Nao me Comove mais
"Essa é mais uma daquelas histórias sem final feliz, uma vez que ainda não teve fim. Mais uma história quanto tantas outras que vagam pelo universo, cercada de caminhos cruzados e situações antagônicas.
Não lembro ao certo como começara o envolvimento entre Maria Beatriz e Pedro Henrique, e não faço muita questão de recordar. Creio que fora em uma festa a qual ele se interessou nos fios do cabelo loiro dela e ela se encantou por aqueles olhos verdes. Trocaram telefones, toques imperceptíveis e risadas esbaforidas. Ele a convidou para uma bebida em seu apartamento, contudo pela primeira vez, sentia-se estranho por não invitá-la com segundas intenções. Maria Beatriz lembrava sua ex-namorada, todavia possuía um certo mistério que a tornava interessante e diferente das outras. Ela, por sua vez, não era aquele tipo de garota fácil que aceitava visitar o apartamento de um desconhecido. Mas algo a instigou a ir. Pelo meio do caminho discutiram sobre o melhor álbum do Metallica e ela ria descontroladamente pela mania que Pedro Henrique tinha de fazer sons estranhos com a boca quando faltava-lhe assunto. Subiram as escadas em silêncio e ao chegar na porta de número 13, Pedro Henrique a encarou por alguns segundos. Maria Beatriz sentia-se incomodada com encaradas bruscas, tomou a liberdade de virar a chave e abrir a porta como se frequentasse a casa de um velho amigo, gostou do que viu e surpreendeu-se com a organização do tal local. Em meio a vinhos e risadas surgiu aquele tipo de envolvimento manso, e de certa forma estranho, dócil e fugaz, deixando aquela sensação de querer novamente. Maria Beatriz acordara cedo e não sabia exatamente como agir com o menino que dormia ao seu lado. Que angelical. Ela queria poder sair correndo ou que o chão se abrisse no meio do quarto. Será que ele gostava de café na cama? Não Maria, não. Ela queria poder voltar a esse espaço em alguma outra oportunidade, então "esquecera" o casaco propositalmente em cima do sofá laranja. Passou-se um tempo. As visitas eram constantes, assim como as idas ao cinema, restaurante, shows, peças de teatro, enfim. Era um mundo novo para Pedro Henrique, Maria Beatriz era como aquela amiga de infância que ele nunca tivera, era aquela amizade colorida a giz-de-cera, meio borrada e com traços não tão definidos assim. Ela pensara em esquecer o casaco novamente no apartamento dele para assim ter sempre um motivo que a fizesse visitá-lo e cuidá-lo. Mas ele era mais esperto, preferia que, ao invés de esquecer o tal casaco, ela pudesse se esquecer um pouquinho por ali. Era tudo uma grande brincadeira. Com o tempo, ela pegou a mania dele de dormir com os pés descobertos, já ele, não passava mais nenhum domingo sem ouvir Florence and the Machine no volume máximo. Ah esse circulo vicioso de imperfeições que unidas formam um ser quase perfeito. Ele gostava do cabelo dela bagunçado pela manhã, entretanto gostava mais quando o mesmo fazia a bagunça. Maria Beatriz vestia suas camisas e ficava abismada com a capacidade dele de jogar as toalhas molhadas em cima da cama. Não, eles não moravam juntos, muito menos tinham algum relação.
