Nao me Comove mais
hoje dia de domingo...
Mais um anoitecer no estado do amanhecer, ao diante da madrugada....titubeou o momento reluziu , se vee longo tempo que murmuro entrei ventos uivantes.
Muitos acreditam que, na vida, a batalha sempre foi vencer os outros.
Mas a batalha mais difícil é vencer a si mesmo.
Muitos, quando se perdem nas próprias sombras, entram em desespero.
Dominar o caos da própria mente é um dos obstáculos mais difíceis que podemos enfrentar.
E, quando conseguimos retomar o controle, encontramos novas forças e esperança para continuar.
O mundo vai tentar te quebrar. Vai rir das suas quedas e das suas derrotas. O mal que há no mundo deseja a sua queda, porque essa é a obra da escuridão.
Mas aquele que aprende a dominar o caos dentro de si não se intimida diante da escuridão.
Mesmo quando ela surgir em sua vida, a luz de Jesus Cristo pode iluminar o seu caminho, renovar suas forças e ajudá-lo a superar qualquer sombra.
Quem busca a luz e nela permanece pode enfrentar qualquer obstáculo, até mesmo aqueles que existem dentro de si.
Porque, no fim, a maior vitória não é vencer o mundo.
É vencer a si mesmo.
Ronan Helio de Souza
"A ilusão foi o primeiro produto vendido para a humanidade e, ainda hoje continua sendo o mais consumido no mundo inteiro"
O pré-concebido é o preconceito explicado. Nada mais é do que conceber uma ideia sem ter o real conhecimento dos fatos. Todos nós temos isso, mas, quando nos permitimos conhecer, esse preconcebido passa a ser apenas algo que ficou na concepção da primeira impressão, que não necessariamente corresponde à realidade dos fatos. É o que chamamos na filosofia de falso senso ou senso comum. Permitir-se conhecer a realidade é preocupar-se com a preservação da verdade.
O agora,
nunca mais vai se repetir,
por isso viva intensamente,
ainda que chore amargamente,
não se esqueça também de sorrir!
Conte mais a sua vida,
compreendo o seu desabafo,
fale de você com clareza
e receba
o meu ombro confortável!
Uma Corrida, Duas Histórias e um Novo Começo
Em mais uma de suas corridas, o motorista peregrino recebeu uma mulher negra acompanhada de dois filhos pequenos, também negros. Desde os primeiros instantes, percebeu que não eram apenas passageiros, mas uma família unida pelo carinho, pelo cuidado e pela cumplicidade. Os três cumprimentaram o motorista separadamente, com um educado “bom dia”, gesto simples que chamou sua atenção. Para o Peregrino, são justamente essas pequenas atitudes que revelam muito sobre as pessoas e podem transformar uma corrida comum em um encontro especial.
O primeiro destino seria a escola das crianças e, depois, o Laboratório Mariconde. Durante o trajeto, o motorista percebeu o sotaque diferente e perguntou de onde Yasmin era. Ela explicou que havia nascido em Nampula, no norte de Moçambique, e que vivia no Brasil desde 2018. Contou que seu marido, Mussa, havia conseguido um visto pela CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa — e que, depois de alguns anos, retornara a Moçambique para buscá-la. Antes disso, o casal formalizara o casamento para facilitar sua vinda ao Brasil.
Curioso sobre a terra natal de Yasmin, o motorista quis saber como estava Moçambique depois de tantos anos de independência. A conversa passou pela FRELIMO, que liderou a independência do país em 1975 e permanece no poder desde então, e pelos problemas enfrentados pela população, como pobreza, desigualdade, corrupção e violência. Yasmin explicou que essas dificuldades fazem muitos moçambicanos procurarem oportunidades fora do país, enquanto sua própria família havia encontrado no Brasil uma maneira legal e segura de recomeçar.
Na conversa, surgiu também a história das crianças. Felipe, de seis anos, e Bruna, de quatro, eram brasileiros e são-carlenses. Naquele momento, o motorista percebeu que aquela família já não estava apenas vivendo em um novo país: estava construindo uma nova vida em São Carlos, com escola para os filhos, trabalho, casa e novos sonhos.
