Nao me Pergunte quem sou
As promessas que fiz a mim mesmo são mapas abandonados. Volto a eles como quem revisita cartas antigas no sótão. Algumas estão amareladas, outras rasgadas de tanto uso. Reescrevo o que consigo e jogo o resto para fora da casa. Porque prometer é também aprender a perdoar as próprias falhas.
Quem precisa invalidar uma causa para defender outra, pode acreditar em qualquer coisa, menos que tenha uma causa legítima para acreditar.
Porque causas verdadeiras não precisam nascer da demolição das demais.
Elas se sustentam pela própria densidade moral que carregam, pela coerência entre aquilo que dizem defender e aquilo que estão dispostas a preservar no mundo.
Quando alguém sente a necessidade de ridicularizar, desumanizar ou apagar a dor alheia para que a sua bandeira pareça maior, talvez não esteja defendendo uma causa — esteja apenas disputando território no mercado das indignações.
A legitimidade de uma luta não se mede pelo volume com que ela silencia as outras, mas pela capacidade que tem de existir sem negar a dignidade de quem também luta.
Afinal, o sofrimento humano não é um campeonato, e a justiça não deveria depender de quem consegue gritar mais alto ou cancelar mais rápido.
Há quem transforme causas em trincheiras identitárias, onde o objetivo deixa de ser reparar injustiças e passa a ser vencer adversários imaginários.
Nesse terreno infértil e inóspito, qualquer argumento serve, qualquer distorção vira estratégia, e qualquer verdade inconveniente é descartada como traição.
A causa vira instrumento — e instrumentos, nas mãos erradas, raramente constroem algo que mereça ser chamado de justo.
Talvez a maturidade de uma sociedade comece quando entendermos que defender algo não exige destruir tudo o que não seja idêntico a nós.
Pelo contrário: as causas mais nobres costumam caminhar lado a lado, porque reconhecem na dor do outro um espelho possível da própria dor.
No fim das contas, quem precisa diminuir o mundo para botá-lo dentro da própria causa, talvez nunca tenha lutado por justiça — apenas por pertencimento.
E pertencimento, quando substitui a verdade, aceita qualquer narrativa que preserve o grupo… mesmo que sacrifique a honestidade da caminhada.
Ideias eficientes são a ginástica do cérebro; o dogma é a sua paralisia. Quem se recusa a atualizar suas crenças não está apenas sendo teimoso, está escolhendo ativamente o declínio cognitivo.
O amor que se diz universal é um amor diluído; quem diz que ama a humanidade inteira apenas admite que não ama ninguém o suficiente para fazer uma escolha!
é fácil respirar
mas se o ar fizesse greve
ou até mesmo se reformar
quem é que consegue?
é fácil aprender
e também ensinar
mas sem professores e alunos
quem vai trabalhar?
é fácil viver
porque é bonita a vida
mas sem o amor no que se faz dela
quem não se suicida !?
Pare de honrar o sol,
a chuva, o mar e o universo.
Honre quem fez o sol, a chuva,
o mar e o universo.
Dê honra a quem merece Honras.
Honre a Jeová DEUS,
pois Foi ELE
quem tudo Fez!
Escolha bem quem ter por perto...No mínimo deve ter caráter e integridade; observe como ele(a) trata quem não lhe dá benefícios, sinal primordial de empatia.
Deus mostra o caminho.
Os anjos tentam proteger.
Os demônios tentam confundir.
Mas quem decide… somos nós.
A gente pede paz, mas guarda raiva.
Pede amor, mas muitas vezes machuca.
Pede ajuda, mas não muda atitudes.
Esse é o segredo
DeBrunoParaCarla
ninguém vê…
mas eu tô lutando.
Lutando em silêncio
pra manter firme quem eu amo,
mesmo quando tudo em mim desmorona.
DeBrunoParaCarla
Quem se acha nunca se encontra, está tão preocupado em achar a saída do labirinto de seu próprio ego, que quanto mais se entranha nesse seu "achar" mais se perde de si mesmo!
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