Nao Mereco tanto Amor

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⁠"E naquela noite eu lhe entreguei o meu negro coração.
Na esperança de você revivê-lo, com o seu vermelho de paixão.
Eu fui seu em forma de poema, em forma de canção.
Eu fui companhia, onde só existia solidão.
E olha só, ainda estou na escuridão.
E sem o teu vermelho amor, sem o meu negro coração.
Só me restou as promessas e as juras feitas em vão.
Ah mulher! Como fui feliz naquela ocasião.
Onde viajei por seus olhos, com brilho de constelação.
Só restaram-me os devaneios, daquela amarga ilusão.
Meu último pedido às estrelas? Devolva meu negro coração..."

Inserida por wikney

⁠"Tudo bem, pode ir, antes de ti eu já estava só.
Acostumei-me ter a felicidade em minhas mãos e vê-la virando pó.
Desejo o seu amar, por amor e não por dó.
Me vem a lembrança do teu beijo e a garganta dá um nó.
Ter você, longe ou perto, eu não sei o que é pior.
Minhas juras e os nossos sonhos, ainda sei de cor.
Se tento ser algo bom é para junto a ti, ser melhor.
Mas você se foi e me deixou amarrado em um sentimento, em que não desato o nó.
Mas tudo bem, pode ir, pois antes de ti, eu já estava só..."

Inserida por wikney

⁠"As luzes da cidade, ofuscam as luzes das estrelas.
A sua presença, de felicidade, inunda o meu eu, que é só tristeza.
Abro mão de tudo, por ti, larguei minha avareza.
Só no castanho dos seus olhos, fui capaz de descobrir a real beleza.
Só o seu toque drena minha força, sua pele, o seu cheiro, são minhas fraquezas.
Você faz com que, nem meu próprio coração, me obedeça.
Você ofusca minha sanidade, turva por completo, minha clareza.
Você é para mim como as luzes da cidade, que ofuscam as luzes das estrelas..."

Inserida por wikney

⁠"Ela se foi e levou nossos sonhos por inteiro.
Se foi e só me deixou a saudade do beijo.
Sua felicidade se foi, quando você me deixou escapar, por entre seus dedos.
Na sua ausência, me falta a razão e me sobra o desejo.
As vezes me falta o ar, quando lembro do seu aconchego.
Falta a beleza no horizonte, pois em admiração ao por do Sol é você que eu vejo.
Sem sua metade, o que restou de mim é pesadelo.
Em mim já não existem sonhos, pois ela se foi e os levou, por inteiro..."

Inserida por wikney

⁠"Talvez tenha sido o sorriso ou negro dos cabelos.
Talvez tenha sido o abraço ou doce do beijo.
Talvez tenha sido a calmaria na voz ou o olhar de desejo.
Talvez foi o tudo ou quem sabe o nada, que me fez seu por inteiro.
Eu te olho e quase me explode o peito.
O coração não aguenta e me pede arrego.
Se eu tivesse dois corações, pergunto eu, também implorariam pelo seu aconchego?
O perfume cria um ébrio, ébrio de ti, meu sonho perfeito.
Me perco na noite, tentando entender de onde vem tal sentimento, tenho receio.
Terá sido o cheiro?
O doce do beijo?
Nunca se sabe, talvez tenha sido o sorriso ou o negro dos cabelos..."

Inserida por wikney

⁠"Eu sempre pensei que o paraíso fosse restrito aos pecadores e ali estava eu, com um pedaço dele, em meu braços.
A perfeição, com seus cabelos negros, me pedia mais um beijo, mais um abraço.
O olhar dela, me prendia cada vez mais, da minh'alma, o laço.
Quando ela sorri, a felicidade inunda meu eu, como que escapo?
Bem da verdade, por que eu escaparia? Sendo que, foi ela quem uniu meu coração, que estava em pedaços.
Ela renovou minhas esperanças no amor, um sentimento que eu já tinha abdicado.
Adocicou a amargura da minha vida com seus beijos, perdoou meus pecados.
Eu já não preciso vislumbrar os céus, pois o melhor pedaço do paraíso está sempre ali, em meus braços..."

