Nao me Peca pra te Esquecer

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Falar de você não é tão simples assim. Não é fácil descrever algo que eu não consigo medir o que significa pra mim e nem expressar tudo o que eu sinto, eu simplesmente amo e vou amar pra vida toda. Gostar de você é uma passagem de ida pra felicidade, estar ao seu lado é não querer mais voltar pra realidade, e todas às vezes que eu busco entender o porquê disso nunca chego a uma conclusão, eu só me apaixono mais uma vez e o meu amor por você cresce de forma rotineira. Me perdoe pelas vezes que fui falha ou te deixei de certa forma magoado. Eu quero cuidar de você, e além de tudo quero te fazer feliz, assim como você me faz só de me olhar com esse olhos cor de mel. Me encanta quando você para pra me olhar e você sabe. Desde os piores desentendimentos às melhores risadas, eu sou grata por todos os momentos ao seu lado e principalmente por ser exatamente VOCÊ o homem da minha vida.


Eu amo você, vida


Muitos...

Guloseima não substitui colo.
Prato cheio não substitui abraço.
E açúcar nenhum cura carência.

Existe um adormecimento nas nossas mentes que não favorece a reflexão, uma mente vazia, destinada apenas a ver o que quer ver, a pensar no que lhe convém e cega perante os vastos panoramas do universo. Furucuto, 2026

O que nutre de verdade?




Amor, num casamento,
não é o prato cheio
quando a mesa está vazia de olhar.


Não é o teto firme
se o silêncio cai pesado
sobre os corpos que dormem longe
mesmo deitados juntos.


Amor é o gesto pequeno
que não pede aplausos:
a mão que procura a outra
no meio da noite,
como quem diz
“estou aqui, você não caiu sozinho”.


É presença que não disputa,
é escuta sem pressa,
é riso que nasce do nada
e faz o dia caber melhor no peito.


Amor nutre
quando toca sem ferir,
quando acolhe sem invadir,
quando cuida sem controlar.


É alimento invisível:
olhar que aquece,
voz que acalma,
corpo que oferece abrigo
sem exigir senha, desempenho ou prova.
Num casamento,
amor não pesa,
ele alivia.
Não cobra ,
ele compartilha.


Não substitui a fome do corpo,
mas alimenta a alma
para que o corpo também queira viver.
Porque pão sustenta a carne,
mas é o afeto que sustenta a vida.


E onde há amor assim,
a casa respira,
o coração descansa,
e viver junto
deixa de ser sobrevivência
para virar caminho.

No Olhar do Sábio


No olhar profundo de um sábio, calmo e raro,
Não há respostas, nem um simples amparo.
Há um silêncio que é prece e é perguntas,
Onde o Eterno e o humano levantam suas pontas.


De um lado, o Homem, feito de terra e temor,
Com o peso na alma e um quieto fervor.
Do outro, o Infinito, a voz sem qualquer som,
Que desenha mundos no mais fundo dom.


É neste abismo, nesta fronteira estreita,
Que a alma se perde e, perdida, se aceita.
O sábio não fala, apenas contempla a trilha
Onde a alma e a razão, enfim, se encontram.


Não é um debate, nem um duro questionário,
É o suspiro da terra buscando o seu sólio.
É a mão que se abre, vazia e serena,
Aguardando a resposta que acalma ou que envenena.


No olhar do sábio, a dualidade cessa:
D'us e o Homem na mesma quietude acesa.
E quem o encara, por um instante breve,
Vê a ponte impossível que o silêncio tece.
Cristina Santana

O poeta acompanha umas coisas que não são apenas pensamentos; é o tempo com significando, como o ouvido pendurado na conversa às nove e quarenta e cinco da manhã...




Leonardo Mesquita

“Ultimamente, o segredo da minha tranquilidade é simples: não deixo que o julgamento alheio dite como devo me sentir. Escolho ignorar as críticas negativas e desejar a Luz de DEUS a quem me ataca com vãs palavras ao vento. Entendi que pessoas resolvidas e felizes não têm tempo para diminuir ninguém; elas usam sua energia para orar por quem enfrenta problemas e para encorajar e ajudar.”

“Faça como eu: não permita que o desprezo alheio roube sua paz, nem que as críticas te derrubem. Aprenda a ignorar o que não edifica e, em vez de ódio, retribua com o desejo sincero de que essas pessoas sejam felizes. Afinal, quem é verdadeiramente feliz ocupa-se em apoiar e levantar o próximo.”

Todo Ato Banal

⁠Mania, mas não a de você,
Mania de mania, maníaca,
Que explica a intensidade,
A energia e a sua falta.

