Nao me Comove mais
Os maiores líderes nos mais altos cargos foram ensinados por simples professores.
Desde a educação básica ao ensino superior. Os bons mestres devem ser lembrados sempre com carinho.
Jesus Cristo
Por mais valioso que seja um crucifixo de que se diga, que é de Jesus Cristo ou mesmo uma imagem! Na verdade, espiritualmente, não tem valor nenhum ou poder algum! Pois mesmo os personagens que são filmados como sendo Jesus Cristo não são nenhum Jesus Cristo. O Jesus Cristo verdadeiro, está vivo com um corpo glorioso, à dextra do Pai. Este sim tem poder; este sim, simultaneamente é omnipresente; este sim ouve o nosso clamor; tem todo o poder e nos salva; devemos vê-lo como ele, está mencionado em Apocalipse!
Desta maneira é que ele virá, montado num cavalo branco; cujo nome é O Verbo Divino. Este sim é o " Alfa e o Omega". Desta maneira ele é; com uma espada na sua boca! Ora vem Senhor Jesus Cristo.
A forma mais sofisticada de excluir alguém é mantê-lo dentro da instituição, mas fora de tudo o que realmente importa.
O poder mais difícil de contestar é aquele que exclui sem declarar a exclusão e hierarquiza sem admitir a hierarquia.
Há pessoas que passam pela nossa vida e nunca mais vão embora por inteiro.
Cada pessoa que encontramos é um universo único, uma história irrepetível, uma maneira singular de tocar o mundo. Ninguém substitui ninguém, porque cada alma deixa marcas que pertencem somente a ela.
Algumas pessoas chegam como brisa, outras como tempestade. Há aquelas que nos trazem paz, as que nos ensinam pela dor e as que, sem perceber, transformam para sempre a maneira como enxergamos a vida. Algumas ficam por anos; outras permanecem apenas por um instante. Mas o tempo de permanência nem sempre determina a profundidade da marca que deixam.
Porque todo encontro verdadeiro é uma troca silenciosa: alguém leva um pouco de nós e deixa um pouco de si. E, assim, mesmo sem perceber, vamos carregando pedaços de tantas vidas dentro da nossa, feitos de palavras, gestos, afetos, aprendizados e lembranças que o tempo não consegue apagar.
Talvez essa seja uma das mais belas responsabilidades de existir: compreender que nunca tocamos outra vida sem, de alguma forma, fazer parte dela.
No fim, somos feitos de encontros. Somos pedaços de quem amamos, marcas de quem passou, lições de quem partiu e lembranças de quem permanece. E, quando a vida finalmente nos ensinar a olhar para trás, talvez descubramos que algumas pessoas não cruzaram o nosso caminho apenas para fazer parte da nossa história, mas para mudar, para sempre, quem nos tornamos.
Talvez seja esse o verdadeiro milagre dos encontros: descobrir que alguém pode deixar de caminhar ao nosso lado sem jamais deixar de fazer parte de quem somos.
Porque existem pessoas que passam pela nossa vida… e existem aquelas que, depois de passar, passam a viver em nós para sempre.
A vida parecia bem mais simples, quando todas as categorias já estavam bem definidas. Deus era o mocinho, o Estado a ordem; e eu o vilão.
O verdadeiro enriquecimento ilícito ocorre quando o infrator lucra mais descumprindo a lei do que respeitando os direitos dos cidadãos.
O Que o Caderninho do Motorista Revela?
Há mais de seis anos, o motorista peregrino registra suas experiências em um pequeno caderno que carrega consigo: o *Diário de um Motorista*.
Certo dia, ao folhear suas páginas, encontrou um assunto marcado com três asteriscos: preconceito, discriminação e racismo. Para ele, os sinais indicavam um tema de extrema importância.
Continuando a leitura, encontrou anotações sobre passageiros da periferia de São Carlos. Muitos reclamavam do abandono do poder público e da falta de serviços básicos, como transporte coletivo de qualidade, postos de saúde, creches, agências bancárias e iluminação pública.
