Nao me Comove mais

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Hoje, minha alma chora
Se despedaça

Abraço as marcas
Do cansaço
Da insônia

Porquê?

No escuro
Não me deixe aqui

Tenho medo

Assombrado

Tormento

Não consigo dormir
Eles estão aqui

Não os vejo
Não quero ver

Porquê?

Minha fraqueza me faz acordar
Minha tristeza
Porque minha tristeza?

Me abraço a ela
Me sinto vivo
Não ouço nada
Eu sinto

Não
Sensato

Fique
Por favor
Não me deixe
Não

Não

Não me deixe
Tá frio aqui

BEM JUNTO

Te amo, minha menina
dorme comigo bem junto,
não deixa espaço para nada,
fico comigo agarrada,
deixa eu te beijar.

Sentir essa pele suave e lisa,
apertar-te contra mim,
sentir que és minha
por inteiro.

Depois deixa que eu fique
contigo deitado do lado
meu rosto ao teu colado,
e não te deixar nunca mais.

Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista de Letras RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

não há quem goste de ser número
gente merece existir em prosa

Obrigada por não me magoar, pois isso seria desastroso pra mim.

Eu sou uma pessoa sociável. Não notou? Vou fazer todos esses banqueiros chatos comerem na minha mão.

Quero sair e ser livre. Quero ser divertido. Não quero me arrepender de quem sou. Quero ter opiniões fortes sobre coisas que desconheço. Quero carregar um facão. Quero… Quero ser como você.

Se eu só tiver apenas alguns meses, não posso perder tempo. Ainda tenho muitas coisas que quero fazer.

Tenhamos comprometimento com as ideias e não com as pessoas.

É melhor criar alguma coisa que os outros criticam, do que não criar nada e criticar os outros.

Um dia, volveremos ao infinito.
Onde estaremos? E o que seremos?
O nada do infinito não responde,
pois não há ninguém para escutar.

O passado cresce como musgo
nas paredes do presente,
até que não haja paredes
livres para o presente.
Até que não haja presente
e nem existam paredes.

Só não ha jeito para a morte

Já não há limites em minha queda o seu inicio já se iniciou há tempos

Aqui não se fala de ninguém,
aqui se ora por alguém.

Nada é como queria que fosse
Tudo é, como eu não imaginava ser
Em contradições, me deixei cair..
Para meus sonhos e verdades permanecerem...

Assim é o amor: por ela, que não me quis, eu trocaria todas as pessoas que me quiseram sem restrições.

O tempo vazio.
O espaço vazio.
O coração vazio.

Um oco que não tem fim.

A solidão sem fronteiras.

Um silêncio surdo-mudo
é testemunha do nada.

O futuro é o próximo ato,
o próximo passo,
o próximo fato.
Ele existe enquanto não existe
e morre logo que se torna hoje.

O real nos parece um fluxo e no fluxo não há modelos. Daí, a eterna controvérsia dos que admitem, como Heráclito, que o fluxo ou devir é a realidade e dos que entendem, como Parmênides, que o real é imutável e o devir é aparência. Os modelos, portanto, são nossas formas perceptuais e transitórias de apreender, a cada momento, o fluxo. Assim, cada forma perceptual do fluxo só é real em relação ao percebedor no momento da percepção e só se torna aparência ou Maya se prossegue além da percepção.
O real é o agora. O agora é sempre inédito. Quem vê, não precisa de palavras, pois só se fala para aqueles que não viram. E o que se diz, já não é: o presente é mais rápido que o laço da palavra. Por isso, quem fala, não vê, porque, se fala, fala do que já não vê. O eu não existe no presente: surge, quando a experiência já terminou. O eu é o passado.
Cada percepção do real é única e irrepetível. Jamais saberemos o que perdemos, ja-
mais repetiremos o que experimentamos. A riqueza do viver não consiste na acumulação do vivido, mas na capacidade de viver plenamente o momento que passa. Nenhuma experiência deve deixar restos ou saldos, pois eles deformam as novas percepções da realidade.

A dúvida é a ginástica da inteligência.
Duvidar não é apenas negar o que existe, mas negar que o que existe seja a única coisa que existe. Negar, assim, é ampliar a visão da realidade. A dúvida que apenas nega é destrutiva.
O dogma é o cansaço da razão.
O homem que não duvida, cansou de crescer.
A dúvida é a saúde do espirito. Duvida-se, porque se quer mais. Porque se sabe que o que se sabe é provisoriamente necessário e necessariamente provisório. Porque o saber não tem fim. E o provisório não é irreal, enquanto provisório.
A dúvida é a fé de que há algo mais além do que se crê e a fé é a dúvida de que todo
real é só o que conhecemos.