Nao me Julgue antes de me Conhecer
Nunca duvide dos seus objetivos...
Se quiser, vai e faça...
Não espere o amanhã, talvez não dê tempo...
Eu amo o fato de não ter uma imagem falsa para manter. O jeito que você me vê, é o que realmente sou!
...O desespero me consome...
...A vontade contamina...
...A distância não permite...
...O querer não vai me fazer desistir...
Se o "pensar" for me levar pro que é bonito, pro que é simples, pro que é vivido, não quero voltar nunca mais!
Não aguento mais esperar por um amor indeciso... Quero pra ontem o amor que ja tenho desde entao... Cade você?
Chorei por não saber o que fazer, chorei por não ser insuficiente, chorei por estragar tudo em minha vida, chorei por estar cansada de tudo isso.
...quem não sabe o que quer, às vezes, perde o que tem, e às vezes descobre que perdeu exatamente o que queria...
Posso não ser a melhor pessoa do mundo, mas sei diferenciar o que tá errado do certo... Amor, amizade... Prevaleça sempre o que te faz bem!
...só me diga que você não gosta, que você não me quer... ...só depois sigo a minha vida com ou sem você...
Cresci guardando tudo pra mim...
Então desculpa se às vezes pareço não ligar, só não sei como me expressar...
OLHAR DO TEMPO
Não posso, e nem quero, olhar a vida alheia, muito menos julgá-la: afinal, também tenho meu teto de vidro!
Eu observo, isto sim, o tempo que corre velozmente e me expõe nu...
A fadiga que hoje me pesa nos ombros, eu a criei. E das sementes que plantei, busco regá-las. Mesmo que não colha os melhores frutos, estarei pronto para a colheita, no tempo certo!
O tempo é o próprio jogo da vida. Rebuscar o passado requer coragem, exige nobreza; é uma questão de honra!
Ensinaram-me valores tais que me perdi neles. Não por culpa de outrem, mas pela minha própria visão tacanha sobre o mundo.
Eu vivo as ilusões que me foram ensinadas e busco aperfeiçoá-las, de modo que tudo que vejo se torne belo. Não para mostrar aos outros o caminho da felicidade, mas para provar a mim mesmo que também erro quando falho em entender os porquês da vida!
Eu ouço o despertar do relógio, e são 6 horas...
Logo mais, ouço o badalar dos sinos, e são 18:00 horas. Comprazo-me com o tempo: ele foi ajeitado em compassos lentos nos ponteiros do relógio... mas a vida... a vida passa, dando sinais de que o tempo que me resta jaz confinado neste corpo. Um corpo pueril e condenado à dor; a dor que eu não queria sentir, mas que, por consequência das horas, se desfaz involuntariamente nas veladas marcas do tempo.
