Nao Magoe uma Mulher
Amor verdadeiro entrelaça as mãos, transborda o coração e o transcende, para entrelaçarem-se uma à outra alma, eternamente.
Focamos tanto em ser feliz, que nem acreditamos quando aparece uma oportunidade em tão pouco tempo, achamos que chegou cedo de mais.
...Mas num mundo de guerras e tristezas, será que ainda existe amor? Será ainda possível uma troca perfeita de olhares, corações palpitantes, fôlego que se perder, o suar de corpos, serenatas a luz da lua, toques delicados, beijos ardentes e molhados, abraço de proteção, será que é possível essa e tantas outras coisas num mundo mergulhado em arrogância e podridão?
http://franklinsousa.com.br/em-nome-do-amor/
Trago em mim uma paixão pela vida
Desejo ,a cada segundo,
os sonhos mais lindos
e mais profundos
Nasci com o dom do encantamento.
A cada dia,
cruzo fronteiras
sempre a procura de mim
e tenho a alma coberta de utopias.
Canto
Danço
Encanto
Só pra não fugir da meiguice
e nem da leveza que existe em minha alma.
AMOR PRÓPRIO
Eu me amo tanto que até esqueço que no ápice do
Meu eu vagueia uma demônio quase adormecido.
"A chamada 'boa vida' [diferente da 'vida boa'] é uma vida dedicada a prazeres frívolos, incapaz de dar lugar a uma vida humana genuinamente feliz, compensadora e realizada."
Demônios caminham pela cidades,
Anjos caíram pela sua beleza e teu amor,
Nunca foram uma certeza que haverá uma salvação,
Não chore em uma caixa de ilusões,
Salve se da dor e da verdade e escolhas de venenos.
E da sua morte sonhos diabólicos.
Ninguém liga para você,
Porquê sempre dizem fique comigo.
Diabólico, Rezar e chorar,
Salvei me, Com lindas palavras...
Seduz na musica faz meu coração sangrar.
Tudo o que realmente é bom exige de nós uma certa dose de trabalho e de sacrifício que devem ser graciosamente realizados por nós mesmos, jamais por outrem. Tudo o que é ruim, mas que se apresenta com a decadente fantasia de cidadanite crítica, quer ter tudo, tudinho, com o trabalho dos outros, obviamente, e realizar as mais mirabolantes sandices com o sacrifício alheio; jamais com próprio, é claro.
O PESO DE UMA PLUMA.
( sabedoria para ajudar a superar a perda de um ente querido)
Myoko Shida Rigolo, aos 52 anos, consegue uma façanha, em programas de Talentos, ao sustentar em perfeito equilíbrio um grupo de ramo secos, que depende do pêso de uma pluma para manter-se em seu lugar.
Quando tentamos nos reconstruir, depois de uma perda de um ser querido, só podemos fazer, recorrendo a força do nosso espírito ; que talvez seja tão pesado como uma pluma.
E para alguns tão pouco importante.
Quando temos essas perdas, muito de nossos valores são questionados por nós mesmos. Gerando uma mudança, uma nova acomodação , que nosso próprio espírito assim o demanda.
Depois de um tempo e com calma interior, começamos a ver quem nos apoia e nos dão suporte : família , cônjugue, amigos, talvez o trabalho, estudos, hobbes nos ajudem. Tudo é questão de um delicado equilíbrio entre o tempo e a vontade.
Enquanto alguns se perguntam como conseguiremos nos reerguer? Com o tempo e o equilíbrio de imediato nossas firças começam a nos regressar. Projetos esquecidos ou postergados são retomados, demandando esforço, paciência , amor e compromisso com o nosso próprio espírito .
Nada é simples. Mas se existe vontade nada é impossível . Talvez encontremos al guém mais sofrido, porque também perdeu alguém querido, ou porque sua vontade está reduzida. Essa pessoa, é um elemento a mais em nossa rede de equilíbrio , porque tudo nos afeta; tudo que nos rodeia nos influência! Com o tempo, cada peça começa a tomar o seu lugar.
Nosso espírito se eleva. Tudo volta assumir harmonia com o nosso ser.
A vida ainda tem muito para oferecer e a solicitar!
A vida espiritual, harmonia do ser! E aí, pensamos que chegamos ao ponto máximo, porém sempre há uma peça a mais para acomodar; é necessário encontrar essa peça. E, colocá-la no lugar completo de todo nosso equilíbrio . Voltamos a sorrir para a vida e a nós mesmos completamos um círculo ; encerramos um círculo de dor. No entanto, tudo isso não teria sido possível , sem a força do nosso espírito e sem o pêso de uma PLUMA.
A culpa é como um martelo contundente na nossa consciência.
Provoca uma sensação dilacerante e deixa marcas profundas na nossa existência.
E para tornar a complexidade em simplicidade é necessário a libertação da culpa.
Mas para a liberar temos que deixar voar os ressentimentos e fazer deles uma viagem só de ida, mutando para uma plena realização pessoal.
