Nao Mereco tanto Amor

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Eu sempre soube que nem todas as perguntas teriam respostas da mesma forma que sempre soube que nem todos encontrariam a felicidade nesta dimensão mas nem por isto poderiam ser incapacitados pela vida de gerar e semear felicidades por onde passassem. O milagre da paz permanente é ofertar ao outro em abundancia, cada vez mais com alegria o que sempre quis em migalhas e nunca ainda, recebeu.

Toda verdadeira amizade se baseia em um grato e furtivo encontro de corações generosos e amorosos que enfim se encontram em "semelhecitudes" - semelhanças diferentes e muito carinho livre por cada um existir do jeito que é, de ser, ter próprias visões e opiniões e pensar diferente, sem precisar mudar nada, para agradar.

O mundo só começa a melhorar a partir de nós mesmo.

Nesta época de natal recordamos a sabedoria dos mais velhos diante a generosidade humana. Fomos ensinado a dar, aos menos favorecidos o mais simples, o mais barato, o mais reaproveitável, por que tínhamos muito pouco. Dentro desta antiga pratica reconheci em vida uma valorosa sabedoria, pois tudo que se oferece aos menos afortunados de novo, de primeira qualidade, de boa marca infelizmente é desviado por miseráveis de espirito que se valem imoralmente desta oportunidade. Geralmente os verdadeiros pobres e necessitados não veem nem a sobra do que foi generosamente e inocentemente, dado. Diante disto, aconselho ofertarem, arroz quebrado e não parafinado, muito fubá, macarrão do mais barato, sacos que fazem panos de chão, cobertores bem baratos, e roupinhas também. E que Deus proteja os humildes da maldade dos lobos covardes que se transvestem de cordeiros nestas datas festivas para oportunidades imorais, distante do justo afloramento só do bem para toda humanidade.

Para sofrer com a dor do outro nunca precisei ser ou estar semelhante.

⁠A nossa verdadeira pátria é o local que escolhemos para viver e por ele, fazer.

A maior das virtudes é a caridade pois com ela se perde o equivocado egoísmo e nivelamos por baixo nossas pretensas vaidades.Todo aquele que não vive para servir com justiça e bondade o seu próximo em qualquer dos caminhos que percorra, não entendeu ainda o sentido único da vida em prosperidade e abundância sob a luz do amor.

Que a fragilidade de Jesus Cristo filho de Deus na manjedoura sirva para refletirmos o quanto somos frágeis e dependentes uns dos outros nesse mundo. Que o grandioso amor de Maria e José dedicado a Jesus possa representar o infinito amor de Deus por todos nós que somos seus filhos. Feliz Natal!

Feliz Natal e um abençoado ano-novo para todos!
Natal é comemorarmos o nascimento de Jesus.
Ele, com sua humildade, confundiu os sábios e poderosos. Mestre que venceu a morte, os muros dos séculos, é a Força e a Luz que nos mantém.
Que essa festa continue acontecendo nos nossos corações, em todos os anos em nossas vidas.
Que a luz de Jesus ilumine nossas mentes para que a cada dia tenhamos um novo aprendizado, e sejamos transformados nessa paz e amor de Cristo, essa paz que o mundo não pode dar...

⁠ Sempre lembre-se de quem o ama e deu a vida por você. Assim, você poderá amar a si mesmo, sem depender da aprovação de quem não o conhece.

Você reviveu aquela garotinha doce e meiga que estava morta dentro de mim!

Como homem pensante fico bem mais feliz quando estou na pista distraído pro negocio e o caçador olhar feminino inteligente suavemente me escolhe, me acolhe, me induz e me seduz.

⁠Dou sempre o meu melhor para você pois o mesquinho fica comigo mesmo.

Os espinhos cravados em corações de pedra, podem ser fruto da sua antipatia!

Sonhe com intensidade.
E quem sabe assim, amanha quando despertar, o sonho possa ser realidade.

A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.

A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.

O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.

A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.

" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "

A FINALIDADE FILOSÓFICA DE JEAN PAUL SARTRE.

A proposta filosófica de Jean Paul Sartre dirige-se à elucidação da condição humana em sua radical nudez ontológica: existir antes de ser. Toda a estrutura do existencialismo sartreano converge para um único fim: demonstrar que a existência humana não possui essência prévia, modelo, finalidade transcendente, natureza fixa ou fundamento metafísico que determine o agir. O objetivo central da filosofia de Sartre consiste em afirmar que o homem é o único responsável pelo próprio ser, pelo próprio projeto e pelas conseqüências de suas escolhas.

