Flash, terceirizaremos nosso banco de dados para o Google.
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