Nao Mereco esse Amor
O Amor é, e sempre vai ser
O Sentimento mais forte do Universo,
poriço não confunda amor com cobiça...
O amor é eterno, A cobiça passageira
Houve amor no começo sim.
Me apaixonei por aquela pessoa que eu não conhecia.
Quando me desapaixonei?
No momento que o conheci...
“Pedir amor ou perdão é um ato inútil. Quem tem amor ou perdão para dar não aguarda pedidos.” — Os`Cálmi
Por que o amor nunca se esquece?
Porque o amor verdadeiro não é apenas memória, é marca. Ele se imprime nos gestos mais simples, nos silêncios cheios de significado, nas músicas que surgem sem aviso e nos cheiros que atravessam o tempo, fazendo o coração reconhecer antes mesmo que a razão consiga explicar.
O amor nunca se esquece porque não habita somente a mente. Ele mora no que fomos enquanto amamos e no que nos tornamos depois disso. Mesmo quando termina, permanece. Às vezes como saudade mansa, às vezes como aprendizado duro, às vezes como um sorriso que aparece sem pedir licença.
Aquilo que tocou a alma não se apaga. O amor não desaparece com o tempo... ele se transforma, muda de forma, mas continua ali, silencioso e eterno, lembrando que houve verdade, entrega e sentimento.
Por amor meu mundo parou. Já não sinto mais os desejos dos meus sonhos. Minhas vontades e fantasias. Meus objetivos e metas se foram em nome desse amor. tudo que avia em mim se acabou. Tudo em nome desse amor.
Jose A Nascimento
“Não se implora amor, nem se força presença. O tempo age como juiz, e D’us, como guia, conduz até quem realmente deve caminhar ao seu lado.”
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
O amor verdadeiro não é estático — ele respira, se expande, se refaz.
Aceitar mudar para melhor é reconhecer que até nas quedas há sementes de transformação.
Quando caímos na poeira, não é apenas o corpo que se marca, mas o chão que guarda nossa história. Cada cicatriz no cenário é um testemunho de que a rotina foi quebrada, que o antigo se desfez para dar espaço ao novo.
O amor, então, é essa força que não teme o impacto da queda. Ele recolhe os fragmentos, reorganiza o caos e constrói beleza onde antes havia ruína.
É no pó que se levanta a esperança, é no chão marcado que floresce a coragem de continuar.
Em outras palavras: o amor não é só suavidade, é também resistência. Ele aceita mudar porque sabe que a mudança é o único caminho para permanecer vivo.
Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor. Não há razão ou sentido. Tudo pelo que vivi, hoje são flores mortas em um jardim sem vida dentro de um cemitério abandonado, frio e amaldiçoado. Não resta nada pelo que viver.
- Marcela Lobato
Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor.
- Marcela Lobato
Não há nada de errado na saudade, na flor, no silêncio e na dor. O erro está na ausência do meu amor.
Saudações aos 2%
É
meu não binário
No amor
De nada vale se não houver
Alquimia no olhar
O toque da sedução
E o tum tum no coração
Isso posso chamar de amor
,
meu não binário.
No entanto
Todos nós precisamos ser nobre em questão de sentimentos
Precisamos conhecer o amor
Conhecer o verdadeiro ágape
Você sabe
Queria ter uma captura de tela na minha cabeça
para poder tirar um print daquele momento!
Será que foi um sonho?
Você sabe
Meus pensamentos e dúvidas vagueiam
Aquele amor não binário
Era sua sinceridade
Era sua realidade
Você sabe
Hoje você é um príncipe Nirvana.
Amanhã uma princess
agora estou aqui
Me desdobro para você entender
que o amor.
O amor tem suas “nuances”
Nada impede de você amar.
Meu não binário, isso é possível!
Sonhos se concretizam
O que você está fazendo?
Atenção!
Pensa assim
Você compartilha seu corpo para os dois mundos
Então se recupere
Não olhe sua rede
Você é um ser do gênero fluído e especial
Os sonhos de todos sobem para o universo.
Você sabe por quê?
Por que o amor acontece
Sei disso!
Você não é um acidente, então livre-se desse suposto fardo.
Seja um ser contundente, meu não binário
Nada se encaixa quando não se tem amor.
Nada se encaixa quando não há brilho nos olhos
Sentimentos?
Não é fácil
Morrer?
Não é fácil
Esquecer?
Não é fácil
Amar?
Não é fácil
Então,
livre-se de seus medos e lembre-se.
Nada se encaixa quando não se tem amor
Sentimento não é tão simples, mas quando usamos a verdade e a sinceridade
Quando há amor puro e humildade,
Não tem como dar errado
O amor é uma Nuance
entre você e alguém
Sinta a esperança para um mundo melhor epense nos “Two Spirit”
É minha crença e também pode ser a sua
Preconceitos vão sempre existir eos mistérios vão sempre persistir,
Assim como os sonhos
Mas a sua essência é invariável
Essa sim
Não podemos mudar!
A decepção e o amor
Recordo-me daquela amizade. No início, não compreendi completamente a dinâmica da relação. Após a sua decepção, percebi uma mudança. Inicialmente, eram ele, ela e a criança, mas depois tornou-se ela, ela e a criança. O amor surge em locais inesperados, com pessoas que não imaginávamos. São como leques de desejos entre dois seres humanos.
Mas tudo isso pode ser amor,
ou apenas um sal sem sabor.
Estamos em caminhos dos quais não podemos voltar, mas apertar o play é tão excitante!
O amor está no ar
Eu não estou só — e vocês não entendem.
O ar está mudando, está leve.
É engraçado: eu sinto seu cheiro chegando com a brisa.
É amor.
Há uma resistência quanto à minha versão desse amor.
Seu aroma, minha vida!
Meu coração é um olho com sentidos — sente o seu cheiro.
Tem braços e mãos invisíveis para te abraçar,
acariciar,
e meu olhar mira apenas na sua direção.
Caio em queda livre.
O amor está no ar,
onde não há desamor.
Fique longe da tristeza.
Só o amor está no ar.
À noite, vou esperar a tempestade passar.
Você está pronto?
Agora, ao anoitecer,
posso fazer juras de amor.
Meus hormônios suplicam por você.
O amor está no ar,
onde não há desamor.
Fique longe da tristeza.
Só o amor está no ar.
Não era falta de amor próprio. Era a história pesando nos ombros.
Disseram que o problema estava nelas, mas nunca falaram das portas fechadas, dos corpos controlados, do medo herdado das que foram silenciadas antes. O sistema mudou o discurso, não a intenção: afastar, culpar, punir.
Quando o amparo falha, a violência aparece, e depois perguntam por que ela não saiu.
O feminismo nasce desse cansaço antigo, não como moda, mas como sobrevivência.
Enquanto tentarem calar as mulheres, cada voz erguida seguirá sendo resistência.
"O 'Gotinhas de Amor' não é apenas uma instituição; é um celeiro de formação humana e profissional. É lá que o futuro da educação se constrói e que se prova, dia após dia, que a Gotinha faz história."
— Rosana Figueira
Autora e Pedagoga
