Nao me Peca pra te Esquecer
Em meio as adversidades da vida, desistir não é opção.
É preciso lutar, e se ainda assim sofremos derrotas, precisamos levantar a cabeça e seguir em frente, pois sabemos que a vida é feita de lutas diárias e nem sempre iremos vencer todas, mas mesmo assim, não perdemos a guerra...
A vezes, a complexidade do mundo atual, não nos deixa ver os detalhes das belezas que estão a nossa volta.
Não deixe as suas crenças destruírem a sua fé. Pois, entre a razão e a emoção, deve haver um equilíbrio.
A diferença na medalha de um soldado, não está nos seus atos de bravura, mas sim nas decisões que tomou mediante ao campo de batalha.
Na minha concepção, sempre disse aos meus amigos e colegas, que não somos nós que devemos trabalhar para as máquinas, mas sim elas trabalharem para nós.
O problema não está no fato de sermos fracos, mas sim, em nos deixar levar pela fraqueza e não procurar encontrar forças para vencer as adversidades desta vida.
Viver as incertezas da vida é como ter o papel e a caneta e não conseguir expressar o que sentimentos.
Acreditar em nossos sonhos, não significa que não seremos frustrados. Acreditar em nossos sonhos é a motivação que nos impulsiona a confiar na esperança de alcançar o que sonhamos.
Não importa o tamanho das pedras no seu caminho, elas são inertes e você pode sobresalta-las.
Não pare por elas, mova-se!
Não deixe de seguir em frente pelo fato de existir algumas pedras no seu caminho, elas são inertes e você pode sobresalta-las.
Portanto mova-se!
Havia uma suspeita:
O mundo não terminava onde os céus e a terra se encontravam.
A extensão não poderia terminar com a exata dimensão das coisas.
Havia o depois.
Costumava haver um lugar para o sol se pôr à noite.
Havia um abrigo para a lua durante o dia.
Meu coração jovem estava desesperado.
Eu não era um marinheiro ou um pássaro sem barco ou asa.
Um dia aprendi com a vida a decifrar letras e suas somas.
A palavra se manifestou como eu suspeitava, para permitir silêncio e diálogo.
Com as palavras, cruzei o horizonte.
O meu coração se afagava em esperança.
Ao virar a página de um livro, eu dobrava uma esquina, escalava uma montanha, transpunha uma maré. Ao passar uma folha eu frequentava o fundo dos oceanos.
Suei nos desertos e depois tornei-me hóspede em outros corações.
Pela leitura temperei minha pátria, bebi de minha cidade, enquanto, pacientemente, degustei de meus desejos e limites.
Portanto o livro passou a ser o meu porto, a minha porta, o meu cais e aminha rota.
Pelo livro soube da história e criei os avessos.
Soube do homem e seus disfarces e suas várias faces e, de tantos lugares para se olhar.