Na primeira parada, Yasmin deixou as crianças na escola. Depois, seguiu com o motorista até o laboratório, onde trabalhava como atendente. Ao perceber que ela estava feliz com o emprego, principalmente por ser próximo da escola dos filhos e de sua casa, o Peregrino entendeu que aquela mulher havia encontrado mais do que um lugar para morar. Havia encontrado uma oportunidade para trabalhar, criar os filhos e construir seu próprio caminho.
Ao chegarem ao destino, o motorista fez uma última pergunta: de zero a dez, que nota Yasmin daria ao Brasil? A resposta veio acompanhada de um sorriso: “Se pudesse dar vinte, daria”. Para ela, o Brasil havia proporcionado oportunidades que não encontrara em seu país de origem. O motorista respondeu que compartilhava do mesmo sentimento e que também não trocaria o Brasil por nada deste mundo.
Naquele momento, porém, o motorista revelou uma lembrança que guardava consigo e, quase em um sussurro, disse: “Foi Moçambique que me deu o meu primeiro grande amor.” A frase carregava uma história que Yasmin ainda não conhecia e que, de repente, aproximava ainda mais aquelas duas vidas, aparentemente tão diferentes.
Quando a corrida terminou, o Peregrino percebeu que havia levado uma família de um ponto a outro, mas recebido em troca uma história de coragem, recomeço e esperança. Para ele, a vida é assim: feita de caminhos que se cruzam, encontros que ensinam e pessoas que, muitas vezes, deixam uma marca sem sequer perceber.
Yasmin atravessara um oceano em busca de novas possibilidades. Trouxera consigo sua história, sua cultura, seus sonhos e, principalmente, a esperança de oferecer aos filhos um futuro melhor. E foi justamente isso que o Peregrino enxergou naquele encontro: não importa de onde uma pessoa vem; quando existe coragem para seguir em frente, sempre pode surgir um novo caminho.
Talvez essa seja uma das maiores lições que os caminhos ensinam: algumas viagens terminam quando o passageiro chega ao destino, mas outras continuam dentro de quem teve a oportunidade de ouvir uma história. Aquela corrida havia terminado, mas o encontro entre o Peregrino e Yasmin certamente continuaria caminhando na memória dos dois.
Até a próxima corrida. Até o próximo encontro. Até o próximo caminho.
Peregrino Nino Carneiro
A HIPOCRISIA DO ESPORTE BRASILEIRO
A cada dia que passa eu me decepciono cada vez mais com a sociedade brasileira. Atualmente estamos em ano de copa do mundo, claro todo brasileiro vai à loucura, não vejo nada de errado nisso até certo ponto, acho muito bom inclusive, mas minha indignação não está diretamente relacionada a isso, mas sim a uma grande hipocrisia que vem acompanhada dessa excitação. O brasileiro simplesmente esquece que o país está virado de cabeça pra baixo em diversos sentidos, nos esporte, na saúde, na educação, enfim, se for de listar tudo daria para escrever um livro.
Nós, trabalhadores, acordamos cedo todos os dias, trabalhamos duro e no fim do mês recebemos nosso abençoado dinheiro, com muito suor e dedicação. Por outro lado, enquanto isso, os jogadores da seleção brasileira estão nadando em dinheiro, e tudo bem ganhar muito dinheiro, se eles realmente fossem apaixonados pelo esporte, dedicados e acima de tudo honrassem sua camisa. Mas tem um porém muito grande nessa história, a impressão que passam é que uma grande parcela deles - que fique bem claro que não estou generalizando - não amam o que fazem, entram em campo para se mostrar para os patrocínios. Boa parte de seu pensamento está no status que receberão, e em alguns casos, parece até um desfile de moda. Esqueceram há muito tempo a verdadeira essência do futebol, não conseguem fazer o mínimo que é jogar futebol decentemente, entregando o que o torcedor espera e merece.