Algo chamou sua atenção: esses passageiros frequentemente agradeciam por ele ter aceitado a corrida. Alguns contavam que outros motoristas se recusavam a transportá-los por morarem na periferia.
O peregrino se perguntava: seria sempre uma questão de segurança ou, em determinadas situações, o preconceito também estaria presente?
Afinal, o endereço de uma pessoa deveria informar onde ela mora, jamais determinar o valor que a sociedade lhe atribui.
Em outras páginas, havia anotações sobre passageiros de bairros de classe alta. Alguns se despediam com um simples “Tudo certo aí?”, outros agradeciam, enquanto muitos entravam e saíam do carro em silêncio.
O motorista tinha a impressão de que, para alguns, a relação se resumia ao serviço contratado. Entretanto, sabia que o silêncio não significava necessariamente arrogância ou preconceito.
Sua reflexão era outra: por que esquecemos, tantas vezes, que por trás de cada profissão existe um ser humano que merece respeito?
A educação não deveria depender da posição social de quem está diante de nós.
O caderninho também guardava observações sobre professores e estudantes. O motorista notara que muitos se atrasavam para iniciar a corrida e utilizavam fones de ouvido durante o trajeto.
Em outra anotação, registrou uma impressão curiosa: dentro da universidade federal, era como se existissem três universidades — Medicina, Engenharias e Humanidades.
Segundo suas observações, a cada dez viagens que realizava para aquele ambiente, aproximadamente cinco eram destinadas à Medicina, quatro às Engenharias e apenas uma às Humanidades. Não era uma pesquisa oficial, mas uma percepção que despertava sua curiosidade.
Por que algumas profissões recebem tanto prestígio, enquanto outras áreas do conhecimento parecem ocupar um lugar secundário?
Não se tratava de diminuir a importância da Medicina ou das Engenharias, mas de questionar uma sociedade que, muitas vezes, mede o valor das pessoas pelo salário, pelo diploma ou pela profissão.
Conhecimento sem respeito corre o risco de se transformar em instrumento de distinção social.
Depois de revisitar suas anotações, o motorista decidiu escrever sobre o assunto.
O preconceito nasce de julgamentos antecipados, frequentemente alimentados por estereótipos. A discriminação acontece quando esses julgamentos se transformam em tratamento desigual. O racismo, por sua vez, também se manifesta nas instituições e nas estruturas sociais que reproduzem desigualdades raciais e dificultam o acesso a direitos e oportunidades.
Em termos simples, o preconceito alimenta o julgamento, a discriminação transforma esse julgamento em ação e o racismo pode perpetuar a desigualdade na sociedade.
Esses fenômenos podem se fortalecer mutuamente e não se limitam às atitudes individuais.
O problema se agrava quando alguém denuncia uma injustiça e ouve que tudo não passa de vitimismo. Nem toda discordância é preconceituosa, mas desqualificar quem relata discriminação pode impedir que problemas reais sejam reconhecidos.
Muitas vezes, quem desfruta de determinados privilégios não percebe as barreiras enfrentadas por outras pessoas. Reconhecer essas desigualdades não significa atribuir culpa a todos, mas compreender a realidade e contribuir para transformá-la.
Há também quem defenda a igualdade nas redes sociais e nos palanques, mas não demonstre o mesmo compromisso na vida cotidiana.
É a chamada virtude de fachada: defender publicamente uma causa sem disposição para rever atitudes e práticas que mantêm as desigualdades.
A verdadeira luta pela igualdade exige coerência. Não basta aplaudir a diversidade; é preciso combater a exclusão, oferecer oportunidades justas e tratar todos com dignidade.
Defender a igualdade é fácil quando ela não exige nenhuma mudança. O verdadeiro compromisso começa quando precisamos rever nossas próprias atitudes e privilégios.
Ao terminar suas anotações, o motorista peregrino compreendeu que seu caderninho guardava muito mais do que histórias de passageiros. Guardava perguntas sobre o Brasil, suas desigualdades e a maneira como as pessoas se relacionam.
