Nao Mereco esse Amor

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Um, dois e… quando me dou conta, já fui, me joguei
Antes de contar até três disse o que não era para ser dito
Fiz coisas que não era para ter feito
Me arrebento rápido, nem dói de tão ligeiro
Mentira, dói de qualquer jeito

Martha Medeiros

Nota: Poema publicado no Blog de Martha Medeiros no Donna, a 20 de março de 2010.

A fera assim me fez, que não se sossega.

Dante Alighieri
A Divina Comédia

A vida não é nada.
Com coragem pode ser tudo.

Calcula aquilo que o homem sabe e não haverá comparação com aquilo que ele não sabe.

Não tenho culpa, estou apenas sentindo sem controle, não me entenda mal, não me entenda bem.

Eu to perdendo meu tempo sentindo sua falta e eu não me importo com isso.

Pois é, não deu
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
Avisa que é de se entregar o viver

Pois é, até
Onde o destino não previu
Sem mais atrás vou até onde eu conseguir
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor no olhar

Não faço nada pelo bem de ninguém e, decerto, faço mal a algumas pessoas.

Baby eu lamento, mas não tenho tempo de sentir as tuas dores, as minhas eu já não aguento.

Não importa o quanto minha vida seja completa e feliz, ainda falta você.

A falta que eu sinto das pessoas que foram é pelo o que elas não foram.

Ao mesmo tempo que fora de nós há um infinito não há outro dentro de nós? Esses dois infinitos (que horroroso plural!) não se sobrepõem um ao outro? Não é o segundo, por assim dizer, subjacente ao primeiro? Não é o seu espelho, o seu reflexo, o seu eco, um abismo concêntrico a outro abismo?

E "eu te amo" era uma farpa que não se podia tirar com uma pinça. Farpa incrustada na parte mais grossa da sola do pé.
Ah, e a falta de sede. Calor com sede seria suportável. Mas ah, a falta de sede.
Não havia senão faltas e ausências. E nem ao menos a vontade. Só farpas sem pontas salientes por onde serem pinçadas e extirpadas.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Os que atravessam os mares mudam seu firmamento, não sua alma.

Eu não me envergonho de corrigir meus erros e mudar as opiniões, porque não me envergonho de raciocinar e aprender. Também não me envergonho de dizer a verdade, mesmo que muitos se incomodem com isso, afinal, isso faz parte do meu caráter e de minha singular personalidade.

Só porque era sábado e não ficaria, desta vez não, parada entre o som, a televisão e o livro, atenta ao telefone silencioso.

Meninas de valores são aquelas que possuem ideais e batalham por eles, aquelas que não aderem a relacionamentos casuais, que preferem o namoro à moda antiga, aquelas que detestam vulgaridade e a banalização do amor, são também aquelas que têm opinião própria, não se submetem à vontade dos outros ao discordar, acreditam que a gentileza, a educação, a elegância e o bom senso são capazes de mudar o mundo.

Não escreva nada, não nos procuramos mais: um dia nos cruzamos por acaso, de repente, e então vemos o que aconteceu a nossos rancores.

Tive tanto êxito em mostrar à minha sobrinha
que não existem verdades absolutas,
que agora ela já não acredita em nada que eu lhe diga.

Não me agrada escrever. Muitas vezes foi dito que as palavras traem o pensamento. Mas a mim me parece que as palavras escritas o traem muito mais.