Ela tinha medo de que ele não conseguisse explicar o que ela queria entender, ele tinha receio de que ela entendesse o que não tinha explicação. Amor? Não. Era um esquema mais simpático. Amor se finda, amizade permanece e cumplicidade, essa sim atravessa as barreiras de um relacionamento comum. Eles sistematizavam a fidelidade como uma camada fina de emoções momentâneas. Utilizavam-se da lealdade como quem respeita a pureza de uma criança inocente. Trocavam segredos, experiências sem sucesso, mas nunca sentimentos mais fortes, era a regra numero um da boa convivência impessoal. Maria Beatriz e Pedro Henrique nunca tiveram seus nomes marcados em uma música do Legião Urbana e tampouco combinavam. Eles se perdiam em outras pessoas, mas rapidamente conseguiam se encontrar em um abraço quente. Maria Beatriz não sabia o por quê de ser obrigada a ir ao pequeno apartamento, naquela vila tão distante em outra cidade para conseguir paz de espírito. Talvez o "13" estampado na porta era seu número favorito e a outra cidade seja mais receptiva e tranquila. Ou só talvez, passar algumas horas com aquele amor-amigo servisse como uma terapia de choque, que por enquanto ainda não doía. Por enquanto.
Eles dois eram como aquela mágica de encontrar um novo sinônimo para a palavra Amor a cada olhar que trocavam. Mais do que flechar seu coração, ela alcançou sua alma e acomodou-se por lá. Quem diria hein Pedro Henrique. Quem diria que seu coração bateria mais forte pela menina de sardinhas no rosto..”
...eu não vou chorar, prometo! Aprendi a ser forte como o vento que dobra a árvore mais robusta... Só não prometo que não chore meu coração, pois este me nasceu frágil, sensível e sincero!
...enquanto a gente não descruzar os braços, a vida não vem te pegar pela mão. Pra ir mais além é preciso fé, coragem e braços abertos.
Sim, eu erro e muito mais do que gostaria! Eu piso na bola, dou cabeçadas, cometo deslizes, mas não desisto. Não desisto porque acredito em gritos de vitória e em uma força maior que a cada erro me diz baixinho: Não foi ainda, mas foi quase!
Colha mais força da sua fragilidade, a fragilidade e o medo são fortes demais, não é? Então pegue essa força da fragilidade e coloque na coragem com a mesma intensidade.
E o mais incrível é que quando você deixa um pouco de lado as suas preocupações, não corre atrás, não fica desesperado para as coisas darem certo e elas acontecem naturalmente direto para você.
E eu não sei mais como escrever pra você, as palavras parecem tão mínimas e ficam tão distantes da imensidão que está aqui dentro.
Não é tão fácil ter você nos meus braços, mais é tão fácil descrever detalhamento a sua beleza. Não é fácil viver sem o seu amor, é fácilmente viver sabendo que você existe.
Se for para sorrir da desgraça do teu eis namorado, sorria por você ter amando ele.
Não tenha medo da dor mais sim tenha medo de perder o seu amor. Não se engana ao dizer eu só capaz, se engana ao dizer Adeus para o seu amor.
Lindo não séria você guardando rancor por ele, lindo séria você guardando lembranças dele. Levar a mágoa em seu pensamentos não adiantar pra nada, há não for que você leva lindas lembranças do seu amor.
O amor em si não dói, mas possui um notável potencial para provocar as mais diversas e intensas dores.
Tento não cometer os mesmos erros
Mudança de rotina é o que eu mais desejo
Um passo conquistado e um futuro em segredo.
A vida é uma bagagem Que largar não queremos mais.
Morte: compulsiva viagem
Cobertarta de silêncios e tristes ais.
Não é o conteúdo que determina o real valor de uma palavra, mas a escolha do momento mais oportuno para proferi-la!
Que todos digam
que todos escrevam o que sentem
porque por mais que nos calemos
os olhos não mentem...
e o corpo padece
os sentimentos que pra dentro imigram...
mel - ((*_*))
nosso amor será eterno mais você não entendi isso,
lembra dessa musica...
é parte do nosso amor e ela esta para sempre...
em nossa vidas,
veja tudo que senti e sinto ainda esta vivo dentro de mim,
saiba nem o tempo vai acabar com esse sentimento,
nada morre realmente,
olhe nos meu olhos diga que acabou,
nosso amor é para sempre.
por celso roberto nadilo
lembranças do meu amor
Eu pensava que tendo Deus, eu não precisava de mais ninguém, mas me enganei, porque é através de você que Ele as vezes fala comigo.
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