Nao me Julgue antes de me Conhecer
Pensando
Um dia desses eu deitei para dormir e o sono não vinha.
Eu fiquei encarando o teto por alguns minutos. Pensando. Pensando. Pensamentos desconexos.
Então eu comecei a escutar uma música.
A música embalava os meus pensamentos.
Acalmava os meus pensamentos.
Organizava os meus pensamentos.
Ficou na minha cabeça. Uma música calma. Relaxada.
Fechei os olhos.
Comecei a pensar na vida.
Nós não somos eternos. Vamos partir. Vamos passar e seremos esquecidos.
Futuras gerações virão.
Somos egoístas.
Não amamos o próximo verdadeiramente.
Queremos mesmo ver o outro bem?
Nos ocupamos, nos indispomos com coisas tão banais.
Inveja. Ambição. Ciúmes. Intrigas e conflitos.
Coisas ínfimas se comparado a complexidade da vida.
Não Pertencemos a este mundo. Alguma coisa de fato nos pertence?
Seria bom se fizéssemos o bem sem olhar a quem.
Seria um mundo ideal se o amor fosse altruísta.
Se o amor fosse desprovido de vaidade ou inveja.
Se estendessemos a mão sem interesse.
Se alimentassemos o faminto.
Seria um mundo ideal se pudéssemos ajudar sem segundas intenções.
Sem querer nada em troca. Sem barganhar.
Seria bom se o amor ao próximo sempre fosse verdadeiro.
Só não devemos aceitar o mal como normal.
A música aquietou os meus pensamentos.
O sono veio.
Por uns instantes, a música ficou ecoando na minha cabeça.
Enfim eu dormi.
No dia seguinte, eu acordei pensando. Pensando.
Aqui não é um mundo ideal.
Aqui não é uma utopia.
Só lá no céu será perfeito. Aqui não.
Nosso amor não é perfeito, pois o mundo é imperfeito.
Mas, devemos nos doar.
E na imperfeição tentar amar.
Estender a mão e ajudar.
Até a vida acabar.
Não se culpe pelos erros do passado.
Solte as amarras.
Livre-se das ataduras.
Tente ser livre.
Só assim você poderá se desligar do passado e avançar em direção ao futuro.
Não se frustre por objetivos não alcançados.
Fez o seu melhor? Fique em paz.
Não fez? Então evolua.
Siga em frente e tente novamente.
Caminhando em direção a luz
Quando a noite cair e o silêncio pesar,
Não corra, não tema, aprenda a andar.
Cada passo firme sobre o chão escuro,
É um verso escrito no livro do futuro.
Sinta o vento, ouça o próprio coração,
Mesmo perdido, há sempre direção.
Não se apresse, não se desespere,
A luz que você busca lentamente se acende.
As sombras podem tentar te enganar,
Mas cada passo seguro é um ato de amar.
Amar a si mesmo, confiar no caminho,
Mesmo que pareça longo ou sozinho.
E quando finalmente a luz despontar,
Você verá que valeu o caminhar.
Porque na escuridão, no medo ou na dor,
O passo constante transforma-se em amor.
Não guarde mágoa nem rancor.
Se algo te incomodar fale. Confronte.
E perdoe. Se liberte.
Siga em frente.
Não permita que ninguém limite seus sonhos ou diga o que você pode ou não fazer.
Acredite na sua força, na sua capacidade, naquilo que pulsa dentro de você.
Voe alto. Voe livre. Voe em direção ao Sol.
Domingos JS Souza.
Não desista nos dias nublados.
Mesmo quando as tribulações pesarem, continue lutando.
A tempestade vai passar, e o tempo vai abrir.
O sol sempre volta a brilhar.
Você pode cortar todas as flores, mas não pode impedir a chegada da primavera.
Se você não tem confiança em si mesmo, você é duas vezes derrotado na corrida da vida, com confiança, você venceu antes mesmo de começar.
É melhor tentar algo e falhar do que não tentar nada e ter sucesso, o resultado pode ser o mesmo, mas você não será. Sempre crescemos mais com as derrotas do que com as vitórias.
Silenciosa, mas nunca cega.
Se você não souber respeitar o que é inegociável pra você, o mundo também não vai.
Toda vez que vc tenta baixar a guarda, a vida me mostra o porquê de manter ela alta. Quando você pede clareza e discernimento, esteja preparada para enxergar as coisas e as pessoas como realmente são. E a parte mais assustadora do despertar é descobrir que a maioria não é quem diz ser.