Inserida por wikney

⁠"Venho tentando.
As amarguras, desilusões, esquecê-las venho tentando.
Tento falar do bom da vida, sobre o amor, do seu sorriso, venho tentando.
Sua beleza, seu sorriso, que me ilumina, sem ti não estou aguentando.
Fazê-la feliz, venho tentando.
Mesmo falho, as vezes sem a atenção e o carinho que mereces, venho tentando.
Tento uma e duas, mais de mil, mas continuo tentando.
Todo esforço é válido por quem venho amando.
Meus medos, você afastou com seu beijo, meu doce anjo.
Acordei de um pesadelo, onde o meu eu não tinha mais você, alegrando-o.
Em 'sonho' me perguntou se poderia eu, viver sem você, que da minha existência, era o acanto.
Com meus olhos de tristeza e lágrimas, com minha'alma tomada por completo, em pranto.
Respondi com a voz de um coração ferido: - Amada minha, ainda não. Mas venho tentando..."

Inserida por wikney

⁠"Era mais uma daquelas chuvas de verão.
Eu sabia que viria.
Eu sabia que a veria.
Eu sabia que ainda residia em meu coração.
Eu sabia que tinha sua indiferença, mas precisava era do seu perdão.
Eu sabia, que não sabia nada e quem nada sou eu, no seu mar de paixão.
Afoguei-me nas águas das lembranças e não existem palavras capazes de dar a esse sentimento, uma vazão.
Por vezes, a distância que nos separou, levou pra longe minha felicidade, sem porquê, sem razão.
Como uma enxurrada de amarguras, descontentamentos, solidão.
Hoje, o céu em um completo de trevas, me aterroriza com sua escuridão.
Me traz o medo em cada relampejar, em cada trovão.
Mas o meu maior temor é o porvir ser mais uma daquelas suas chuvas, de verão..."

Inserida por wikney

⁠"Se tivesse ousado, eu teria tentado.
Se ouvisse as musicas que ouço, saberia o que eu teria lhe falado.
Se tivesse ficado, saberia eu, o que é ser amado.
Se olhasse em meus olhos, meu coração teria palpitado.
Se pudesse eu, pedir lhe algo, eu pediria para ter ficado.
Se amasse-me, não teria fugido, estaria ao meu lado.
Se fosse hoje minha força, o seu olhar seria o meu ponto fraco.
Se você ainda tem o beijo doce, só me deixou, da saudade, o gosto amargo.
Se pedisse-me o mundo, eu teria lhe dado.
Se não pudesse, nosso mundo eu teria inventado.
No fim, se tivesse ousado, eu teria tentado..."

Inserida por wikney

⁠"A noite vem e com ela me torno um poço de indagação.
O que seria dos céus, se os homens fossem capazes do perdão?
O que seria dos poetas, se não existisse a solidão?
Será que por ti, palpitaria, se eu tivesse, mais um coração?
Existe, mesmo que ínfima, na loucura, um pouco da razão?
E a loucura, quanto existe dessa, na emoção?
O que é mais assustador, o silêncio da indiferença ou o estrondo de um trovão?
O que me cega mais, o brilho dos seus olhos na escuridão ou da manhã, o primeiro clarão?
É possível ser grato pela ingratidão?
Por quem bate seu coração?
A noite vem e aflora em campo fértil, minha imaginação.
Eu que era poço, na madrugada, sou um oceano, de indagação..."

Inserida por wikney

⁠"A vida, por vezes, turva por completo o que eu sei.
O que é mais danoso à uma existência? A arma nas mãos de um homem ou uma coroa sobre a cabeça de um tirano rei?
Desdenhar do amor por essas terras, parece-me, tornou-se lei.
Como chuva, o viver vem e turva por completo o que eu sei.
Jamais confunda a posição de um consorte, com a grandeza de um rei.
A amargura é lei.
A indiferença eu conheço, eu sei.
E então diz-me: 'Não posso amar-te, pois isso eu não sei.'.
Se não sabes, então até hoje, o que eu lhe ensinei?
Eu que pouco ou nada sei.
Ensinei.
Suas palavras são uma arma e eu da solidão, sou rei.
Sua indiferença é minha coroa, com orgulho e tristeza, a ostentei.
A vida é uma piada, que por vezes, turva por completo, o pouco que eu sei.
O que eu sei? A ti, amei.
Amo-te? Hoje, não sei..."

