Nao Mereco tanto Amor

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Aprendi, que não importa quão tamanho seja seu amor pelas pessoas,
talvez elas nunca poderão sentir o que guardas no coração;

Aprendi que amar é se doar sem esperar absolutamente nada do outro, saber perdoar.

Aprender que as pessoas são humanas, passíveis ao erro, à emoção, ao momento.

Cobrar das pessoas que te amem não é o melhor caminho,
caminhe no sentido do coração delas,
a estrada é longa, mas a recompensa é divina.

Conquiste, não se subestime!
Não dê tudo de si, pois certamente aparentará ser uma pessoa frágil, doentia e possessiva.

Viva os momentos,
guarde-os no coração, mas liberte-se...

Não ame pra viver, viva para amar!

Hoje aprendi sobre amor ao próximo.
Não me ama? Próóóxxxximo!

O amor é como uma roda de capoeira, sempre deve estar com um pé atraz para não levar um tombo violento!!

Quer me tratar bem? Amém! Se não quiser, vá com Deus, não me procure mais! Amor incondicional é muito bonito. Mas eu só tenho por mim, pela minha família.

Tenho mais medo de moto do que de relacionamento. Pois uma coisa já descobri, de amor eu não morro.

Mas eu quero. Eu quero um amor todinho meu, não uma metade, nem alguns caquinhos, mas todinho. Que eu possa chamar de meu, apertar, morder, beijar, bater. É meu, caramba! Ah... E eu quero surpresa, quero loucuras, quero bagunça, crise de ciúme, briguinhas que acabam em agarros, provas de amor. Eu quero me surpreender.
Até hoje, todos esses meus amores foram pré-definidos por uma lista de objetivos na vida, por um sonho bobo, por uma aposta. Agora eu quero me surpreender.

Porque eu sou amor, e ainda que não seja o seu, essa é a minha essência ! E você não deve acreditar muito nessa ideia, pelas tantas vezes que eu quase fui, mas um dia eu vou.. sempre foi assim ! Mas deixa eu te contar um segredo: se eu for, eu não volto.

Se não nos amarmos e respeitarmos, seremos incapazes de qualquer Amor verdadeiro pelo outro.

Uma xícara de café pode ser muito parecida com o amor: quando vicia, não se dorme mais facilmente à noite e pode esfriar muito rápido.

Ao invadir a privacidade de uma pessoa, você não está dando prova de amor, mas de obsessão.

Por algum motivo meu coração escolheu você, mas não sei se você é merecedor de todo amor que ele tem para oferecer.

A gente não escolhe amar ninguém, amor não é conveniência, não é aquilo que a gente se levanta pela manhã e diz: ah vou passar a amar essa pessoa à partir de hoje. Se fosse assim; como seria fácil né?, amar por inteligência. Simples demais olhar pro lado, sabendo que aquela pessoa te ama, e simplesmente parar de sofrer por outra e escolher ela, seria bem mais tranquilo. Fico pensando, se as coisas fossem deste jeito, quantos poetas não estariam desiludidos por falta do que dizer, com tanto sofrimento desperdiçado, jogado fora? O que cantaria Tiê se não sofresse tanto, sozinha, com um telefone na mão, se perdendo no que era real e no que inventou? Nem Jorge e Mateus teria tanto sucesso, e hoje, com certeza estariam os dois, por ai, numa empresinha qualquer juntando os trocados do ônibus, porque o salário não daria até o fim do mês. O que diria os donos dos bares com tanta bebida estocada, por falta dos boêmios, daqueles que choram madrugada afora, numa mesa de bar? Quem iria pagar essa conta de tanta desilusão que não iria acontecer? O que seria de nós se não houvesse toda essa batalha diária pra nos manter vivos no coração de outra pessoa? Talvez seria muito mais interessante se houvesse escolha né, mas também, nada teria gosto. O bom da vida é essa correria que a gente faz, sempre. Essa luta para reconquistar o que perdemos hoje. O buquê tão bem decorado e perfumado entregue na casa dela pela manhã, esperando o dia todo um simples telefonema dizendo no seu ouvido: Obrigada, eu amei as flores! Sabe, nós humanos nascemos para amar, mas somente o amor é quem nos escolhe, e independentemente se é recíproco ou não, amar ainda assim vai ser sempre a nossa melhor opção. O Amor é uma vontade involuntária que, por mais que você se esforce pra fugir, não adianta, ele sempre te pega numa dessas curvas da vida.
Ricardo F.

Você não desiste do amor, você simplesmente cansa dele, pelo simples fato de que alguém lhe machucou e te fez sofrer o suficiente para você ter se tornando uma pessoa assim.