Suas experiências não permitiam julgar uma classe social inteira, mas ofereciam motivos para refletir sobre os preconceitos que, muitas vezes, se escondem nas atitudes mais corriqueiras.
A grande questão não é descobrir quem é melhor ou pior, mas entender por que a cor da pele, o endereço, a profissão ou a condição econômica ainda influenciam a maneira como tratamos alguém.
Talvez a transformação comece quando deixamos de procurar preconceitos apenas nos outros e passamos a examinar nossas próprias atitudes.
Afinal, é fácil condenar a discriminação quando somos espectadores. Difícil é reconhecê-la quando ela aparece em nossas próprias palavras e escolhas.
E o motorista peregrino encerrou suas anotações com uma pergunta para o leitor:
Se todos merecem respeito, por que ainda permitimos que a cor da pele, o endereço, a profissão ou a condição social determinem a maneira como alguém é tratado?
Talvez a resposta não esteja apenas nos livros, nas leis ou nos discursos, mas também na próxima pessoa que encontrarmos pelo caminho.
Peregrino Nino Carneiro
Uma das coisas mais importantes na nossa vida é estar em perfeito alinhamento com quem somos de verdade.
E quem somos de verdade é bem maior do que imaginamos, é muito mais perfeito, amoroso, saudável, feliz, alegre, abundante e harmonioso do que pensamos.
Muitas vezes, senão todas, os desconfortos interiores, as situações da nossa vida, apenas nos refletem o esquecimento que habita dentro de nós, de quem realmente somos.
Esquecemos com frequência o Ser Brilhante e Sábio que existe dentro de nós, e muitas vezes, o colocamos a uma certa distância, pedindo apenas a sua ajuda, e esquecendo que Somos essa ajuda, que Somos esse Ser.
O Poder que existe no nosso interior é ilimitado, todos, absolutamente todos, temos a capacidade de despertar para a realidade Sábia e Amorosa dentro de nós.
Não precisamos sofrer, ter dores, passar por situações difíceis. Não precisamos.
Simplesmente podemos ter a Força, a alegria, o amor e o Poder nas nossas mãos e reconheça-la.
Podemos tudo aquilo que quisermos, pois não existem dificuldades na Mente Universal. Nós somos os criadores de tudo aquilo que vivemos, mesmo daquilo que não gostamos.
Os nossos pensamentos têm uma força enorme e o nosso corpo, a nossa vida, a nossa realidade exterior mostra-nos o que estamos fazendo com o nosso poder. De que forma estamos direcionando a nossa energia criadora Divina.
Existe um momento em que temos que parar.
Temos que parar de batalhar contra a vida, contra nós mesmos.
Nós não lutamos contra mais ninguém, não temos medo de ninguém.
Não vale a pena fugir do nosso brilho e poder.
Um dia, todos vamos retornar a casa. Todos vamos descobrir que isto tudo não passou de um sonho, e que este sonho até pode servir para crescermos, evoluirmos, aprendermos e acima de tudo, amarmos mais e mais.
O sofrimento não faz sentido. Podemos sonhar com uma vida perfeita, relacionamentos simplesmente perfeitos e pessoas maravilhosas.
E depois de tanto aprender, e com tanto ainda para viver, saiba que isso é possível. Saiba, simplesmente saiba que a Vida é para ser vivida, e reconheça algo muito importante: o Seu Poder interior.
Reconheça o Seu poder interior.
Para mim, a capacidade de sorrir é uma das mais belas características do ser humano. É algo que nenhum animal é capaz de fazer. Cães, baleias ou golfinhos, seres muito inteligentes e dotados de notória afinidade com os homens, não conseguem sorrir como nós. Pessoalmente, sempre fico um pouco curioso quando sorrio para alguém e a pessoa permanece séria e impassível. Por outro lado, meu coração se alegra quando me retribuem o sorriso. Mesmo quando se trata de alguém com quem nada tenho a ver, se a pessoa sorri para mim, aquilo me enternece. Por que? A resposta é que um sorriso sincero toca algo de fundamental em nós: o apreço natural pela bondade.
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