Inserida por wikney

⁠"Eu, um todo de defeitos, pintei algo perfeito.
Como em tela, pintei-lhe com um beijo.
Cada imperfeição, era pra mim, o despertar de um devaneio.
Lembro-me do encanto, ao desenhar-lhe o cabelo.
Quando em arte, cada fio negro, deslizava por entre meus dedos.
Moldei-lhe um coração, com toques, carícias e aconchego.
Minha vida, que era um total gris, como aquarela, foi ganhando cor a cada detalhe refeito.

Busquei inspiração no céu, para fazer a calma e a beleza do seu sorriso.
Nesse sonho de artista, pintei para sempre, você comigo.
Busquei nas estrelas, do seu olhar, o brilho.

Invejou-me o próprio Deus, ao ver-te, minha criação, em total ausência de defeito.
Nem mesmo ele imaginara, que era possível tal feito.
Eu, um todo de defeitos, superá-lo ao pintar-te, algo perfeito..."

Inserida por wikney

⁠"A cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai.
A cada abraço, a cada toque, a tristeza, da minh'alma se esvai.
Eu não sei o que fazer, tão pouco sei, o que ela faz.
O que eu sei? Ela é demais.
As palavras, que a pouco, eram-me coisas das mais vazias, hoje me completam mais.
Minha força, quando em seu abraço, por completo se vai.
Ela por completo, quando em meu amor, a ternura se faz.
O que eu sei? Ela é demais.
Juntou-me os pedaços, colou-os com carinho, hoje um novo eu se faz.
Hoje, das aguas da decepção, já não bebo mais.
Amo quando o vento da madrugada, o seu cheiro doce, me traz.
O que eu sei? Ela é demais.
Também sei, que a cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai.
E a cada pedaço do meu eu, pra ela perdido, eu me completo mais..."

Inserida por wikney

⁠"Se sua beleza matasse, eu seria apenas um cadáver, por admirar algo que eu nunca poderia alcançar.
Tento respirar ao vislumbrar sua beleza e me falta o ar.
Aos homens é tão fácil o ódio, o difícil é o amar.
O coração, arrebenta-me o peito, a cada olhar.

Quando por seu amor, ressurrecto, eu faria-lhe a cada respirar, uma prece.
Quando nossas lembranças, inundam meus pensamentos, meus olhos inundam minha pele.
Eu tento esquecer de ti, mas o coração não esquece.
Suas juras, que eram minha fortaleza, hoje me enfraquecem.

Me enfraquecem as palavras que eu deveria ter dito e não pude falar.
Cega-me o Sol, ofusca-me os olhos o brilhar.
Como o Sol, a felicidade em ti é algo que vislumbro ao longe, só faço admirar.
Sua beleza de por do Sol, feita para ser admirada ao longe, é algo que nunca poderei alcançar..."

Inserida por wikney

⁠"A Lua, com sua palidez, me seduz uma vez mais.
Me traz aquelas lembranças, que nem mesmo o tempo desfaz.
Aquelas, ora doces, por vezes amargas, lembranças de anos atrás.
Não sei o que me fez, ou o que ainda me faz.
A balança do universo é um tanto eficaz.
Não existiria guerra, se não existisse a paz.
Por falar em paz, ela só existe quando em nosso abraço, um só ser se faz.
O que seria de nós se nossos corações fossem iguais?
Amaria eu, você, ainda mais?
Ou nossa igualdade nos separaria ainda mais?
É certo, você se amaria ainda mais.
Nessa adição de loucura, quanto mais penso em ti, mais e mais suas lembranças, a razão me subtrai.
Bem da verdade, a muito que em solo frio minha razão jaz.
Nas raras orações implorei ao Deus que fizesse daquele amor algo fugaz.
Mas coração parvo, para amores infundados é solo feraz.
Lembrei-me de quando, sob a luz da Lua, seu olhar me devorava com apetite voraz.
E como você, ela com sua palidez, me seduz uma vez mais..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"O que me consola, são do mundo, as voltas.
E nessas voltas, uma hora 'cê volta.
O tempo passa e um dia a saudade te traz de volta.
De volta à minha porta.
Enquanto não me vens, meu coração chora.
Pelo teu abraço implora.
Eu conto os minutos, dias, horas.
Imagino você abdicando de nós e me pergunto: 'E agora?'.
Com o perdão da palavra, mas sem ti, tá 'foda'.
Na sua ausência não me existe luz, foi-se minha aurora.
Não desejo o negro da noite é pelo vermelho coração que minh'alma implora.
A tristeza hoje é minha, mas a felicidade poderia ser nossa.
Mas eu estou tranquilo, a paciência é o que importa.
Na solidão da madrugada, sem seu aconchego, nada me consola.
Na verdade, o que me consola, são do mundo, as voltas..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

