Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
Nenhuma mulher carrega a obrigação de permanecer onde o coração já não faz morada. O amor não aceita correntes, e a liberdade de ir embora é um direito sagrado de cada alma. Ficar por conveniência é desonrar o próprio sentimento. No entanto, precisamos ter a coragem de olhar para o espelho da vida e encarar uma verdade dolorosa: muitas vezes, a pressa, o orgulho ou o apego a ilusões superficiais fazem pessoas abandonarem conexões raras por motivos banais.
Perder um parceiro ideal por caprichos momentâneos é uma ferida que o tempo custa a fechar. O homem ideal não é o herói perfeito dos contos infantis, mas aquele que escolhe ser porto seguro em dias de tempestade. É o ser humano que aceita os seus dias difíceis, que limpa as suas lágrimas e que investe os dias dele para ver o seu sorriso florescer. Encontrar alguém disposto a construir uma história real, com respeito mútuo e lealdade inabalável, é um privilégio escasso no mundo moderno.
A maior lição que a vida nos oferece é entender o valor do afeto enquanto ele está presente. Quando um homem bom decide recolher o carinho que foi rejeitado, ele não volta atrás: ele simplesmente vai embora. A vida é um sopro e não dá garantias. Não permita que o ego estrague o que a alma levou anos para atrair. Olhe para quem caminha ao seu lado hoje, valorize a pureza dos gestos cotidianos e lembre-se: o amor verdadeiro é um diamante bruto, difícil de encontrar, mas tragicamente fácil de perder.
A solidão é um inverno que eu não sei enfrentar sozinho. Me tira desse chão e me faz morada no seu coração.
O fanatismo cega: faz o fiel odiar o que não conhece na Umbanda e no Catolicismo, enquanto aplaude o erro que já se tornou rotina no seu próprio meio evangélico.
Dê graças a Deus que você não faz mais parte desse sistema! É libertador deixar de ser apenas mais um "Maria vai com as outras" em um meio onde a opinião própria é vista como rebeldia. O cenário atual mostra um exército de pessoas que abdicaram da própria inteligência para viver apenas do que o pastor dita no altar, transformando a fé em uma coleira invisível.
Essa ausência de pensamento crítico transborda para a vida pública. É nítido como muitos entregam sua consciência política nas mãos de lideranças, votando cegamente em quem o pastor manda, como se a urna fosse uma extensão do dízimo. Além disso, chega um ponto em que a lógica grita mais alto: é difícil levar a sério, em pleno século XXI, um livro que narra serpentes falantes enquanto se ignora a realidade científica e social à nossa volta.
A hipocrisia nesse meio não é apenas um detalhe, é a base da estrutura, e ela se manifesta de formas cruéis:
O "Amor" Condicional: Pregam um amor ao próximo que tem prazo de validade. Na prática, destilam ódio e intolerância contra qualquer um que fuja dos seus padrões rígidos, seja por orientação sexual, escolhas de vida ou por professar uma fé diferente.
O Jejum de Coerência: Possuem olhos de águia para condenar os pecados alheios, mas tornam-se cegos e "passam o pano" quando seus pastores são flagrados em esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro ou escândalos morais.
A Exploração da Fé: Através da Teologia da Prosperidade, vendem Deus como se fosse um corretor de investimentos. Tiram o pouco de quem nada tem para sustentar o luxo faraônico de líderes que vivem como reis, sob o pretexto de uma "bênção" que nunca chega para o fiel.
A Bíblia como Conveniência: Usam o livro sagrado como um cardápio. Escolhem leis levíticas arcaicas para julgar e excluir o próximo, mas ignoram solenemente os pilares da humildade, da partilha e do "não julgueis" que deveriam, em teoria, ser a base de sua crença.
Sair desse ciclo não é perder a fé, é ganhar a própria liberdade de pensar.
Escrevo estas palavras porque, às vezes, o silêncio do dia a dia não faz justiça ao que sinto quando olho para você. Assim como na canção que ecoa em minha mente, sinto que você é a razão pela qual me tornei a melhor versão de mim mesmo. Você não apenas me aceitou; você me moldou com sua doçura e paciência.
Dizem que o tempo desgasta as coisas, mas comigo aconteceu o contrário. Quanto mais te conheço, mais me sinto como aquele "bobo" apaixonado, perdido em um labirinto onde a única saída é o seu abraço. Não preciso de castelos ou glórias externas, pois minha maior honra é ser seu, e minha única missão é proteger o sorriso que você coloca no rosto.
