Nao Mereco tanto Amor

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Não há lugar para a sabedoria onde não há paciência.

O homem não tem poder sobre nada enquanto tem medo da morte. E quem não tem medo da morte possui tudo.

Tenho de proclamar a minha incredulidade. Para mim não há nada de mais elevado que a ideia da inexistência de Deus. O homem inventou Deus para poder viver sem se matar.

Não quero que as pessoas sejam muito gentis; pois tal poupa-me o trabalho de gostar muito delas.

Jane Austen

Nota: Correspondência pessoal

Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.

É tão natural destruir o que não se pode possuir, negar o que não se compreende, insultar o que se inveja.

Feliz do homem que não espera nada, pois nunca terá desilusões.

Alexander Pope
The Works of Alexander Pope

O juiz não é nomeado para fazer favores com a justiça, mas para julgar segundo as leis.

Acredite na justiça, mas não a que emana dos demais e sim na tua própria.

Nunca foi sensata a decisão de causar desespero nos homens, pois quem não espera o bem não teme o mal.

Quem se apaixona por si mesmo não tem rivais.

Acreditar que não acreditamos em nada é crer na crença do descrer.

Os solteiros ricos deviam pagar o dobro de impostos. Não é justo que alguns homens sejam mais felizes do que os outros.

Oscar Wilde
Epigrams: An Anthology (1952).

Não se pode ensinar nada a um homem; só é possivel ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si.

Aquele que não consegue perdoar os outros destrói a ponte por onde irá passar.

O homem faz o mal, porque não sabe o que é o bem.

Muitas vezes não temos tempo para dedicar aos amigos, mas para os inimigos temos todo o tempo do mundo!

Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição.

Eu estou sempre fazendo aquilo que não sou capaz, numa tentativa de aprender como fazê-lo.

Vincent van Gogh

Nota: A citação costuma ser erroneamente atribuída a Pablo Picasso. Ela foi originalmente escrita em uma carta de van Gogh ao pintor Anthon van Rappard, em 1885.

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Aquele que já não consegue sentir espanto nem surpresa está, por assim dizer, morto; os seus olhos estão apagados.