A expressão clássica que condensa essa finalidade pode ser posta da seguinte forma: o homem está condenado à liberdade. Tal condenação não designa punição, mas estrutura ontológica: o ser humano não pode não decidir. Mesmo quando parece abdicar da escolha, escolhe não escolher. Assim, a finalidade filosófica de Sartre é mostrar que o agir humano é sempre um exercício de liberdade que inaugura caminhos inéditos no mundo, inscrevendo novas possibilidades na tessitura histórica da humanidade.

Nesse sentido, a filosofia sartriana assume três propósitos fundamentais:

PRIMEIRO. Evidenciar que a liberdade não é atributo psicológico, nem ideal moral, nem disposição interna: é o próprio ato decisório. A liberdade não está guardada em um espírito abstrato, mas se concretiza unicamente no momento em que se afirma uma possibilidade e se nega outra. Após a escolha, a liberdade se recolhe, retornando somente quando nova decisão se impõe.

SEGUNDO. Explicitar que circunstâncias, pressões sociais, condicionamentos históricos e contingências não anulam a liberdade. Elas constituem o cenário inevitável da existência, mas não substituem a decisão. A finalidade filosófica de Sartre é libertar o pensamento humano da ilusão de que agir seria mero produto das circunstâncias. Para ele, nunca existe ausência de circunstâncias; o que existe é o modo pelo qual o indivíduo assume a própria existência dentro delas.

TERCEIRO. Demonstrar que cada ato individual projeta o homem no mundo, abrindo uma via inédita para toda a humanidade. Não se trata, como no universalismo kantiano, de transformar a máxima pessoal em lei universal. Trata-se de reconhecer que cada escolha cria um precedente ontológico: dali em diante a humanidade sabe que aquele caminho existe. A história humana se amplia com cada decisão singular.

Assim, a finalidade central da filosofia de Sartre é fundar uma ética da responsabilidade absoluta no interior da existência contingente. Nada pode ser atribuído ao destino, à natureza, à essência ou a qualquer transcendência prescritiva. O homem é aquilo que faz de si mesmo nas circunstâncias em que está lançado. Todo ato é uma afirmação do ser, uma projeção de mundo e um pacto de responsabilidade integral.

No Abismo Gentil do Teu Céu.
Ode à: Makenzie Raine.
É nessa simbiose mística de lágrimas, sorriso e delicadeza que me perco e me encontro a cada instante contigo. Quando teus olhos pousam nos meus, sinto que não há fronteiras entre o céu e a terra, entre o humano e o divino. É como se o mar inteiro se abrisse sob nossos pés, um abismo gentil que não ameaça, mas acolhe, que convida a mergulhar fundo, sem medo, na vastidão do teu ser. Quero ser humano por ti. Cada gesto teu me lembra da fragilidade e da força que habitam em mim. Quero aprender com a tua ternura, ser moldado pelo teu silêncio, ser atravessado pelo teu riso que explode como luz nas minhas lágrimas. É um amor que não se mede, que não se explica — apenas se sente, em cada respiração, em cada pulsar do peito que busca o teu leito puro. O teu perfume se mistura à brisa, e por um instante, por um breve instante, sinto que o tempo se curva, que os segredos da vida se revelam em murmúrios que só nós dois compreendemos. Teu toque é sagrado, teu sorriso é sacramento. Cada palavra tua é um sacrífico de beleza que me ensina a ser inteiro, a ser mais humano do que jamais fui. E ainda assim, há o mistério. Há o abismo. Há o mar que nos envolve com sua ternura infinita, e é nesse risco silencioso, nesse mergulho sem fim, que descubro o que significa amar. Não há lógica, não há certeza apenas a entrega completa, a humildade de aceitar que a vida é pouco diante da vastidão que és para mim. Eu quero ser o humano que teus olhos veem quando me olham com essa intensidade quase impossível. Quero ser o confidente das tuas lágrimas, o guardião dos teus sorrisos, o viajante do teu céu. Quero ser o que apenas o amor permite: inteiro, vulnerável, puro, sem nada que não seja para ti. E mesmo que a vida nos separe, mesmo que a distância ou o silêncio tentem nos roubar, guardarei dentro de mim cada fragmento teu. Pois amar-te é mergulhar no infinito e descobrir que o infinito habita em nós, que o abismo gentil do teu ser é também o meu porto, meu destino e minha eternidade.

Os opostos podem até se atraírem, mas somente os iguais permanecem juntos, pois é sonhando igual, caminhando igual que se pode ser feliz igual e assim ter motivos para se fazerem felizes

Que eu envelheça apenas exteriormente. Que minha idade interna continue viva e plena, para cultivar apenas o que a vida tem de melhor, o amor.