Nao me Pergunte quem sou
Quantas pessoas me chamaram de fanático por causa da minha fé em Cristo; mas, hoje eu sou louco pelo Evangelho, aguardando que a loucura de Deus me salve no último dia da existência da humanidade.
Online ou desligado, vivamos em um mundo sem pecado; daí podemos dizer: Tudo fine, porque sou um homem abençoado.
Da conta de
51 vítimas
da sigla
de 5 letras,
sou aquela
que nada é;
mas por cada
uma sente
e até por você
que finge
que nada vê.
Enquanto
eu não tirar
o General
da prisão,
Sigo falando
até toda
a poesia
do mundo
tocar o seu
coração.
Entenda que
divergir nunca
será traição,
que para
nada serve
prender
quem quer
que seja
só porque
você achou
certo porque
uns falaram,
e desde
o princípio,
estes nada
provaram,
está aí
o resultado
do mal feito,
tempo gasto
e saldo dos
torturados:
24 militares
e 27 civis,
todos para
sempre
marcados.
Longe de ser
o heroísmo
e nem perto
do novo
testemunho
da boca
do Tenente,
Sou a poesia
de cada dia
para dizer
que não estou
nenhum pouco
contente,
Mas sou gente
o suficiente
para assumir
quando erro
e aplaudir
o quê merece.
O céu foi aberto
para a Cruz
Vermelha,
e que seja
o início para
a misericórdia,
e a inauguração
da concórdia
por um novo
destino a seguir.
Não há o quê
comemorar,
Há muito por
fazer e por
muitos rezar,
Não posso
fazer muito;
O compromisso
comigo mesma
foi renovado,
Para te dizer
o quê era
para ser dito:
ter prendido
o General
não tem
sido bendito,
e da tropa
digo o mesmo
deste imenso
e cruel sacrifício!
O exagero poético
me licencia em
dizer que eu
sou os olhos,
a fisionomia
e o físico
exaustos
do General
que já deveria
ter sido pela
justiça libertado.
Não consigo cair
na conformação
daqueles que
dizem que poucos
são capazes de
sair dessa prisão.
Não pertenço
aos vis que
espalham fel,
tecem ardis
e desejam
transferir uma
responsabilidade
estatal para
a individual,
em detrimento
de um um passado
relativamente
distante que
insistem
os caluniadores
em dizer que
assim aconteceu,
o mais curioso
é que eles
nem rostos têm.
Porque bom senso
e espírito de justiça
não me faltam,
e não deixo faltar,
num mundo onde
as pessoas só pensam
em lucrar e se vingar.
Em letras claras
não posso deixar
de ao mundo falar
que o General não
está sendo punido
por atos do ofício
do passado,
mas porque não
deteve o ímpeto
de discordar
com o justo, humano
e necessário que
muitos por covardia
vivem a se calar
e outros vantagens
infaustas a buscar.
Por ela sou
lágrimas,
desespero
e agarramento
pelas patas,
garras, cantos
terras,
correntezas
das águas
e no mais
alto dos
mil céus;
ela existe
por todo
o lugar,
e até mesmo
nas brumas
das cavernas
e profundezas.
Por ela sou
desconforto,
inquietação
e tormento
pelas peles,
faros, plumas,
asas, ossos,
barbatanas,
ruídos, sons,
escamas,
e pegadas;
ela existe,
deixa rastros,
é só observar.
Por ela sou
altiva, grito,
e assumo
que sempre
tento pelos
caules, folhas,
troncos,
sementes,
frutos,
espinhos,
pedras
fósseis
e areias,
há muito
mais Pátria
do que
te ensinaram,
e muitos
imaginam:
é nelas
que estão
a mística
do Estado
e tua vida.
Por ela sou
aquilo que
você ignora,
e mesmo
resistindo
me atormento.
Soberania
não se
negocia,
não se
flexibiliza,
não se
anistia,
não se
usa de
enfeite,
e tampouco
de amuleto,
e não se
coloca
em degredo,
e não se
desperdiça
nem em
cumprimento.
Nesta madrugada que
supera cinquenta dias,
sou a canção triste
do choro da tua gente:
da mãe, da irmã,
das filhas, das lideranças
e da mulher amada.
A tirania foi reconhecida,
ela nasceu inabilitada
e foi em exílio suspensa
embora ela não reconheça.