Mania de querer se entender,
De abraçar as antíteses,
Ser desvairado, louco,
Perdido em suas certezas.

Talvez tudo não passe de hipérbole,
Pois está para nascer um sujeito "normal".
O mundo é abrigo de insanos,
Um lar de almas em desatino.

"As vezes o heroísmo não está no agir, e sim no suportar."

Gosto de sentir, tocar, amo te amar
Teu cheiro é fragrância que não cabe em frasco
Teu doce os confeiteiros não tem
Essa arte o museu não possui
Você é arte mais doce que tive o prazer de experimentar

O que nasce do coração não se apaga com o tempo. Transforma, inspira, e permanece

Solidão não é falta de gente, é excesso de lembrança acesa, é um coração morando sozinho em uma casa cheia de mesa.

Quando a saudade encosta no ombro, eu finjo firmeza para não desmontar, mas tem um pedaço de mim que não dorme só pra te esperar.

Tente aceitar as mudanças das estações da sua alma. Não resista a elas. Deixe-as passar por você como o vento.

Um bom negócio não é o que emprega mais pessoas, é o que precisa de menos humanos para funcionar.

Eu não sei exatamente o que sinto.
E talvez esse seja o sentimento.

Há algo em mim que observa a vida
como quem encosta a testa no vidro
e não entra.

Penso demais.
Sinto antes de entender.
E quase nunca entendo.

Carrego uma estranheza mansa,
uma lucidez que cansa,
como se existir exigisse
atenção o tempo todo.

Às vezes sou profunda demais
para momentos rasos.
Às vezes sou simples demais
para explicações longas.

Não é tristeza.
É consciência.
Essa percepção silenciosa
de que a vida acontece
enquanto eu me pergunto
o que exatamente está acontecendo dentro de mim.

E sigo.
Não porque sei para onde,
mas porque parar
seria sentir ainda mais.

A depressão não grita.
Ela senta.
E fica.

É um cansaço que não passa dormindo,
uma tristeza sem espetáculo,
uma ausência de vontade
até do que antes doía.

Acordo e já estou atrasada da vida.
Não triste exatamente
vazia de impulso.

Tudo continua existindo fora de mim
com uma normalidade ofensiva.
O mundo funciona
enquanto eu esforço
o simples ato de estar.

A depressão não é querer morrer.
É não saber muito bem
como continuar viva
do jeito que se espera.

Penso menos no futuro.
Não por falta de sonho,
mas porque sonhar
exige uma energia
que agora me falta.

Há momentos de lucidez
que doem mais que a dor.
Percebo tudo.
E mesmo assim
não consigo mover.

Não é drama.
É química, é história, é silêncio.
É o corpo pedindo pausa
e a alma sem voz
para explicar.

E ainda assim,
respiro.
Não por esperança grandiosa,
mas por hábito,
por instinto,
por essa teimosia mínima
de continuar
mesmo sem saber por quê.

Talvez isso seja viver agora:
seguir em estado bruto,
com menos luz,
mas ainda aqui

A ansiedade não anuncia perigo.
Ela antecipa.

É o corpo em estado de alarme
sem ameaça visível,
o coração correndo
sem saber de quê.

O pensamento não descansa.
Ele vigia.
Projeta cenários,
prevê quedas,
ensaia perdas
que talvez nunca aconteçam.

A ansiedade mora no depois.
No “e se”,
no quase,
no que ainda não é
mas já pesa.

Há uma pressa constante,
mesmo quando nada acontece.
Um cansaço que não vem do esforço,
mas da espera tensa.

Respirar vira tarefa consciente.
Relaxar parece descuido.
A mente confunde controle
com sobrevivência.

Por fora, tudo segue normal.
Por dentro,
há um excesso de futuro
ocupando o presente.

A ansiedade não quer machucar.
Ela quer proteger
só não sabe quando parar.

E assim permanece:
alerta demais para descansar,
sensível demais para ignorar,
tentando manter tudo sob controle
num mundo
que nunca prometeu estabilidade.

Há vozes que não pedem entrada.
Elas chegam
com a firmeza do que é real.

O que se vê não parece imaginação.
Tem forma, intenção, sentido.
Negar seria ilógico
quando tudo se apresenta
com tanta convicção.

O delírio organiza o mundo.
Costura sinais,
dá motivo aos gestos,
explica o que ninguém explicou.

A alucinação não confunde
ela afirma.
E quem vive isso
não está sonhando,
está experienciando.

O mais difícil
não é perder a realidade,
mas viver em uma
que não é compartilhada.