Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
Deixe o vento levar o que não te faz vibrar
Liberte-se das amarras que te prendem
Solte-se ao vento, deixe a alma voar
Permita que novos horizontes se estendam.
Deixe-se levar pela brisa suave
Sinta a liberdade acariciar sua pele
Solte-se ao vento, sem olhar para trás
Descubra um mundo de possibilidades reais.
Deixe as preocupações se dissiparem
Encontre a leveza que habita em seu ser
Solte-se ao vento, ouse se aventurar
Descubra a magia de simplesmente viver.
No abraço do vento, encontre sua essência
Desperte sua verdadeira olência divina
Solte-se ao vento, com coragem e confiança
Permita-se viver uma vida plena e genuína.
A concupiscência é fogo ardente
Que inflama os corpos, faz suar
E nesse ardor tão envolvente
Não há limites para amar.
As mãos deslizam pela pele
Os lábios se tocam em frenesi
E a luxúria que nos impele
Nos leva ao êxtase sem fim.
Os gemidos são melodias
Que ecoam pela madrugada
E a lascívia em suas malandragens
Faz fermentar todas libertinagens.
A concupiscência é a chama
Acende o desejo di prazer, a flama
E mesmo que dure apenas uma noite
Deixa lembranças para o amanhecer.
"O fato de alguém não gostar
de você, não faz dessa pessoa
boa ou má, assim como não
fazde você alguém ruim ou desagradável. São apenas dois caminhos, duas ideias, dois mundos que não se alinham, e tudo bem."
O Avulso de Si Mesmo
Há um tipo de exílio que não se faz com fronteiras, mas com espelhos, um tipo de desenraizamento que não ocorre no espaço, mas na alma. O avulso de si mesmo é aquele que, embora habite seu corpo, não mora em sua identidade. Vive como quem assiste à própria vida pela fresta de uma janela, incapaz de cruzar o umbral entre o que é e o que poderia ser.
Neste ser que se desenlaça de si, há um silêncio antigo, como o das bibliotecas abandonadas, onde as palavras não encontram leitores e os significados jazem órfãos de intenção. O avulso de si não é apenas o desajustado, é o desencontrado, não com o mundo, mas com o próprio eixo interno. Sua existência é um poema sem sujeito, uma frase que começa, mas não sabe como se conjugar.
Talvez o avulso seja o herdeiro contemporâneo de Narciso, não mais encantado com a própria imagem, mas cindido por ela. Não se afoga no reflexo, mas naufraga na ausência de reflexo autêntico. Vê-se no espelho e não se reconhece, porque entre o rosto e a essência há agora um abismo escavado por expectativas alheias, performances sociais, simulacros de felicidade.
Ser avulso de si é carregar uma espécie de anemia ontológica. Os dias passam, mas não se enraízam. As decisões são tomadas, mas não se pertencem. Tudo é transitório, inclusive o próprio eu. Vive-se, mas não se habita o verbo viver.
A filosofia existencial nos advertiu que o homem é um projeto, e não uma substância. Sartre nos sussurra que estamos condenados à liberdade, e que o eu não é dado, mas tecido. No entanto, o avulso não é o que não teceu o eu, é o que, ao tecê-lo, perdeu o fio.
Nietzsche falava do eterno retorno como prova da afirmação da vida, mas o avulso de si não suportaria o eterno retorno, pois retornar ao que nunca foi plenamente vivido seria um suplício maior que a morte.
Ser avulso de si é, em última instância, ser órfão do próprio nome. Não no sentido nominal, mas ontológico. Um nome que não reverbera, que não ecoa dentro. Um nome escrito na capa de um livro cuja história nunca foi escrita.
Talvez, no fundo, todo avulso sonhe com a reintegração, com o instante raro em que o pensamento coincide com o gesto, a emoção com o olhar, o silêncio com o significado. Um instante em que o tempo deixa de ser sucessão e torna-se presença.
Enquanto isso não ocorre, resta-lhe o vago, o quase, o entre. Resta-lhe a condição poética e trágica de ser um inquilino do próprio abismo, um ser que caminha por dentro de si como quem atravessa ruínas à procura de uma porta que ainda não foi construída.
E no fundo, talvez, o avulso de si mesmo seja o mais humano dos humanos, pois carrega em si não a resposta, mas a pergunta intacta, e há mais verdade na pergunta que sangra do que na resposta que estanca.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro
Não é o tempo que cura, é o que você faz com ele.
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
Julgar com olhos vendados só faz sentido se a venda não esconder preferências: o perigo está na transparência da injustiça.
Disciplina e motivação são sempre necessárias. Sem motivação, você não faz nada. Afinal, por que você iria querer ser disciplinado sem um motivo? A motivação é o desejo, e a disciplina é a realização. Um não vive sem o outro. Nunca se esqueça disso.
Não faz ideia do que é perder. Todo mundo de quem eu gostava morreu ou me largou. Todos, menos você! Não diga que ficarei melhor com outro. Na verdade, eu só teria mais medo.
Deus não grita nos milagres, Ele sussurra nos detalhes que a pressa nos faz ignorar.
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
@o_escritor_invisivel
Quando vc vê que não faz falta, não fique ali porque sua presença não é compatível com aquele lugar.
As pessoas te abandonam quando você não serve mais, porque elas só veem quando você faz algo para elas. Depois que você não serve mais, elas te abandonam.
Sei que muito demoro a responder, porém não tens ideia do bem que me faz ler todos os dias tuas mensagens.
Que Adonai e Yashoa te abençoem sempre.
Não é que o tempo diminua a saudade, o que ele faz é diluir a memória.
Não se esqueça: todo tipo de trabalho faz com que nasça um vencedor. Só precisa ser bom no que fizer. E poderá viver com conforto.
Clamar por um milagre não é quebrar princípios, é reconhecer que existem coisas que só Deus pode fazer.
A degradação da cultura é algo inevitável quando a geração antecessora não faz nada para preservá-la.
Não teve despedida, não teve abraço, pq? Não faz mais sentido pensar q vc não está mais aqui, era tudo tão simples pq teve q ser tão difícil, pq?
Pq vc teve que morrer?