Prometo a você:
Ser o seu refúgio nos dias de tempestade.
Ouvir sua voz como se fosse a melodia mais doce já escrita.
Amar você em todas as suas versões, para sempre.
Acredite nesta canção que meu coração canta toda vez que você entra na sala. Nós pertencemos um ao outro, ontem, hoje e em todos os amanhãs que o destino nos permitir.
“A alma não faz barulho para existir; ela sussurra verdades que o mundo tenta calar, e só quem tem coragem de silenciar o caos consegue ouvir o que realmente é eterno dentro de si.”
“O milagre não faz barulho — ele rasga o impossível em silêncio e acende, dentro de quem crê, uma luz que nenhum destino ousa apagar.”
“Resiliência não é levantar rápido; é continuar respirando quando a vida faz de tudo para te ensinar a desistir.”
O inefável não cabe na garganta do homem; a profundidade do que Deus faz em nós e a dor do nosso próprio crescimento são coisas que o mundo nunca vai conseguir traduzir em palavras.
Para mim, não existe cansaço mental. Isso é um limite que não faz mais parte de mim; não tem mais sentido. Para mim, o que existe é apenas relaxamento mental.
Percebi que, toda vez que eu me via aceitando sentir esse "cansaço" ou essa "exaustão" mental, na verdade estava diante de um profundo relaxamento, um descanso que minha mente ansiava por ter, mas que eu, por algum motivo, me sabotava e não permitia. Quando comecei a aceitar esse "cansaço", essa "exaustão", logo entendi que, na verdade, era apenas um relaxamento profundo e renovador que a mente precisava.
Como não se mata a curiosidade científica, e sim a incentiva.
- faz perguntas
- não obtém a resposta certa
- decide descobrir por si mesmo
- comete um erro
- não desiste
- Aprende a ter paciência
Propagandas faz seu subconsciente nos sentir inadequados sem aquele produto. Sem este produto não serei amado, não serei valorizado, não serei feliz. Sem aquele produto você não basta.
Não é a bagunça que você faz ao chegar que me causa medo.
Ela apenas revela o que eu deveria ter organizado antes.
O que pesa é o depois,
o espaço que você deixa,
o vazio que insiste em ficar quando você vai.
seja tão bom no que você faz que mesmo aqueles que te
odeiam não teriam como desprezar o seu trabalho.
14 de novembro de 2022
Às 11:50
"Bom, faz muito tempo que não escrevo meus sonhos, só relato em vídeos.
Mas, agora irei fazer um resumo de todos que lembro, desde a morte da minha avó paterna, em maio deste ano.
Uma semana antes dela morrer, eu havia sonhado que passava em frente ao cemitério do qual ela foi enterrada, após morrer, e estava acontecendo um cortejo e eu conhecia todas aquelas pessoas, eu olhei para a porta do cemitério, enquanto passava com meu marido e via 2 meninas e um rapaz entrando, e eu conhecia essas pessoas, mas não consegui ver quem elas eram.
Uma semana depois, recebo uma ligação da esposa do meu tio, irmão do meu pai, falando que minha vó havia morrido, era 9:40 da manhã.
Eu lembrei desse sonho, o que eu não sabia ainda é que iria ao velório dela.
Porque não gosto de velórios.
Tenho pavor!
Então, pela tarde eu e meu marido nos arrumamos para ir até lá.
Meu marido também havia sonhado dias antes, que carregava um caixão.
Chegamos até lá!
Às 6 da tarde, foi o sepultamento.
Eu ia atrás do pessoal filmando tudo, quando entrei na porta do cemitério, senti um frio estranho percorrendo todo o meu corpo.
Foi quando lembrei da parte do sonho, que eu via as 3 pessoas entrando...
Bem no momento que eu, a esposa do meu tio mais novo e ele entrava.
Me arrepiei toda! A mesma cena, as mesmas roupas, as mesmas pessoas que vi no sonho.
Então, observei meu marido levando o caixão e tive outro arrepio, quando percebi que a roupa dele e a minha, era exatamente aquela que nós usava no sonho de uma semana atrás, passando em frente ao cemitério.
Muito bizarro!
Foi onde deu lugar, a outra lembrança, que foi meu marido carregando o caixão, do qual ele havia sonhado.
Não tinha homens suficiente pra carregar, então, ele teve que ajudar, fazendo assim, o sonho dele e o meu, se tornar mais arrepiante ainda.
Eu não sei porque, mas tenho medo dos meus sonhos, porque eles acontecem na vida real, com detalhes.