"O que são gotas de chuva, para quem já esteve no fundo do poço?
Era pintura, meu sentimento por ti, e o seu, mal era um esboço.
E volto eu, mais uma vez, com minhas palavras, um louco.
Que por ti, já fez de tudo e além do tudo, o mais um pouco.
No teu abraço até encontrei refúgio, mas não encontrei socorro.
Abram-se as cortinas da minha solidão, palmas para ele, meu coração, 'O Tolo'.
A peça que, me prega peça, o tempo todo.
Repito tudo isso, com amarguras, de novo.
As lagrimas da chuva, lavam as águas do meu rosto.
Eu fecho os olhos e é só você que ouço.
Me implorando mais um abraço, um beijo, um consolo.
E nessa corte, eu é quem sou o bobo.
Por crer que, à mim, voltaria com gosto.
Graças à ti, já não existe nem brasa, onde era fogo.
Já abri mão de nós, já não caio no seu jogo.
Espero que seja o fim, do nosso ciclo vicioso.
Rogo à Deus, para que, nunca mais me venha a sede, das águas do seu poço..."

Inserida por wikney

"Eu me perdia nos seus olhos e na tentação do seu corpo.
Me queimava, cada beijo, e eu desejava outro.
Cada toque da sua boca, me deixava louco.
A sua voz serena acalmava todo pensamento tempestuoso.
Uma mistura de sentimentos, tudo novo.
A chuva leve, era a música de um amor fervoroso.
Quanto mais, à ti, me prendia, mais eu me sentia solto.
O nosso jogo é perigoso.
Mas o cheiro e o negro dos cabelos, me faz querer o perigo o tempo todo.
No escuro do meu quarto, quero adorar-te de novo.
Sua companhia se tornou meu berço, meu vício, meu conforto..."

Inserida por wikney

"Eu era tempestade, você veio, sou calmaria.
E hoje? Sou tempestade.
Eu era frio, você veio, sou calor.
E hoje? Sou frio.
Eu era tristeza, você veio, sou felicidade.
E hoje? Sou tristeza.
Eu era escuridão, você veio, sou luz.
E hoje? Sou escuridão.
Eu era solidão, você veio, minha companhia.
E hoje? Sou solidão.
Eu era algo sem rima, você veio, sou poesia.
E hoje? Não tenho mais rima.
A saudade é minha sina.
Ah, aquela menina.
Você veio, você se foi.
Hoje só me resta na memória as lembranças do que eu era antes de nós dois..."

Inserida por wikney

"E existe beleza no sofrimento?
Eu me pergunto a cada verso que escrevo.
Se existe beleza na solidão, então não há nada mais belo que, o todo que eu vejo.
Se existe, então só vejo beleza, quando me olho no espelho.
Solidão e sofrimento é tudo que eu vejo.
Sofro com o vento, pois, ele me traz seu cheiro.
O cheiro da pele e o macio negro dos seus cabelos.
O casal do desespero.
Solidão e desejo.
Fecho meus olhos e é só você que eu vejo.
A noite cai e com a penumbra, vem meu desalento.
No escuro do meu quarto me vem o questionamento.
Existe beleza no sofrimento?"

Inserida por wikney