Se todo o amor aspira à eternidade, o amor de Deus
não só aspira a ela, como cria e é a eternidade.

Eu acredito que amor eterno exista. Mas não acredito que a paixão esteja sempre lá em cima. Se você está casado há muito tempo, a paixão diminui, você volta a se apaixonar, depois ela volta a diminuir. Faz parte dos ciclos da vida, por assim dizer. Mas eu acredito em casais que se amam para sempre. Talvez o amor mude da juventude, quando é cheio de paixão, empolgação para a maturidade, quando é mais conforto e familiaridade. Qual deles é melhor? Não há um melhor. Amor é amor, e ele oscila.

Nicholas Sparks

Nota: Autoria não confirmada

⁠O Fim Silencioso do Amor

O amor não termina com gritos ou despedidas dramáticas. Ele se desfaz no silêncio, nos gestos repetidos que já não emocionam. Acaba quando você percebe que o outro se tornou um roteiro previsível, um ciclo exaustivo onde cada ação já tem um desfecho conhecido.

Você sabe quando ele vai se calar, em qual ponto irá fugir, mergulhando no vácuo de silêncio para, mais tarde, retornar como se nada tivesse acontecido. E é nesse padrão que a esperança morre, sufocada pela certeza de que nada vai mudar.

Então começa o processo mais cruel: sentir falta de si mesma. Lembrar que já foi mais feliz, que seu coração já bateu forte por motivos simples. Agora, a presença que deveria ser companhia se tornou peso, roubando seu tempo e sua essência.

Você se vê sugada por uma monotonia que apaga o encanto das palavras e silencia o diálogo. O ânimo escapa, e o amor, antes vibrante, agora se dissolve em indiferença.

Talvez o amor acabe assim: não com um ato final, mas com a ausência de surpresa, quando você entende que a vida é curta demais para amar apenas por hábito.

⁠Quando o Amor Silencia

O amor não grita quando se vai,
desvanece em passos sutis,
se esconde na rotina que dói,
nos gestos que já não são gentis.

É o toque que não arrepia,
o olhar que desvia ao passar,
palavras que caem vazias,
silêncios que vêm pra ficar.

Previsíveis são os caminhos,
sempre iguais, sem emoção,
corações viram vizinhos
num mesmo corpo em solidão.

Então, sinto falta de mim,
da alegria que já foi morada,
do brilho que chegou ao fim,
dessa presença cansada.

Prefiro partir e me encontrar,
ser leve, ser meu próprio sol,
pois o amor que faz morar
não vive preso em lençol.

⁠Onde a admiração desfalece, onde o respeito silencia, o amor não respira. Parta antes que reste apenas a sombra do que foi.

⁠Onde o Amor Não Sobrevive

O amor não sobrevive onde a admiração se desfaz. Onde o olhar já não brilha ao encontrar o outro, onde as palavras perdem o calor e se tornam apenas ruído de fundo. Sem admiração, o que antes era encanto vira hábito, e o hábito, com o tempo, se torna indiferença.

O amor não resiste onde a consideração se esvai. Quando a presença do outro se torna um detalhe, quando as dores não são escutadas e as alegrias não são celebradas. Onde não há consideração, o amor é deixado de lado, esquecido como um livro não lido, pegando poeira na estante do tempo.

O amor se apaga onde o carinho se torna escasso. Porque o amor não vive apenas de grandes gestos, mas dos pequenos toques, do cuidado que se expressa nos detalhes do dia a dia. Se o carinho se torna raro, o amor se sente sozinho, frio, e acaba encolhendo até desaparecer.

E, por fim, o amor morre onde o respeito é quebrado. Onde as palavras machucam mais do que acolhem, onde os limites não são respeitados, onde a presença se torna um fardo. Sem respeito, o amor deixa de ser refúgio e passa a ser exílio.

Por isso, se perceber que tudo isso se perdeu, não insista. Esqueça, silencie, saia. Não por orgulho, mas por amor a si mesma. Pois o amor que precisa implorar para existir já não é amor, é apenas lembrança. E você merece mais do que sobras.

Vá onde seu amor possa florescer. Fique onde ele possa respirar.

Às vezes, não é falta de amor, é falta de fôlego.
De vontade de responder, de sorrir, de fingir que está tudo bem.
É cansaço de corresponder, de se explicar, de esconder o óbvio — que por dentro, o silêncio grita.
As notificações se acumulam, mas o desejo é de desaparecer.
Não por indiferença, mas por não saber mais como existir para tantos, quando mal consigo existir pra mim.
Não sou de muitos contatos, embora haja muitos que me amem.
Só não sei, agora, como retribuir.
E talvez isso precise ser entendido como amor também.