Quando assisto os jogos antigos de nossa seleção, chega a dar emoção, partidas incríveis aconteciam, os jogadores treinavam muito, e mesmo ganhando uma mixaria de dinheiro, eles estavam lá, porque honraram sua camisa. E se quiser uma prova disso, pergunte para alguém de umas duas gerações passadas, o que acha dos jogos do Brasil de hoje em dia. A decepção em seus olhos é clara, e na maioria dos casos nem acompanham a copa do mundo, e eu não julgo de forma alguma, já que a situação é crítica. E por que ficou dessa forma? Boa pergunta. Acredito que seja pelo fato de ter muito marketing em cima, muita marca querendo ter visibilidade fácil, talvez tenha sido aí que começou a se perder o amor em campo.
E quando falamos dos outros esportes, não tem visibilidade alguma. Já fui atleta profissional de natação e o incentivo quase não existe, não é à toa que quase nenhum brasileiro chega no topo nas outras modalidades. Me sinto péssima com isso, pois esse foi um dos motivos por eu ter deixado o alto rendimento no esporte, a natação é um desporto extremamente caro de se praticar, além de você ter de treinar muito. Hoje no Brasil não é viável viver do esporte profissional, com certeza vai passar muito aperto financeiro se escolher esse destino, a menos que você seja do futebol, de resto esquece. Além disso, vai ter que implorar por patrocínio, enquanto os jogadores lucram milhões por mês, sendo que um atleta de vôlei, natação, corrida, e outras diversas modalidades, muitas vezes fazem o dobro e não ganham nem um por cento daqueles milhões. Que fique claro que não é por falta de dedicação!
O que quero dizer aqui é, se você quer torcer pra seleção brasileira, vá em frente, torça! Acho isso ótimo inclusive, precisamos de alguma esperança, mas não se esqueça dos podres que tem por trás. Da mesma forma, não julgue alguém que torce para outro país, provavelmente essa pessoa viu naquele outro grupo, a emoção que sentia quando o Brasil jogava antigamente, e que hoje em dia não consegue sentir com o próprio país jogando. E não só por isso, tem muita gente por aí que não aceita essa hipocrisia, inclusive eu, e está tudo bem. Eu realmente queria conseguir torcer para o Brasil, é meu país, onde eu nasci, mas eu não consigo mais, não depois de tudo o que vivi e percebi.
O Silêncio do Perdão
Se te esquecerem, perdoa. O esquecimento alheio fala muito mais sobre as distrações e os ritmos do mundo do que sobre o seu verdadeiro valor. Guardar mágoa pela ausência de alguém é carregar um peso que não te pertence. Quando você escolhe perdoar o esquecimento, liberta o seu próprio coração para caminhar leve, entendendo que o amor verdadeiro não exige ser lembrado o tempo todo, mas encontra paz na certeza do bem que foi plantado.Título: A Nobreza da Alma
Oração da manhã
Senhor, abençoa está semana que está começando. Contigo no controle, serei mais forte e me acharei capacitado para superar dificuldades e terei sabedoria e discernimento para agir diante do inesperado.
Abençoa minha família e todos os meus amigos. Envia um anjo protetor para estar sempre ao lado de meus filhos e netos, livrando-os de todos os perigos.
Que tudo caminhe conforme a tua vontade. Fique do meu lado.
Amém!
Oração de agradecimento pela vida
Ó. Senhor! Hoje eu acordei sorri e agradeci: Obrigado por mais um ano de vida! Obrigada por me proporcionar está dádiva ao colher mais uma flor no jardim da existência.
Tu és a força que me conduz, que me impulsiona, que me renova a cada manhã. Algumas conquistas, sorrisos, lágrimas, expectativas frustradas que culminaram numa grande perda. Mas sentir Tua mão amiga a me amparar, teus braços a me acolher foi de um consolo imensurável. E assim eu prossigo, Senhor, sabendo que a meu lado estas. Comigo caminhas e me carrega no colo quando sinto que vou desmoronar.
Obrigada, Senhor, pela missão que me confiaste. E se for da tua vontade, que eu possa celebrar a festa da vida por muitos Verões e primaveras.
Que eu esteja sempre pronta a florescer e espalhar inúmeras sementes que possam consolidar teu Reino de Amor.
by Edite lima / 16/6/2019
"A lei da semeadura e da colheita é universal. Colhemos o que semeamos e colhemos mais do que plantamos."
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