Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
A tentação sempre existirá, mas, assim como a fome, cabe a você escolher se vai alimentá-la ou não. 11/09/2025
Mais um dia se inicia: você abriu os olhos e ainda não foi capaz de agradecer Àquele que lhe deu esta dádiva? 16/10/2025
A frase “imagem não é nada sem conteúdo” vai na contramão do que vemos nas redes sociais e entre seus influencers. 08/11/2025
Você pode ter todos os recursos à disposição, mas se não houver vontade para realizar, de nada vai adiantar! 17/11/2025
Lutar contra você mesmo não deve ser uma batalha perdida, afinal você conhece seus pontos fracos e fortes. 05/01/2026
REFLEXÃO
Já pensou na crueldade a que somos submetidos?
Não podemos optar sobre rir ou chorar, sobre vencer ou perder... somos induzidos ao erro quando somos levados a crer que não desistir é o mesmo que ganhar...
E se você pudesse escolher entre ir ou ficar?
E se visse mais do que os olhos podem mostrar?
E se pudesse escolher um lugar pra alma morar?
E se pudéssemos trocar de corpo cada vez que o sol completa uma volta ao redor da terra e a gente finge que zerando o calendário tudo vai mudar?
E se pudéssemos o que não encaixa dentro de nós?
E se disséssemos sim mais alto com os olhos do que os nãos que os lábios falam?
E se conseguíssemos à risca aquela frase que repetimos ironicamente: "não sou obrigada a nada"!
Ignorando o fato se sermos obrigados a tudo, as vezes, por banalidades que nos são tão úteis...
E se o coração calasse a boca?
E se você pudesse estar onde teu pensamento vive?
Ray Sousa
Eu não sei ser metade, só sei ser inteira, ser mais do que os limites impõem, eu só sei transbordar, a racionalidade não se aplica à mim, pq eu quero poder ser eu, eu não consigo voar com os pés no chão... pra quem não entendeu, acabei de conceituar solidão!
O agente público que transforma sua missão em palco e sua função em vitrine não apenas se desvia — ele se perde.
Aquele que ocupa o cargo mirando os holofotes, e não o interesse coletivo, padece de uma enfermidade silenciosa e devastadora: o narcisismo institucional. Uma patologia que não apenas distorce sua própria percepção de realidade, mas que corrói, por dentro, os pilares da ética administrativa.
A Administração Pública não é arena de autopromoção, tampouco balcão de negócios pessoais. Não é espaço para mercantilização de cursos, venda de imagens ou construção artificial de prestígio. O Estado não pode ser instrumentalizado como extensão do ego de quem deveria servi-lo com humildade.
Há, nesse comportamento, uma inversão ontológica da função pública: o servidor deixa de servir para se servir.
E quando isso ocorre, instala-se uma perigosa degeneração — o interesse público é relegado ao segundo plano, substituído por estratégias de visibilidade, marketing pessoal e culto à própria imagem. A função, que deveria ser sagrada, torna-se espetáculo. A responsabilidade, que deveria ser dever, transforma-se em oportunidade.
Lugar de exibicionismo é no circo, sob as luzes do aplauso fácil e efêmero. A vida pública, ao contrário, exige sobriedade, compromisso e silêncio produtivo — aquele que constrói sem anunciar, que realiza sem ostentar, que serve sem esperar reconhecimento.
O verdadeiro agente público não busca aplausos — busca resultados.
A história não se curva aos vaidosos. Ela reverencia os íntegros.
Só porque alguém não te ama como você quer não significa que esse alguém não te ame. cada um tem seus limites, suas dores, suas frustrações e escolhas. Julgamento não muda ninguém.
