Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado

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Existência em manada...
Teoria da manada e alienação.


Andar quieto observar os absurdos, tendo conhecimento do senso crítico...


As bolhas de negacionismo e as frases prontas pelo chats GPT, as deepfakes e também fakes news são expostos na manada...


A proteção da manada se tem um vírus esta protegido pois está no meio deles ate todos serem infectados ja estará imunizado...


Um bebê detergente arrota leite com lactose da tom de detergente... nem todos veem e real, a ilusão é nada coração vê o coração senti....


Manada faz protestos rezam para pneus e usam celular para sinalizar aos extras salva a gente...

O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.

Amava quando tinha o tal jogo da seleção, que enquanto assistiam, eu saia para andar de bike e as ruas eram somente minhas.

Ser honesto é andar de cabeça erguida, com o coração limpo e a consciência tranquila. Quem vive na verdade não precisa provar nada, porque o caráter fala mais alto que qualquer aparência.

A vida sem Deus é como andar sem destino na escuridão,
só se encontra obstáculos...
Se renove a casa amanhecer
na presença dEle.
És o único e verdadeiro caminho!

*O RELÓGIO QUE VOLTOU A ANDAR*
A chuva começou antes do almoço e, por algum motivo, resolveu ficar.
Não era uma chuva forte. Era pior. Daquelas que molham a cidade por horas sem produzir nenhum acontecimento digno de nota. O céu baixo, as janelas fechadas, o frio entrando pelas frestas. Um dia feito para não sair de casa.
Meu bourbon tinha acabado na noite anterior.
Considerei sair para comprar outra garrafa. Cheguei a procurar as chaves. Depois olhei pela janela e achei que morrer de frio por uma garrafa de bourbon seria uma maneira muito idiota de continuar vivo.
Deixei as chaves sobre a mesa.
Foi quando a energia acabou.
A casa ficou quieta de uma maneira diferente. A geladeira parou, o computador apagou, o relógio da cozinha perdeu os números vermelhos. Até a chuva pareceu mais próxima.
Acendi uma vela.
O cheiro da parafina tomou conta da sala quase imediatamente. Nunca entendi por que velas têm cheiro de coisa velha. Talvez porque geralmente só as acendemos quando alguma coisa deu errado.
O gato apareceu no corredor, olhou para a vela e depois para mim.
— Não fui eu.
Ele ficou me olhando mais alguns segundos.
Talvez estivesse tentando decidir se acreditava.
Ou talvez estivesse apenas esperando a hora da comida.
Abri uma das caixas empilhadas no armário.
Eu vinha adiando aquilo havia meses. Dentro havia documentos antigos, fotografias, recibos, cartas, cartões de visita de gente que provavelmente já tinha mudado de telefone três vezes ou morrido. Era impressionante a quantidade de papel necessária para provar que uma pessoa existiu.
Comecei pelos documentos.
Certidões.
Contratos.
Papéis de bancos que já nem existem.
Depois encontrei fotografias.
Uma delas me pegou desprevenido.
Eu estava mais jovem, numa praia que não reconheci de imediato. Havia outras pessoas na fotografia. Algumas eu lembrava. Outras não.
Fiquei olhando meu próprio rosto durante um tempo.
Não gostei muito do sujeito.
Parecia confiante.
Isso me incomodou.
Eu não me lembrava de ter sido tão confiante.
Talvez eu apenas tivesse aprendido a posar.
Continuei remexendo na caixa.
Encontrei um relógio de pulso.
Eu o reconheci.
Era meu.
Coloquei-o sobre a mesa.
O relógio estava parado havia anos. A pulseira estava ressecada e o vidro tinha um risco atravessando o mostrador.
Aproximei-o do ouvido.
Nada.
Era estranho escutar o silêncio de um relógio.
Pensei em quantas coisas param sem que ninguém perceba.
Depois achei a velha chave de dar corda.
