Nao me Julgue antes de me Conhecer
Reflexão de vida: Propósito
Eu aprendi com a vida que não existe propósito sem processo, nem processo sem resultado.
O processo pode ser lento, mas desistir
não vai acelerar."
@Suednaa_Santos
Às vezes o amor não
pergunta se vale a pena,
ele simplesmente fica.
Fica no silêncio que aperta o peito,
no nome que ainda mora na boca
mesmo quando o coração tenta desaprender.
Esperei como quem acende
velas no vento,
acreditando que o frio
era só passagem,
que o gelo nos teus gestos
um dia viraria abrigo
e não essa distância
que corta sem faca.
Perdi horas,
pessoas e versões de mim
tentando proteger algo
que só eu segurava.
Te vi ir, passo por passo,
enquanto eu ficava parada
aprendendo a sangrar sem fazer barulho.
E hoje,
se me perguntam se valeu a pena,
respondo com a verdade que doeu aprender:
valeu para me ensinar
que amor não é espera infinita,
é encontro — ou não é.
O Dia em Que Escolhi ir
Capítulo: Eu Disse Sim
Eu disse sim.
Não foi um sim gritado.
Não teve fogos, nem testemunhas.
Foi um sim quase sussurrado, desses que mudam o eixo da vida sem fazer barulho.
Eu disse sim
quando meu instinto dizia cuidado.
Disse sim
mesmo sabendo que intensidade cobra juros.
Não foi ingenuidade.
Foi escolha.
Eu vi o risco.
Vi o abismo.
E ainda assim, avancei.
Porque havia algo no olhar dela..
não promessa,
não segurança,
mas verdade crua.
E eu prefiro a verdade que arde
à mentira que acalma.
Eu disse sim
para o desejo,
para a confusão,
para a possibilidade.
Disse sim
para aquilo que não tinha manual.
Não foi submissão.
Foi entrega consciente.
Eu sabia que podia doer.
Sabia que podia quebrar.
Mas também sabia que viver pela metade
é morrer aos poucos.
Então eu disse sim.
E naquele instante
eu não estava escolhendo só uma pessoa.
Eu estava escolhendo ser inteira.
Sem garantias.
Sem contrato.
Sem anestesia.
Só eu,
o risco,
e a coragem de não fugir.
Esse foi o meu sim.
E ele mudou tudo.
O choro que só nasce na perda não prova o amor, mas confessa a ausência dele; quem não cultiva a presença, apenas lamenta o vazio.
A morte não foi negada; foi vencida no espaço e no tempo. O cristianismo não venera uma sepultura, mas proclama uma ausência: "Ele não está aqui".
A obra da cruz é perfeita e autossuficiente. Ela não precisa de complementos humanos; ela precisa ser proclamada, vivida e adorada.
O acúmulo de conhecimento, puro e simples, é irrelevante, já que não agrega valor algum. É feito o saber atribuído à Esfinge, que não é útil a ninguém e nem a ela mesma. O “conhecimento de esfinge”, portanto, reflete o hermetismo simbólico do histórico monumento: uma testemunha apática do tempo que não gera transformação nem crescimento – propósito maior do saber – e que existe apenas para ser vista, não para ser ouvida.
Não existe boas e segundas intenções sem que exista sinais claros, perceptíveis e sensíveisde provocar e instigar a imaginação e os sentidos em uma conexão e sintonia, que una alma corpo e coração em sincronia perfeita
✠Damien Lockheart ¹
você não é o que o seu passado diz,
nem o que seus erros dizem; você é quem Deus
diz que você é: Justificado e Filho.
Seguir a Cristo frequentemente envolve carregar
cruzes que não escolhemos, mas que nos são
impostas pelas circunstâncias.
Não há cristianismo sem sangue, pois não há salvação
sem a vida do Cordeiro entregue em nosso lugar.
... a espiritualidade
ou a ciência do espírito, por si mesma,
não necessita ser provada - porém, pronta e
exaustivamente dissecada por cada Ser
habitandoessa terra - salientando que qualquer expressão de verdade deve passar pelo filtro
do nosso próprio entendimento
e, não mais se perca pela
incerteza!
... a inspiração,
diferente do que muitos
consideram não se trata de um
fenômeno abstrato, casual - e sim,
de natural desfecho de todo esforço
e refinamento que dedicados
alcançamos!
... o significante
da vida, como sabemos,
tem sido desavergonhadamente
hostilizado - quando não, mediocremente
censurado pelo insignificante dessa
mesma vida - por essa razão,
que ao menos saibas
escolher!
... estabelecer
verdades não é tarefa
de um escritor honesto, argumenta
José Saramago... Cabe-lhe, e nada
mais do que isto, estimular a
sua busca!
