Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
- Olha, as vezes é preciso digerir muitas trilhas amargas até alcançar aquela musica que te faz aumentar o som.
Me cerco do que faz bem,pessoas que sabem usar de gentilezas,almas lindas,corações aquecidos.
Tudo que eleva minha alma vou guardando comigo.
E os dias cinzentos vão se colorindo no meu coração, por que a vida tem a cor que eu quiser dar a ela.
É difícil calar a dor da saudade quando a mesma nos faz lembrar de quem nunca conseguimos esquecer....
O dia de hoje é um simples sonho; o de amanhã, uma vaga ilusão. Mas, todo dia se bem vivido, faz de cada dia de ontem um sonho de felicidade e de cada dia de amanhã uma visão de esperança.“
Se você tenta fugir de algo que hoje lhe faz mal,
é porque algum dia, de alguma forma ela já lhe fez bem.
Talvez seja só mais uma daquelas fases, onde se exige demais e faz de menos. Crê de menos e espera de mais. Contempla o certo e persiste no errado. E nessas controvérsias, vai tomando seu café, escutando o velho blues de sempre e esperando chover.
❝... cultiva na tua alma ... somente o bem que te faz evoluir ... sorrir ... se encantar e ser feliz ! ❞
Ela é um misto de loucura e sedução,
Um ser que vive o amor com sintomas de paixão,
Se faz de forte, um coração de pedra, supera tudo, até a maior queda,
Dá muitas voltas, não para de sonhar,
Esconde no olhar a fraqueza que é amar.
Chorar calado, pensar quieto e desabafar com as paredes. Rotina diária de quem se faz de forte e ainda consegue colocar um sorriso no rosto, a noite chega os pensamentos assombram minha mente, quantas perguntas sem respostas, a incerteza adentra minha alma e me tira a calma, fecho os olhos volto ao inicio, sinto dor uma angústia que aperta a peito. Saio a caminhar rumo ao desconhecido, Já não existem ouvidos que me escutem, já não existem mãos que se estendam na minha direção. A vida é curta o futuro é incerto, a gente nunca sabe se vai durar uma noite, ou ano. Rodeado de vazio me acorrento as pequenas coisas que ainda me fazem ser feliz. Boa noite.
A imprensa noticia vandalismo, pois gera medo. O medo faz com que as pessoas fiquem em casa. E pessoas com medo não mudam o país!
De súbito sabemos que é já tarde.
Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.
De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.
Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?
Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.
Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.
O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.
E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.
Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.
E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.
Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.
Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.
E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.
Gosto do bem..
Gosto do bem que o bem faz às pessoas...
Gosto desse vai e vem...
Dessa corrente de gente de bem
Que leva o bem a outrem
Pode ser daqui ou do além...
Não importa...
As recordações da infância
são as que nos aprisionam no tempo
tem gosto gostoso
e faz da saudade uma amiga.
A família é uma base perfeita que faz parte de um universo imperfeito. Toda família imperfeita é base de um universo perfeito?
Pense nisso...O mal sempre faz ruídos, o bem se propaga silenciosamente, gerando admiração e um profundo sentimento de gratidão.