Ainda estava junto dele.
Dei algumas voltas.
O ponteiro dos segundos começou a andar.
Tic.
Tic.
Tic.
O gato levantou a cabeça.
Olhou para o relógio.
Depois voltou a deitar.
Eu ri sozinho.
Aquele animal tinha um talento irritante para não se impressionar com as coisas certas.
Fiquei sentado no chão, cercado por fotografias e papéis.
Foi aí que percebi que eu tinha passado boa parte da vida tentando guardar provas de que certas coisas aconteceram.
Fotografias para lembrar de pessoas.
Documentos para provar acontecimentos.
Cartas para conservar frases que alguém havia escrito quando ainda queria que eu as conservasse.
Como se a memória fosse uma repartição pública e, sem carimbo, nada tivesse validade.
Peguei uma fotografia.
Naquela época eu ainda achava que tinha tempo.
Não muito.
Mas algum.
É uma diferença importante.
A gente não percebe quando passa a contar a vida de outro jeito. Primeiro pensa em anos. Depois começa a pensar em coisas que ainda dá para fazer. Depois em coisas que talvez não valha mais a pena fazer.
E então surgem os pequenos acordos.
Não vou hoje.
Amanhã eu vejo.
Depois eu compro.
Depois eu telefono.
Depois eu arrumo.
Depois eu saio.
Depois.
Essa palavra tem uma capacidade impressionante de ocupar uma vida inteira.
O relógio continuava fazendo seu trabalho sobre a mesa.
Eu não.
Pelo menos naquele momento.
Eu estava sentado no chão de uma sala fria, com fome, sem bourbon, ouvindo a chuva e um relógio que eu tinha esquecido que existia.
O gato levantou, atravessou a sala e parou diante da janela.
Ficou ali olhando a chuva.
Pensei que talvez ele soubesse alguma coisa sobre permanecer.
Logo depois percebi que aquilo era apenas mais uma das minhas maneiras de transformar um gato em personagem da minha cabeça.
Ele provavelmente estava olhando um pássaro.
Ou querendo sair.
Ou pensando em comida.
Talvez não estivesse pensando em nada.
Essa última hipótese me pareceu bastante ofensiva.
E útil.
Voltei às fotografias.
Uma delas tinha uma dobra no meio.
Passei o dedo sobre ela, tentando alisá-la.
Não adiantou.
Deixei assim.
Durante muito tempo achei que continuar fosse uma espécie de vitória.
Hoje não sei.
Também não sei se é esperança.
Nunca fui muito bom com essa palavra.
Às vezes continuar é apenas aquilo que acontece quando você ainda não parou.
Você acorda porque o corpo acorda.
Faz café porque sempre fez.
Atende o telefone porque ele tocou.
Paga uma conta porque alguém inventou a conta.
Alimenta o gato porque, aparentemente, o gato não está disposto a participar das suas crises existenciais.
E isso vai formando uma espécie de rotina sem discurso.
Talvez seja pouco.
Naquele dia, foi o que eu tinha.
A energia voltou no começo da noite.
A geladeira ligou.
O computador acendeu.
O relógio da cozinha voltou aos números vermelhos.
A casa recuperou seus pequenos ruídos.
Eu poderia ter ligado a televisão.
Não liguei.
Fiquei ouvindo o relógio de pulso.
Tic.
Tic.
Tic.
O gato dormia no sofá.
Guardei os documentos de volta na caixa.
As fotografias, não.
Deixei algumas sobre a mesa.
Não por nostalgia.
Ou pelo menos foi isso que disse a mim mesmo.
Depois fui até a cozinha.
Abri a torneira.
Bebi água.
Não era bourbon.
Mas era água.
Voltei para a sala.
O relógio continuava andando.
Dessa vez não o tirei do ouvido.
Fiquei apenas escutando.
E, naquela noite, pela primeira vez em algum tempo, não tive pressa nenhuma de fazê-lo parar.

A vida é a verdadeira escola, com ela aprendemos andar, trabalhar, a se divertir e chorar...a vida é bela é preciso valorizar pois sem vida tudo é seco e sem amor.
Bom dia!⁠

Eu sei caminhar sozinho, já caminhei sozinho, mas prefiro andar com meus irmãos, pois sozinho é mais perigoso.

Sangrar e andar,
O rastro de sangue pode ter sido proposital.