Só existe o que é demonstrado.
O resto é imaginação. Exclusividade não é luxo, é posicionamento
Nem sempre você é prioridade.
Às vezes, você é só a zona de conforto de alguém. Desapego é poder ir embora.
Minha terapia é a consciência.
E a paz… é a minha rebeldia contra o caos.
O livro: Não Existe Lide Sem Prejuízo, de Spontin, 2026. Surge a técnica no direito "advogados devem criar tensão sobre o processo para não dar rotas de fugas formais aos juízes". "O advogado é o mestre do que vai ser apreciado no processo, a petição tem que prever e eliminar rotas de fugas formais das futuras decisões". "Foco no resultado pelo advogado, a petição tem que prever que existe o formalismo, e se completar para evitar que o fim do processo seja improcedência pelo próprio formalismo que não foi anteriormente desclassificado", "O advogado deve dominar as variáveis processuais e prever cenários decisórios.".
O livro não Existe Lide Sem Prejuízo é estratégia processual, a teoria da centralidade do prejuízo é acadêmica. No livro vai se achar método prático estratégico. Lá se encontra o motivo dos processos bons morrerem pela formalidade. Por fim, Teóricos → explicam a estrutura do sistema. Advogados → operam dentro da estrutura. Fabricio de Spontin → explica o gatilho que aciona a estrutura.
No livro “Não Existe Lide sem Prejuízo – Por que os Processos Bons Morrem?”, eu, Fabricio von Beaufort-Spontin, deixo bem claro que não sou contra os ensinamentos de Hans Kelsen. Apenas amplio a visão do debate ali desenvolvido. Respondo aqui diante das críticas existentes, as quais carecem de fundamento. Não sou o único a fazê-lo.
Ampliar Kelsen não é heresia.
Trago à reflexão Piero Calamandrei, jurista italiano.
Fabricio Von Beaufort-Spontin, no Livro Não Existe Lide Sem Prejuizo - Processo Contencioso Livro 1 - Por que Processos Bons Morrem, diz "Este livro é destinado também para Juízes e Magistrados, porque amplia Hans Kelsen, fortalece o jurista italiano Calamandrei e traz mindset (Growth Mindset) na escola tradicionalista da formalidade. Se os advogados estruturarem casos assim, Vossas Excelências, o prejuízo estará delineado para atingir a Justiça. Achar o caminho à Justiça na petição será muito mais óbvio, quando comprovada. Observando que, como já em jurisprudências, é a primeira vez escrito para advocados que "o prejuízo é pressuposto do direito" e não apenas da nulidade. Lembrando, Vossas Excelências, que violação da norma ou da soberania individual também são prejuízos."
Ao analisarmos os pontos tocados, é uma nova metodologia no Direito Brasileiro. - Convenção na Apresentação do Livro, debates e como segundo Fabricio falou na "inauguração do Livro Não Existe Lide Sem Prejuízo". A idéia foi unânime entre os participantes.
Para a teoria de Fabricio Beaufort-Spontin, o prejuízo não é apenas a perda financeira ou física (o dano clássico); ele redefine o conceito. A lógica se divide assim:
O Prejuízo é a "falta": Mesmo que o prejuízo seja potencial, ele ainda é a razão de ser da ação. Se você busca uma liminar para impedir um dano, o pressuposto da sua petição é o "prejuízo iminente". Sem essa ameaça de perda, o direito não teria por que ser acionado. [1]
O Prejuízo Presumido (In Re Ipsa): Aqui a teoria enfrenta o maior desafio. Para o autor, mesmo quando a lei presume o prejuízo (como no uso indevido de imagem), o que justifica a condenação não é a "letra da lei" violada, mas o prejuízo moral ou existencial que a vítima sofreu, ainda que difícil de mensurar. [1, 2]
O argumento central
O autor defende que, se você retirar o componente "prejuízo" (seja ele real, potencial ou presumido), sobra apenas a norma seca. E o Direito não existe para proteger a norma, mas para proteger o sujeito contra o prejuízo.
Portanto, na visão dessa teoria, o prejuízo potencial continua sendo prejuízo, apenas muda o momento em que ele é aferido (antes de se tornar irreversível). Se não houver sequer potencialidade de prejuízo, a lide seria "morta" ou inexistente. [1]
Da necessidade real da alteração da interpretação do prejuízo como pressuposto do Direito está em como apresentar para a IA que somente existe Direito através da norma. Livro: Não existe lide sem prejuízo.