A verdade dolorida
é que sobre a sua prisão
não se sabe mais nada,
e assim sigo incomodada.
Eu sou o poema
da dupla fronteira
venezuelana e brasileira,
E de todos os povos
originários do continente.
Poesia oculta feita de vários
livros nas estantes das bibliotecas,
Assim sou eu a abrir caminhos
para todas as descobertas.
Por mais que fechem ou queimem
sempre serei aquele livro
que ao reaparecer iluminará alguém
quando menos esperarem.
Porque silenciosa de vários livros jamais serei rebelião controlada,
Podem me fechar ou queimar,
que sempre haverá alguma escapada.
Ao fechar os teus olhos entregue os teus delírios de amor em mim, Sou a tua doce aventura, Você é a minha doce ventura que nasceu para mim.
Sou rosa, sou moça, sou bossa, sou nova, sou rósea, sou eterna, sou roseira, sou terna,sou feiticeira amorosa.
Desta Pátria Grande
sou mais uma cidadã
dentre um continente
de mulheres profundas,
que só se permitem
ser amadas se forem
para ser absolutas.
De uma vez por todas
peço que entenda:
a minha busca pelo
amor não é lenda.
Desta Pátria Grande
exaustivamente
sou mais uma cidadã
feita para derrubar
totens e paradigmas
com a minha pluma
sob a luz da Lua.
De uma vez por todas
peço que entenda:
lábios nos meus
só se colarão
quando eu tiver o dono
do meu coração.
Desta Pátria Grande
cadencialmente
sou a espera silenciosa
de quem não quer
amar em desespero:
vivo sem temer as estações,
o sabor das revoluções,
e o atemporal das emoções.
Poetisa Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
assim eu sempre sou,
do Norte até o meu Sul,
de Leste só Oeste,
Escrevo para fazer
da rotina algo que preste.
Na água joguei perfume,
você está vindo só pelo cheiro,
Você sabe que sou a Icamiaba
e você é meu guerreiro,
No final de tudo vou te dar
o Muiraquitã para não me
tirar do coração e do pensamento
nunca mais por nenhum momento.
Estamos no mesmo auto,
és o meu Rei e sou a sua Rainha,
Nós entre os Reis de Congo
nos conhecemos sem conto,
e nos queremos sem historinha.
Desta vez somos os inevitáveis
Reis de Bamba nesta batalha
que dança até um Reinado
derrotar o outro e agradecer
a São Benedito por tudo isso.
Só sei que o Ticumbi nos compete,
e não há nada que dele nos repele;
É desta força e tradição que
nos impele a preservar com todo
o amor tudo o quê merece.
Só sei que no final não devemos
satisfação a quem quer que seja,
Porque o amor dá conta de tudo
trazendo para nós recompensa
de ignorar tudo aquilo na vida
que só esquenta a nossa cabeça.
#Ticumbi
#poetisabrasileira
Da sua imaginação
sou eu Teiniaguá
sedutora que você
anseia respirar
a mesma respiração,
Tenho certeza
que não é alucinação.
Sem explicação,
parece que prevejo
até a nossa trilha sonora.
Para quando juntos
fugirmos do mundo
para Salamanca do Jarau,
e seremos de tudo
finalmente o resumo:
Entrega, rito e pacto perpétuo.
Gloxínias coloridas
ao meu redor,
Sou a poetisa
do teu amor,
Tenho paciência
de esperar,
A iniciativa é você
quem vai tomar.
Os meus beijos
são bem melhores
do que licor,
A minha cintura
as tuas mãos
irão domar,
Prefiro te esperar,
a iniciativa
não vou tomar.
Gloxínias coloridas
no meu destino,
neste caminho
que sobrevivemos
desde muito cedo
obrigados ao vício
da letal da unitária
responsabilidade
solitária pelo amor
e renunciar o andor.
Lidar comigo não
tem nenhum segredo,
e trocando em miúdos:
Quero amar sem medo.
Isso fala muito sobre os poetas:
Das profundezas das cavernas
do Cerro das Almas,
Sou eu que apago as velas
sempre quando quero,
Para acender as paixões,
e sustentar mistérios
vou deixando os poemas
nos teus caminhos
e intermináveis vestígios.
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