Sensato Coração
(Amor pela Vida)

A vida nos ensina á fazer coisas loucas, nos ensina á andar por caminhos diferentes todos os dias; nos ensina á amar, chorar, sorrir, cair, levantar, nos ensina ás mais diversas emoções.
A vida é para ser vivida das mais diversas formas que existe; não é difícil viver, não é impossível achar a vida bela; abra os olhos, sinta a vida, junto com a primavera.
Quando Deus criou tudo isso, foi por um propósito, foi para mostrar que a vida é divertida de viver, para mostrar que a Criação não foi em vão e que a natureza é uma das coisas mais linda que Ele criou.
Oh, sensato coração, nunca me deixes na mão, eu preciso aprender a viver, eu preciso aprender á amar, preciso olhar á vida, como uma forma de Amor, preciso aprender a perdoar. Oh, sensato coração, porque tem que ser assim? Porque forçamos sentimentos, sem eles existir? Porque maltratamos nosso próximo? Porque julgamos se sabemos que isso é permitido apenas para Deus? Oh, sensato coração, me ensinar a viver a vida melhor, me ensina a amar o meu próximo. Oh, sensato coração.

Às vezes a felicidade é andar de mãos dadas feito dois adolescentes, esquecendo o peso do mundo e lembrando apenas do peso do afeto.

Minha senhora, declaro-te este sentimento puro que transborda do peito. Teu andar magnífico irradia luz, transformando qualquer melancolia em eterna primavera. És a criatura mais maravilhosa do universo; um poema vivo esculpido por mãos divinas com extrema delicadeza.Contemplar teus olhos castanhos traz paz profunda ao meu espírito cansado. Diante de tanta nobreza, o mundo inteiro emudece para ouvir os batimentos deste coração apaixonado. Juro fidelidade aos teus sorrisos e prometo proteger nossa ligação contra as tempestades do tempo.Aceita esta singela homenagem como prova de afeição sincera, pois meu amor por ti é imensurável, nobre e verdadeiro.

Terra de Paz, Sem Redomas


No andar dos princípios universais
onde todos os povos são iguais,
sob a copa do Pau-Brasil e de tantas
outras árvores não é nenhum
esforço buscar o entendimento,
junto de quem não está entregue
de corpo e alma à supremacia;
não estou falando nada demais
ou que viole o direito à vida digna.


A lei da Nação do Chuí ao Caburaí
que cabe aos povos deste território
jamais pode vir a ser comutada,
mascarada ou desprezada,
por outra lei que coloque
qualquer povo envolto
e protegido por uma redoma,
porque aqui é terra de paz,
e nos lemos entre os nossos
como iguais mesmo os mais intransigentes,
não somos e jamais seremos
procuradores de guerras de outras gentes.


Por qual razão estou falando nisso?
Parece que uns além de ignorarem
o próprio solo gentil - andam ignorando
o que é de declaração universal
sob o manto do Hemisfério Austral;
Sim, é verdade, estou alertando,
para que não nuble o cérebro,
não tapem os ouvidos,
não nos vendam os olhos,
não amordacem os lábios,
para que amanhã não seja tarde demais.


Para que no futuro não nos sobre
o vazio de nós mesmos sobre
os pratos da balança da justiça.

Eu sei que está congelando lá fora, mas acho que nós deveriamos andar. Quando tudo estiver solitário, eu posso ser o meu próprio melhor amigo, eu pego um café e o jornal, eu tenho minhas próprias conversas.

1 João 2:6
Quem diz que está nele também deve andar como ele andou.

Mais importante do que falar de Jesus é viver como Jesus.

Para mim o Ciclismo MTB é vida.



Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio, e não importa a velocidade, o importante é aproveitar a jornada, siga sempre enfrente, pois a vista do topo vai valer muito a pena, não duvide de sua capacidade, acredite, por que a
persistência leva-nos ao sucesso do bem estar.

Busquei na sombra
sob o Sol sem conta
andar nos labirintos
da atenção sentimental,
Nos muros coloridos
encontrei e desencontrei,
Porque na verdade a cor
que preciso está no olhar
mais lindo jamais visto,
e por ele o coração está
completamente rendido.

Um verso é escada pro andar de cima


Nele a palavra expande-se


Ecoa

"Se o erro fosse o fim, ninguém teria aprendido a andar."

Prefiro andar só com Deus.