Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado

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E quando entendemos realmente que a vida tem sentido, começamos a perceber que há muito o que se fazer por ela e aproveitar muito dela.Porque essa é a benção, e esse é o milagre: É divino viver.!

✻FranXimenes ✻
13*08*2013

O teu amor
faz do meu mundo
um lugar melhor.

______________FranXimenes 27*09*2013

O teu sorriso tem capacidades extraordinárias:
*Suaviza o teu rosto,
*Alegra o teu coração,
**Faz alegrar quem te ama,
*Infecta quem te olha,
*Deixa quem te odeia.
____________FranXimenes
22/01/16

Eu te amo
E como é fácil te amar
Você me faz uma pessoa melhor
Você sempre está do meu lado para o que der e vier
Eu te amo
E como é doce te amar
Você transforma meu choro em riso
E me faz chorar de emoção com o seu amor
Eu te amo
E como é maravilhoso te amar
Você sempre vê o melhor em mim
Você me ensina a ser mais feliz
Eu te amo
E como é gratificante te amar
Você me faz ser mais confiante
Você me faz acreditar em mim mesma e no mundo que me cerca
Eu te amo
E como é fortalecedor te amar
Você me faz ter coragem para viver desafios
Você me faz ter vontade de sentir grandes emoções
Eu te amo
E como é belo te amar
Você me ajuda a enxergar o melhor da vida
Você me guia pela estrada da vida
Eu te amo
E como não poderia te amar?
Seria impossível não morrer de amores por você
Te amo mais a cada segundo minuto hora
Te amo mais a cada dia ano
Te amo para além da eternidade
Te amar sem vírgulas e pontos
Te quero assim
Simplesmente te amar




John Novinski

A falta que te amar me faz


Por que pessoas boas morrem? Muitas com tantas coisas ainda pra ensinar ou aprender, para continuar repassando no passa e repassa da vida. Quantas catástrofes acontecem desde que o mundo nasceu? digo isto, com a mesma propriedade de alguém que inventou a álgebra, com a certeza de que o que disse, era a solução para aqueles problemas tão complexos, inventados pela própria pessoa que dizia conhecer a solução, para o que ela mesma criou. E fácil assim, darmos razão para o que acreditamos ser certo, e é por isso que eu ouço, já a algum tempo a frase: tempo, ... tempo..., e ela vem de uma pessoa que eu admiro muito.
E hoje eu senti uma coisa no peito, como o ardor sem bater, como o ferir sem corte. Sim, as palavras acertam de um jeito que até deixariam tonto napoleão, fato, aquele mesmo que perdeu a guerra; e junto com ele todos nós perdemos. Todos querem encontrar uma razão para ser feliz ou para permanecer nas sombras, e a mais pura verdade é que tem gente que admira a escuridão, sendo esta fantasiada pela falta de atitude e sim: a determinação não é para os bons, é para os espetaculares.
Se o amor existe ainda ele tem que se manter espetacular e manter seu ibope alto, assim como o ódio, que só existe porque um dia houve amor ali. E quem anda contigo é que é o problema certo ou incerto da vida. Conhecer a si mesmo, é entender que nem tudo que está perto é alcançável, assim como o que está longe é seu e deve ser admirado por isto, porque a distância fere com a mesma intensidade do carinho, que vence, mais do que o amor.
Sempre ouço de um homem qualquer de que amar é fácil, o difícil é gostar, porque permanecer com este sentimento é mais prazeroso do que o amor, que passa ... O gostar não, por isso que eu achava que eu dizer: "eu te amo" causaria impacto, mas soa como qualquer outra frase, até mais frágil do que eu pronunciar odiar, pois como eu disse antes: não existe ódio sem um amor ter sido destruído... .sem ter existido um amor.

Faz o teu caminho bonito.
Planta as tuas flores.!

__________ FranXimenes 16*09*2013

Amo gente que me faz feliz. E o que me faz feliz fica.
Permanece sempre dentro de mim.
______________FranXimenes
21*12*2013

" É feliz quem faz do amor o melhor caminho, o maior motivo, a melhor escolha, a mais bela virtude, o mais rico sentimento."

____________FranXimenes
17*10*2013

Depois de nós, aprendi que o silêncio também faz barulho.
Ele acorda junto, senta à mesa, ocupa o espaço do que não foi dito e insiste em lembrar que algumas ausências não sabem ir embora.
Depois de nós, o mundo seguiu e eu fiquei.
Fiquei recolhendo pedaços de dias, juntando restos de coragem, tentando entender em que momento amar deixou de ser abrigo e virou travessia solitária.
Ninguém avisa que o amor, quando acaba, não vai embora inteiro.
Ele fica espalhado em músicas, horários, cheiros, lugares onde a gente nunca mais volta, mas nunca deixa de estar.
Depois de nós, as manhãs perderam o ritmo.
O café esfria na mesa enquanto o pensamento se alonga onde você ainda existe.
Não há pressa, nem conversa que sustente o calor.
Depois de nós, eu aprendi a disfarçar.
Sorrio em fotos, respondo “tá tudo bem”, faço planos pequenos porque os grandes ainda doem.
Carrego um cansaço que não é do corpo, é da alma tentando ser forte o tempo todo.
É exaustivo aprender a viver sem aquilo que dava sentido aos dias.
Depois de nós, eu ainda te reconheço em estranhos.
Na risada parecida, no jeito de segurar o copo, em frases que quase são suas.
E por um segundo curto demais, meu coração se engana, como se você pudesse voltar apenas por existir em alguém que não é você.
Depois de nós, descobri que seguir não é esquecer.
É aprender a caminhar com a falta, é aceitar que certas histórias não fecham capítulos, apenas mudam de forma.
O amor não morreu, ele apenas ficou sem endereço, sem colo, sem resposta.
E mesmo assim, sigo.
Não inteira, não curada, não ilesa.
Mas sigo.
Com esse amor quieto no peito, que não pede mais nada, só espaço para existir sem machucar.
Porque depois de nós, a vida não recomeçou.
Ela continuou, mais lenta, mais silenciosa, mais profunda.
E talvez amar seja isso no fim:
aceitar que algumas dores não passam…
mas nos ensinam a sentir o mundo de um jeito mais humano.

*Deus meu..
Faz do meu coração Tua casa,todos os dias.
Amém. *
_______________FranXimenes.
18*01*2014

" Que tudo o que te faz Feliz,
seja abençoado sempre, mais e mais! "

__________FranXimenes
17*01*2014

Toda escolha faz uma cisão com as demais opções.

pregar uma peça ou parafusar um acessório tanto faz.

aquilo que se faz como uma gentileza num dia no outro vira obrigação.

A força do espírito nos faz permanecer sempre jovial.

O amor nos faz sentir a beleza das pequenas coisas.

A Urna Veio?

Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”

À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.

Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.

A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.

Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.

Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.

A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.

No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).

Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.

A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.

⁠Fuja de um relacionamento onde o ciúme se faz ausente, pois o interesse passa longe.

A mente comum faz associações. A mente inteligente procura padrões. A mente sábia transcende a matéria.

E no final , fico em paz . Deus sempre sabe o que faz .